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Cuba, a terra da Medicina Gratuita e de Qualidade?

09 Fev

Se acreditarmos em fontes oficiais, talvez.

Mas um sítio de opositores do regime conta outra história.

Pontos altos do artigo:

1. O que acontece aos 10.000 Dólares que Angola paga por um médico Cubano?
Letter from a slave doctor in Angola
A relative of a Cuban slave doctor, who was sent by the Castro regime to work in Angola, have sent me copy of a recent e-mail he received where the doctor explains how the Castro brothers exploit those who are forced to abandon their families and go work in foreign countries.
The name of the doctor has been omitted for obvious reasons. Here is a translation of what he said:
“Let me explain how the contract works. The Angolan government pays Cuba US$10,000 monthly for each doctor, but from that total, the Cuban government pays Angola’s Ministry of Health US$6,000 per month to guarantee our housing and transportation. We have to pay for our own food. Of the US$4,000 left we only receive US$600, but 30% of the $600 is paid to an account in Cuba. I spend about US$150 buying food that I have to cook myself and if you check the phone bill, it cost around US$40 to call Cuba. As you can see, it is not easy.”
Note – According to the relatives, the 30% that is paid in Cuba is in CUC Convertible Cuban Pesos that are worthless outside of Cuba.

2. E a culpa de faltarem equipamentos não é do Embargo?
Those who still are trying to defend the indefensible claim that the reason why Cuba’s hospital lack the necessary equipment and supplies to treat regular Cubans is because of the US embargo. But that is another lie perpetrated by Castro’s propaganda machine. Have you ever heard of “Combiomed”?
The headquarters for Combiomed are located at what the Castro regime refers to as “the scientific pole of East Havana.” According to its website, more than 12,000 medical equipment manufactured by Combiomed is being used in many countries around the world “and this number increases by several hundred each month.” And what type of medical equipment are we talking about? Equipment that is not available at the hospitals that treat regular Cubans.

 3. Sobre o filme de Michael Moore
Those of you who saw Michael Moore’s documentary “Sicko,” would remember the scene where Moore and his guests walked into a Cuban pharmacy and asked for an asthma medication, Salbutemol, and immediately the clerk opens a drawer and gives it to one of the guests, a woman from New York, who then begins to cry when she learns that in Cuba that medicine costs only a fraction of what it costs in New York. According to Moore, his guests received the “the same care” that any regular Cuban would receive, “no more, no less.”
But the scene at the Cuban pharmacy, as the whole portion of Sicko filmed in Cuba, was a fallacy conceived, scripted, staged and rehearsed by the Cuban regime with Moore’s acting the part of the useful idiot.
In an article titled “Catching a cold in Cuba,” Sally Melcher Jarvis, a correspondent for a Pennsylvanian newspaper who went to Cuba in November of 2007 accompanying a humanitarian mission organized by a local museum, found out about the apartheid that regular Cubans are suffering since Castro turned them into second class citizens in their own country.
Here is part of what she wrote: “It wasn’t much of a cold; just the kind that would get better by itself in a week. In the meantime it was a nuisance with a cough and stuffy nose. A little over-the-counter remedy would help…..There were no over-the-counter remedies to be had. I asked the guide what Cubans did if they had a cold. The guide said that a Cuban would go to the doctor — a visit free of charge — who would write a prescription for aspirin. However, there would be no way to fill the prescription. We visited a pharmacy later in the trip. Behind the counter five well-dressed Cuban women waited to serve, but the shelves were empty. The only items in sight were the monthly ration of sanitary napkins, 10 permitted per Cuban woman per month.
It was like being in a dream where two different things can happen at the same time. We were in a two-tier system: one for the privileged (tourists, for example) and the other for those who lived and worked in socialist Cuba. Our luxurious state-owned hotel was closed to Cubans, except for those who worked there. A Cuban could not even come in for a meal.
It was depressing to see attractive and intelligent people restricted and denied opportunity in such an appealing land only 90 miles away from our country. The accident of birth has put me in a free country and I have never been so grateful.” Click here to read the entire article.

O sítio tem imensas fotos. Coloco aqui algumas para exemplo depois do vídeo.

O vídeo de 1 hora sobre Medicina nos EUA e em países ainda mas socialistas.

Verem todas as do sítio pode ser chocante. Estas não são as piores.

Sala de raios X

Salas de revelação dos Raios X

Casas de banho do Hospital

Hospital Psiquiátrico

Cama de um hospital

Doente acamado

Outro doente (sim, o chão está cheio do que estão a pensar)

Doente a ser levado para o hospital numa “ambulância”

Baratas no chão

Acabamentos eléctricos

Telefones públicos (não operacionais)

Gratuita, não é. Ou não se tem Dólares (como nos centros para estrangeiros), ou se espera imenso por algo que não chega, ou se pagam “luvas”. Geralmente quem pode paga luvas. Quem não pode…

Quanto à qualidade, eu já suspeitava que não era muita, mas as fotos – de facto – são chocantes.

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16 Comentários

Publicado por em 9 de Fevereiro de 2012 in América do Norte, Comunismo, Cultura, Evento, Saúde

 

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16 responses to “Cuba, a terra da Medicina Gratuita e de Qualidade?

  1. C.Rocha

    9 de Fevereiro de 2012 at 9:44

    Este artigo se bem que baseado em factos verdadeiros está repleto de incorreções e exageros. Um artigo sensacionalista para denegrir a imagem dos Cubanos. Está um tanto ao quanto longe da realidade, na minha opinião.
    Por exemplo os médicos são quase como uma elite no País e 600$ estão muito acima do nível médio de vida da população. Não há necessidade de olhar com condescendência para estas pessoas, pois elas têm um nível de vida muito bom.
    O capítulo 3, é composto com excertos de uma jornalista Norte-Americana que não consegue ter uma opinião racional sobre este tema dado o conflito existente entre os 2 países. Ela deveria ter optado por ficar em casas de cubanos em vez de resorts de 5 estrelas onde só se vê Cuba pela janela.
    Com certeza um país com muitos problemas e com um sistema político no mínimo questionável, mas não menos questionável que o sistema que gere o país localizado 90 milhas mais a norte.

     
  2. Ricardo Campelo de Magalhães

    9 de Fevereiro de 2012 at 11:12

    O que é que é incorrecto ou exagerado? Dê exemplos, por favor.
    Estes Cubanos dão exemplos concretos no seu pedido de ajuda para os ajudarem a livrar-se dos opressores Castristas.

    O objectivo não é nada denegrir os Cubanos, muito pelo contrário: a ideia é participar na exposição do regime corrupto que os mal-trata e que é tão protegido por um certo grupo de cidadãos que, por motivos que só eles compreenderão, continua a proteger regimes como Cuba e Coreia de Norte (ver artigo das Coreias aqui no blog).

    Os médicos têm um nível de vida acima da população Cubana em geral… mas ainda assim muito abaixo do que um cidadão Português médio pode gozar, quer a nível de rendimentos (Portugal tem um salário médio de cerca de 1000 Euros), quer a nível de serviços que, por simplesmente não existirem em Cuba, aqueles médicos não podem usar.

    Quanto à comparação EUA-Cuba, é… enfim.
    É por isso que vemos Americanos a nadar para Cuba todos os anos, imagino eu.

     
  3. Carlos

    9 de Fevereiro de 2012 at 14:52

    Sobre o ponto 1, saiu na imprensa portuguesa (creio que no “i”) uma história semelhante, no ano passado, com mais um pormenor: o tal dinheiro que vai para uma conta em Cuba só é devolvido ao médico quando este regressa à pátria. Esse dinheiro é usado como uma garantia de que o médico não foge às malhas do regime.

    Quanto a americanos a nadarem para Cuba, pá, não sejas assim Ricardo :)
    Eles existem. Vão lá e voltam carregadinhos de produtos made in Colombia ;)

     
  4. Luís Garcia

    19 de Fevereiro de 2012 at 12:32

    O artigo é sensacionalista e simplesmente ridículo!
    E incrivelmente manipulador: mostrar uma foto de uma morgue com 3 cadáveres e chamar-lhe “Hospital Psiquiátrico”….
    De rir esta palhaçada…

     
    • Ricardo Campelo de Magalhães

      19 de Fevereiro de 2012 at 15:01

      Luís Garcia,
      Antes demais, gostava que tivesse um pouco mais de cuidado com a linguagem, pois no meu blog pessoal não gosto de ter esse nível de linguagem e arrisca-se a que de uma próxima vez ache que tenha ido longe demais e pura e simplesmente não aprove o comentário.

      Quanto à sua opinião, gostava de saber se o Luís Garcia alguma vez visitou Cuba e teve a oportunidade de visitar os Hospitais Cubanos para Cubanos (só o facto de fazerem distinções, mostra logo a confiança que têm no seu serviço). Se não sabe, então cuidado com as dúvidas que levanta.

      As fotografias do sítio e as respectivas descrições foram feitas por Cubanos que vivem em Cuba e que sofrem diariamente. Não por Europeus que gozam de condições de vida completamente diferentes, muito superiores note-se, e que fazem do elogio de uma ditadura o seu hobby. Respeite o sofrimento dos Cubanos e, se puder, divulgue estas e outras informações que lhe chegarem do território.

      Já agora, recomendo também o artigos sobre as Coreias:

      http://campelodemagalhaes.wordpress.com/2011/12/21/coreia-do-sul-vs-coreia-do-norte/

       
      • Luís Garcia

        19 de Fevereiro de 2012 at 15:13

        Sim mestre todo poderoso, pois claro,
        mas contínuo na minha, por que raio intitulou a foto de uma morgue como “hospital psiquiátrico”??? Manipulação barata, meu caro.

        E manipulação barata é também pegar em fotos dos piores exemplos de instalações cubanas e apresentá-las como sendo “the real Cuba”. A mesma crítica de mim recebem os líderes cubanos quando fazem inversamente o mesmo, apresentando as melhores instalações médicas e fazendo-nos crer que todas as instalações são semelhantes em qualidade na ilha.
        Tal como eles, o caro Ricardo, sem lucidez nem objectividade, pega no particular para recriar o geral que melhor encaixa na sua ideológica propaganda… ambos falaciosos, ambos maniqueístas, ambos manipuladores…

         
  5. Luís Garcia

    19 de Fevereiro de 2012 at 15:29

    Em Portugal sim, respeita-se “o sofrimento” dos pacientes, com os PS(D) privatizando saúde, encerrando instalações hospitalares essenciais e aumentando absurdamente os custos para os cidadãos de um país no qual já pagam impostos para supostamente ter acesso a cuidados médicos universais e gratuitos…

    E essa dos europeus gozarem de condições de vida superiores aos cubanos… depende de que europa estiver a falar, mas não de toda. Compare, por exemplo, o índice de desenvolvimento humano de Cuba com as das nações europeias, superior a de um país da UE, a Bulgária, e um lugar abaixo do da Roménia.

    http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_Human_Development_Index

     
    • Ricardo Campelo de Magalhães

      19 de Fevereiro de 2012 at 20:18

      Bem Luis, intitulei-a assim porque estava assim no sítio dos Cubanos. Eu não inventei nem as fotos nem as legendas. Se ando a expor alguém, não vou cair no mesmo erro e inventar legendas…

      As instalações são reais e daí o nome “real Cuba”. Há outras instalações igualmente reais, mas estas foram escolhidas para demonstrar até onde chegam as más condições proporcionadas pelo regime. Não são a média. São até onde o regime vai. Mas são reais, de acordo como aquele sítio e diversas organizações onde já vi referências a este sítio.

      Não sei porque ataca estas fotos, quem as tirou e este Português que as divulga. Se também acha o regime “propagandista”, então espero que também lhes faça chegar a sua indignação. A eles e a quem os apoia em Portugal.

      Quanto a Portugal,
      É ridícula a comparação. Temos muito melhores condições que Cuba e o país é referido pela OMS como um exemplo em vários domínios.

      Quanto às Privatizações em Portugal,
      Privatizando é bom para os Médicos (o Privado paga mais) e para os Doentes (a organização será muito mais eficiente e logo com os mesmos médicos muitas mais consultas podem ser oferecidas, e a um preço menor – pela concorrência e pela eficiência). Perdem burocratas centrais e hospitalares.
      Assim, não sei porque é que é contra a oferta deste serviço público pelo sector não competitivo e não pelo competitivo…

       
      • Abel

        23 de Junho de 2013 at 22:09

        Sinceramente!.. alguém anda aleanado da realidade por aqui. Vá a Cuba e veja com seus próprios olhos e deixe-se dessas coizinhas.

         
  6. Paulo Castro

    27 de Agosto de 2013 at 23:15

    Os EUA é que são os maiores não é Ricardo Campelo de Magalhães? War, Oil, Dollars.
    Seu pseudo intelectual de meia tigela!!
    Se (…) publica este comentário.

     
  7. Ricardo Campelo de Magalhães

    28 de Agosto de 2013 at 0:50

    EUA? Onde o estado fixa todas as regras e os privados lutam por favores do estado e não por preferências dos consumidores? Certo, certo… muito liberais… lol

     
  8. Raul lourenco

    2 de Outubro de 2013 at 23:31

    Desolação completa, por culpa do incapacitado presidente Kennedy.

     

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