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Wallmart Vs New York Times

Muito curiosa, esta resposta no blog da Wallmart:

90Vamos ver quanto mais tempo contribui o New York Times para o “Tesouro” americano, com os seus valores sem dimensão, apesar de ter inúmeros estagiários a quem paga abaixo do salário mínimo, quando paga.

 

 
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Publicado por em 24 de Junho de 2014 in América do Norte, Humor

 

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Políticas de esquerda aumentam desigualdade

The Blue-State Path to Inequality (The Independent InstituteWall Street Journal):

For those in Washington obsessed with reducing income inequality, the standard prescription involves raising taxes on the well-to-do, increasing the minimum wage, and generally expanding government benefits—the policies characterizing liberal, blue-state governance. If only America took a more “progressive” approach, the thinking goes, leaving behind conservative, red-state priorities like keeping taxes low and encouraging business, fairness would sprout across the land.

Among the problems with that view, one is particularly surprising: The income gap between rich and poor tends to be wider in blue states than in red states. Our state-by-state analysis finds that the more liberal states whose policies are supposed to promote fairness have a bigger gap between higher and lower incomes than do states that have more conservative, pro-growth policies.

Claro que o mito de que o Salário Mínimo, os Impostos altos, e a expansão dos Benefícios Estatais já foi abordada muitas vezes neste blog – não só em termos teóricos (outrooutro), mas também com exemplos concretos como Detroit (e depois…) – mas é sempre bom haver estudos econométricos sobre o coeficiente de Gini.

Ajuda a mostrar o verdadeiro efeito das políticas de esquerda: um empobrecimento geral da sociedade e um enriquecimento apenas dos rentistas que rodeiam o sistema – estatais, sindicais, bancários e construtores, só para citar alguns.

 

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Mário Soares Vs Mário Soares

Mário Soares 2010 (Maio):

“Conheço Pedro Passos Coelho e considero-o um homem muito sensato, lúcido e com um grande sentido de Estado. E o que os políticos precisam de ter nesta altura é um grande sentido de Estado, defendendo sempre o interesse nacional, porque nesta altura é Portugal e a Europa que estão em causa”

As duas caras de Mário Soares e a benção de Passos Coelho, por João Lemos Esteves.

Sic Notícias 2011 (Abril):

Mário Soares admite simpatizar com o líder do PSD e diz que não compreende como é que José Sócrates e Pedro Passos Coelho não se entendem.

Mário Soares 2014 (Junho) - para apoiar António Costa contra Seguro:

“Seguro nunca se identificou com a esquerda e sempre dialogou com o PSD”

Leitura complementar: Como pensa Mário Soares, por Paulo Tunhas.
Alguém tem de ler Mário Soares de vez em quando para depois escrever resumos destes.
O meu obrigado ao Paulo Tunhas por este verdadeiro serviço público.

 
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Publicado por em 8 de Junho de 2014 in Política, Portugal

 

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World War II – US perspective

O excepcionalismo Americano no seu nascimento, há 70 anos.
Num excelente documentário (do ponto de vista de apresentar o seu modo de ver o conflito).

 
 

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“O Economista Insurgente, 101 perguntas incómodas sobre Portugal”

Um dos autores, sobre o livro, n’O Insurgente:

O Economista Insurgente (1)

Na próxima sexta-feira será lançado pela Editora Esfera dos Livros o livro “O Economista insurgente, 101 perguntas incómodas sobre Portugal”, que tive o prazer de escrever com o Miguel Botelho Moniz e o Ricardo Gonçalves Francisco. O livro já está disponível em pré-lançamento na Wook e Fnac. A data e hora da sessão de apresentação será comunicada em breve.

Antes de definir o que o livro é, convém esclarecer o que não é. Não é um panfleto ideológico, salvo para aqueles que achem que a simples menção de argumentos económicos é, por si, uma demonstração de ideologia. Não é um tratado académico, nem aspira a ter o nível de detalhe de um documento académico, caso contrário teríamos que reduzir o número de perguntas de 101 para 5 ou lançar uma colecção em fascículos em vez de um livro de 200 páginas. Não é também um freakonomics à portuguesa. Embora parta do mesmo princípio de analisar questões políticas e sociais do dia a dia sob a perspectiva de alocação de recursos e incentivos, ou seja seguindo uma análise económica, o tipo de assuntos tratados são um pouco diferentes, mais sérios e recorrentes. É um livro que pode ser lido por economistas mas é acima de tudo destinado a não-economistas. Tentamos responder de forma simples, directa e sem contemplações politicamente correctas a questões importantes e recorrentes que se mantêm mal esclarecidas. “Porque é que ganhamos menos que os alemães?”, “ Porque é que os transportes públicos estão sempre em greve?” ou “O que aconteceria se saíssemos do Euro?”, são questões tão importantes e tão frequentes como mal esclarecidas. Pretendemos também dentro do possível esclarecer falácias que de tão repetidas se tornam senso comum, moldam a opinião de eleitores e a actuação política. O efeito da ignorância de alguns conceitos económicos básicos é em si uma ameaça ao sistema democrático. A ignorância do eleitorado cria um sistema de selecção adversa em que mesmo que existam políticos honestos, que digam a verdade e conheçam as consequências daquilo que prometem, eles tenderão a ser derrotados por políticos desonestos e/ou ignorantes que alimentem e se alimentem da ignorância dos eleitores.

O livro está dividido em 10 capítulos. O primeiro capítulo é dedicado à produtividade e mercado laboral. O segundo é dedicado ao empreendorismo e aos empresários. O terceiro capítulo fala de corrupção. O quarto capítulo fala do sistema de saúde. O quinto capítulo trata de questõs sobre o sistema de ensino. O sexto capítulo fala sobre os diferentes agentes económicos e o funcionamento do Estado. O sétimos capítulo fala sobre a banca. O oitavo capítulo fala sobre a classe política. O nono capítulo sobre a dívida pública e o décimo capítulo sobre o Euro.

O livro sai esta sexta-feira. Ficaremos à espera das primeiras impressões, sempre disponíveis, como sempre, para receber feedback e discutir.

Eu, Ricardo CM, estarei presente no lançamento no Porto. Se estiverem atentos ao blog, a seu tempo darei mais detalhes sobre o mesmo. Mas contem com um final de tarde para o final de Maio.

 
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Publicado por em 13 de Maio de 2014 in Evento, Política, Portugal

 

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Custo de aquisição de clientes: como calculá-lo corretamente

Um excelente artico sobre o tema pelo Asaas:

Para aumentar os lucros da sua Startup SaaS você tem duas opções: aumentar as vendas ou reduzir os custos. O CAC, Custo de Aquisição de Clientes, é uma métrica significativa em uma empresa e por isto requer acompanhamento constante. Com estes dados, a definição do orçamento e das ações de marketing se tornam mais estratégicas. Confira as nossas instruções de como calcular o CAC para a sua empresa SaaS:

Quantidade de novos clientes e prospects/mês
O primeiro passo é ter o controle de quantos novos clientes entraram em sua base no mês. Aqui não consideraremos apenas os clientes que adquiriram bens ou serviços, mas sim o crescimento da sua base de dados para futuras conversões. Isto significa que aquela pessoa que se cadastrou pedindo informações, um orçamento e até mesmo os acessos de novos usuários em seu site, por exemplo. Você deve considerar todas as atividades que tenham trazido novas pessoas para a sua base de potenciais clientes, desde que documentadas.
Para ajudar em outras análises posteriormente, é bom distinguir a quantidade de acessos através de cada um dos canais que levam este cliente até você. Esta visualização o ajudará a definir em que e como investir ou cortar os esforços de marketing.

Custos iniciais de captação e operacionais
Em seguida, levante os custos para o início das suas estratégias de captação de clientes. Englobe os investimentos em seu site, campanhas de publicidade, seo, call center, por exemplo. Além disso, considere os custos operacionais dos setores de atendimento ao cliente da sua empresa, seja físico ou virtual. isto é, tudo o que estiver associado a informações e esclarecimentos ao cliente.

Custos de materiais de Marketing
Aqui você fará o levantamento dos gastos com desenvolvimento e produção de folder, anúncios, panfletos, atualizações do site, blog, redes sociais, e-mail marketing e quaisquer outros encargos relacionados ao marketing on-line.

Custos com promoção
Neste item você fará o cálculo do custo da promoção da sua empresa seja on ou off-line. Isto inclui tanto as promoções pontuais quanto as contínuas, considerando que o seu cálculo CAC é mensal.

Definindo o CAC
Para chegar ao Custo de Aquisição de Cliente você deverá somar todos os custos levantados e dividir pela quantidade de novos clientes conquistados no período determinado. Suponhamos que você angariou 300 novos clientes no último mês e que a soma das despesas acima citadas seja de R$4000,00. Para encontrar o CAC da sua Saas você dividirá 4000 por 300. Fácil, não?

Como avaliar se o CAC da sua SaaS é positivo
O fracasso do seu modelo de negócio vem quando o CAC excede o LTV (LifeTime Value ou a capacidade de monetizar clientes). Para um negócio rentável, o CAC deve ser significativamente menor que o LTV da sua empresa.

Como reduzir o CAC
As taxas de conversão desempenham um papel extremamente importante no CAC da sua startup SaaS. Considere o uso da metodologia de testes A / B para melhorar as taxas de conversão. O tráfego para o seu site pode ser facilmente segmentado, analisando os resultados em páginas distintas com diferentes ofertas.

É importante ficar atento também aos níveis de contatos realizados por um cliente em potencial antes de efetuar a compra. Alguns produtos são de fácil compreensão, enquanto outros podem exigir uma atenção especial de um profissional de vendas. Às vezes, o cliente vai querer um julgamento com seus próprios dados, em outro momento pode querer alguma explicação, demonstrações e até mesmo um teste. Considere todas as maneiras possíveis para minimizar as dúvidas. Você pode, por exemplo:

  • Criar vídeos de demonstração que respondam às perguntas mais comuns dos prospectos;
  • Disponibilizar em seu site informações sobre instalação do produto, como as configurações mínimas exigidas;
  • Disponibilizar cases e depoimentos de clientes que já utilizam o produto ou serviço;
  • Oferecer um comparativo da sua solução com as concorrentes, apontando as suas vantagens;
  • Desenvolva questionários para entender as necessidades do cliente no ato da prospecção. Isto facilitará o fornecimento de respostas convincentes sobre como a sua solução pode ser a melhor opção.

Com o cálculo do Custo de Aquisição de cliente a sua SaaS terá informações importantes sobre os seus investimentos, fazendo com que o seu negócio se torne ainda mais competitivo no mercado, sem gastos desnecessários.

Depois, basta direcionar os esforços e investimentos para o que traz mais retorno e expandir o seu negócio! Pronto para começar? Não se esqueça de dividir conosco as suas experiências e dúvidas nos comentários.

Comentário Final (Ricardo):
Este é um tema muito importante para qualquer empreendedor. Saber o seu Custo de Aquisição de Cliente, compará-lo com o benefício total (LTV) por cliente e estudar formas de optimizar esta relação pode ser a diferença entre ter um negócio rentável, ou falhar num item essencial e não sobreviver. E salvar um negócio pode por vezes ser tão simples como pensar estrategicamente sobre este tema.

 
3 Comentários

Publicado por em 7 de Maio de 2014 in Empreendedores

 

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