RSS

Os 2 lobos dentro de um empreendedor

Uma noite, um velho Cherokee comentava com o seu neto sobre a batalha que acontece dentro de todas as pessoas.

- “Meu filho, a batalha é sempre entre dois lobos… Um deles é o MEDO. Este carrega a ansiedade, preocupação, incerteza, hesitação, indecisão e falta de ação. O outro é a FÉ. Traz calma, convicção, confiança, entusiasmo, determinação, emoção e ação.”

O neto pensou por um momento e então perguntou ao avô:
“E qual o lobo que vence?”.

O velho Cherokee respondeu:
“O que se alimenta!”

a144d84e25ebc924fd089df454be6a22

 
 

Etiquetas: , , , ,

O Keynesianismo numa breve história

Vamos imaginar o Mainardo. Keynesiano convicto, o Mainardo acabou de comprar um carro com computador de bordo com os seus parcos recursos. Logo na 1ª viagem com o novo carro, ao passar pelas funções do “computador de bordo”, reparou que quanto mais devagar conduzir, para mais quilómetros tem combustível. Excitado pela descoberta, o Mainardo deixa de puxar pelo motor e consegue aumentar o alcance do combustível qua actualmente tem no carro. Vai reduzindo a velocidade, vai aumentando o alcance (do combustível cada vez em menor quantidade).
Como não é uma pessoa de pensar muito para além do curtíssimo prazo, qual é a conclusão do Mainardo?

Se for em 1ª, talvez não tenha de reabastecer até enviar o carro para a sucata!!!
Mainardo, 2014

Bordo

 

Etiquetas: , ,

Quais são as expectativas para o iPhone 6?

Melhor do que um texto meu, deixo aqui uma recolha de notícias:

  1. Formam-se filas desde 3 de Setembro (Apresentação a 9, Lançamento talvez a 19).
  2. A China Mobile abriu pré-reservas só para Pequim. 33.000 aderiram no 1º dia.
  3. Competidores não conseguem transporte de longa distância atempado antes do Natal.
  4. Economia de Taiwan melhora devido às encomendas da Apple.
  5. Assemblante Chinês contrata 100.000 para montar o iPhone 6.
  6. Acção da Apple atinge novo valor recorde.
  7. Expectativas para as vendas nos primeiros dias.

Update – links após o lançamento:

  1. Diversas filas a nível mundial.
  2. Filas recorde na loja de Manhattan (1880 na hora de abertura).
  3. Houve quem viajasse para Sidney para ser o 1º a comprar o telefone.
  4. Drop test, feito pela Android Authority.
  5. iOS8 tricks.

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 3 de Setembro de 2014 in Ásia, Tecnologia

 

Etiquetas: , , ,

Porque é que a Arte hoje é tão… má

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 2 de Setembro de 2014 in Cultura, Videos

 

Etiquetas: ,

Enquanto houver Banco Central, não haverá Economias Livres

Ron Paul, no Instituto Mises Brasileiro, sobre este tema:

Controle de preços é algo vilipendiado quase que universalmente pelos economistas.  As consequências negativas de se impor preços mínimos e preços máximos são numerosas e muito bem documentadas.  Por outro lado, os economistas não só aceitam normalmente, como também debatem entusiasmadamente, a mais importante, porém menos compreendida, manipulação de preços que ocorre no mundo atual: a manipulação das taxas de juros.

Ao determinar a taxa básica de juros – que nada mais é do que a taxa à qual os bancos fazem empréstimos entre si no overnight com a intenção de manter os níveis de reservas bancárias (compulsório) determinados pelo Banco Central – o Banco Central assume o lugar dos participantes do mercado, que é quem teoricamente deveria determinar os juros através de suas ações, compatibilizando a oferta de poupança com a demanda por ela.

O Banco Central e o governo federal não ousam fixar os preços da madeira, do aço, dos automóveis e dos imóveis.  Entretanto, quando o Banco Central determina a taxa de juros – e pelo fato de esta ser o preço do dinheiro para aquele que contrai empréstimos, o que afeta toda a demanda por dinheiro -, ele está afetando os preços de toda a economia de uma maneira menos explícita porém tão deletéria quanto um controle direto de preços.

O exemplo da União Soviética já deveria ter nos ensinado que nenhum indivíduo, nenhum grupo de pessoas, não importa sua capacidade científica, pode arbitrariamente determinar preços sem que isso gere caos económico.  Somente a interação espontânea dos participantes do mercado pode levar ao desenvolvimento de um sistema de preços que funcione corretamente e que permita que as necessidades e desejos de todos os participantes sejam satisfeitas.  A sensação que fica quando se lê as atas do Banco Central é que a taxa de juros é frequentemente determinada de acordo com os caprichos e fantasias dos diretores da instituição. Os defensores dizem que há critérios científicos por trás de cada escolha.  Entretanto, mesmo explicações mecanicistas como a Regra de Taylor dependem de estatísticas que ficam totalmente a critério dos burocratas do Banco Central: qual o PIB potencial, qual índice de inflação será utilizado, qual segmento deve ser desconsiderado (alimentos, energia, educação), etc.  No fim, o que temos é uma economia centralmente planejada.

Quando os agentes de mercado são obrigados a gastar boa parte de seu tempo tentando descobrir a próxima jogada desses fixadores de preços, analisando cada frase das declarações e das minutas do Comitê de Política Monetária, eles necessariamente se afastam das atividades económicas produtivas.  Eles deixam de ser atores económicos e forçosamente se tornam prognosticadores políticos.  Este não é um problema económico isolado, uma vez que as empresas também têm de levar em consideração outras intervenções estatais, como aumento de impostos, isenções fiscais expirantes, tarifas de importação, subsídios aos concorrentes, etc.  Entretanto, como a taxa de juros determina o custo dos empréstimos e, consequentemente, determina se investimentos de longo prazo devem ou não ser empreendidos, essa manipulação estatal tem um impacto muito maior do que outras políticas governamentais.

É a manipulação dos juros que causa os ciclos económicos. Quando os juros se tornam artificialmente baixos, o mercado é distorcido e os empreendedores são levados a fazer maus investimentos – investimentos que não fazem sentido à luz dos recursos presentemente disponíveis (que parecem maiores do que realmente são).  Esses investimentos irão ocorrer nos estágios mais remotos da estrutura do capital, isto é, nos estágios da produção mais afastados dos bens de consumo final.  Porém esses investimentos não serão sustentáveis a longo prazo, pois não há poupança real disponível para tal (os juros foram diminuídos artificialmente).  Quando o padrão normal de consumo for readotado, esses investimentos revelar-se-ão inúteis e a recessão será a consequência.  Esses investimentos errôneos não teriam acontecido caso o banco central não tivesse brincado com os juros e tivesse permitido que eles informassem o preço e a quantidade real dos recursos disponíveis.

Até entendermos os resultados que essas ações do Banco Central provocam, a economia estará fadada a repetir esses períodos abruptos de expansão e recessão.  É imperativo que se entenda que não pode existir livre mercado enquanto houver um banco central.  Se o preço do dinheiro, que é preço mais importante da economia, é determinado pelo governo, então estamos vivendo sob uma economia planejada.

 

Etiquetas: , ,

 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 1.322 outros seguidores