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Arquivo da Categoria: Europa

A Suécia e os Ciganos

Durante 100 anos, a Suécia perseguiu e esterilizou ciganos:

A Suécia admitiu que nos últimos 100 anos tratou a população cigana como “incapacitados sociais” e, por isso, esterilizou-os e perseguiu os que estavam no seu território, impedindo a entrada de outros.

(…) Entre 1934 e 1974, o Estado sueco prescreveu a esterilização das mulheres ciganas. Não há números, mas o Ministério da Integração diz que uma em cada quatro famílias ouvidas para a redacção deste Livro Branco conhecia pelo menos um caso de esterilização ou aborto forçado.

Muitas crianças foram retiradas às famílias pelos organismos de Estado — tratava-se de “uma prática sistemática”, explicou Sophia Meteluis, assessora do Ministério da Integração, citada pelo jornal espanhol El País.

Até 1964, a Suécia proibiu a entrada de ciganos.

O paraíso do humanismo? Yeah, right…

 
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Publicado por em 31 de Março de 2014 in Europa, Política

 

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Quem são as pessoas mais citadas na história?

Segundo o estudo Pantheon:
  1. Aristóteles
  2. Platão
  3. Jesus Cristo
  4. Sócrates
  5. Alexandre o Grande
  6. Leonardo Da Vinci
  7. Confúcio
  8. Júlio César
  9. Homero
  10. Pitágoras

(…)
84. Vasco da Gama
(…)
90. Fernão de Magalhães

Exemplos de líderes sectoriais:

Segundo o próprio site, o projecto é um “trabalho em progresso” e continuará a acrescentar referências para aperfeiçoar os rankings. A lista acima foi retirada hoje, 18 de Março de 2014, e a lista actualizada pode ser consultada via o link acima. Veremos como irão evoluir as listagens.

 
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Publicado por em 18 de Março de 2014 in Europa, História, Portugal

 

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Hollande, o novo “Ultra-Neo-Liberal”

Escrevia eu n’O Insurgente dia 7 de Janeiro:

Hollande promete apoiar… … criadores de emprego?

O desemprego atingiu um novo recorde em França com um crescimento de 60 mil desempregados em Setembro, o que eleva para 3,29 milhões os inscritos à procura de emprego, segundo números divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho.

Este aumento deve-se em parte a um erro estatístico que levou a uma descida artificial do número de desempregados em Agosto.

Com 3,29 milhões de pessoas sem trabalho, o desemprego atinge mais de 10,9% da população activa, o que constitui um recorde absoluto em França.

O presidente francês, François Hollande, comprometeu-se a inverter os números do desemprego até ao final do ano, num clima de preocupação crescente quanto à economia e à criação de emprego.

Carta_Mao_CanetaEste compromisso só pode ser visto como um apoio aos criadores de emprego, numa clara inversão da política que até agora tinha sido consistente no ataque aos mesmos.
Sabem o que falta? Um conselheiro que meta bom senso naquela cabeça. Um que poderia escrever uma nota como:

Querido Hollande,(1)

Os nossos amigos – e grandes contribuintes – sindicalistas foram muito claros no
5 de Dezembro: ou estás com os sindicatos contra o patronato, ou estás contra os sindicatos. Se fores em frente com políticas de aumento da classe oprimida, talvez misturadas com umas Sarkozices como redução do crescimento dos impostos ou do ritmo de crescimento da regulamentação (3), não terei hipótese de os conter e poderás contar com manifs históricas ainda antes do 1º de Maio.

O teu amigo de sempre!

(1) – parecia menos mal no original…
(2) – a esquerda sempre dá significados às datas, sem as nomear
(3) – discute-se a retirada de uma restrição, por cada 100 adicionais passadas a lei

Agora, Hollande anuncia programa de austeridade para relançar crescimento e emprego:

Chegou a hora de a França atacar o seu principal problema: a produção. Temos de produzir mais e melhor. É sobre a oferta que temos de agir. Ela depois cria a procura.

hollande_banner

Fico à espera do ataque to Tó Zé Seguro e da restante “esquerda”. Se forem coerentes, claro ;)

 
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Publicado por em 14 de Janeiro de 2014 in Europa, Pol. Fiscal, Política

 

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The Fall of France

Newsweek, sobre a República que é a inspiração de Tó Zé Seguro.

From a senior United Nations official who is now based in Africa:“The best thinkers in France have left the country. What is now left is mediocrity.”

From a chief legal counsel at a major French company: “France is dying a slow death. Socialism is killing it. It’s like a rich old family being unable to give up the servants. Think Downton Abbey.”

Taxe de luxe

 

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Hollande bate recorde… de impopularidade

João Cortez, n’O Insurgente:

François Hollande, tornou-se no presidente francês menos popular de que há registo com uma popularidade de 26%, tendo sido registada pela primeira vez um índice de aprovação abaixo de 30%.

Esta semana François Hollande foi vaiado junto ao arco do triunfo durante as comemorações do dia do armistício, tendo sido detidas cerca de 70 pessoas.

Actualização – Reacção dos líderes Europeus:
hollande_handshake

 
1 Comentário

Publicado por em 15 de Novembro de 2013 in Europa, Política

 

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Que países falam melhor inglês?

De acordo com a EF, estes:

EF - High Proficiency in English

 

Ler relatório completo: ef-epi-2013-report-master

 

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Para onde emigrar?

O Washington Post responde:

expats

 

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People before Profits?

Via Telegraph: Hiring UK workers ‘more important’ than profit, Matthew Hancock indicates. Excerpto:

Mr Hancock, the business and skills minister, has said that companies have a “social duty” to employ young British workers rather than better-qualified immigrants.

He said that employers should be prepared to invest in training British staff rather than simply looking for “pure profit”.

Asked whether he believes that a company should train British workers “at the risk of a little bit of profit” rather that employing foreigners Mr Hancock said: “Yes, yes I do.”

He added: “I think that the Government has a responsibility too. We have a responsibility to support that training.”

“As the amount of jobs in the economy grows – we saw the good growth figures yesterday – everybody should be given the chance to get on in life and get one,” he told BBC Radio 4’s Today programme.

Se isto é um ministro liberal…

PS: o facto de ser um “herói” do site right-angle.org já é revelador…

 
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Publicado por em 28 de Julho de 2013 in Europa, Regulação

 

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A carga fiscal é mesmo mais elevada nos países nórdicos?

Mário Amorim Lopes, investigador da FEP, num excelente artigo n’O Insurgente:

O gráfico que se segue é contundente. Aparentemente, os países nórdicos têm a maior receita fiscal (em % do PIB) de toda a UE. A questão que se coloca é: será que esta é uma boa medida para aferir a carga fiscal necessária para onerar os compromissos em todo o horizonte temporal?

Legenda do gráfico: Ano de 2011. A carga fiscal aumentou substancialmente em Portugal para o ano de 2012. Ano de 2011. A carga fiscal aumentou substancialmente em Portugal para o ano de 2012. Fonte: Eurostat.

Dois importantes indicadores não constam desse gráfico. O défice fiscal e a dívida pública. Quando a despesa é maior do que a receita, é necessário emitir dívida pública para financiar os deficits. Se este comportamento é perpetuado, estamos a colocar no futuro obrigações que terão de ser oneradas com carga fiscal (ou redução da despesa, mas consideremos que a despesa pública é constante à taxa atual).

Mesmo que a equivalência de Barro-Ricardo não se verifique e as famílias não incorporem o facto de que dívida hoje são impostos no futuro, causando uma diminuição do consumo no curto-prazo por antecipação de futura carga fiscal, a verdade é que a dívida está lá. E terá de ser paga.

Ou seja, quando a análise da carga fiscal é feita para um determinado instante t, não está a analisar a carga fiscal necessária para cumprir as obrigações para todo o período. Dito de outra forma, o valor da carga fiscal no presente não é minimamente representativo, especialmente se obrigações contraídas no presente obrigarem a um aumento significativo da mesma por forma a fazer face ao serviço de dívida (novamente, assumindo que G é constante).

Por forma a incorporar essas obrigações futuras, pensei num indicador que permita normalizar a carga fiscal para todo o horizonte temporal, que pressupõe o pagamento integral da dívida. Consideremos, então, o rácio (G + B)/T, em que G representa os gastos públicos (consumo e investimento publico), B o stock de dívida pública e T a receita fiscal, todas as variáveis em % do PIB. No longo prazo (quando t -> inf), assumindo que a dívida é paga, então (G + B)/T = 1, ou seja, o orçamento é equilibrado e as receitas equilibram as despesas.

O resultado é o seguinte:

Carga fiscal no longo prazo

O gráfico reflete a disparidade entre obrigações do Estado e a receita fiscal que será necessária para as cumprir. Ou seja, Portugal necessita de 4 vezes a sua carga fiscal atual para onerar as suas obrigações (para todo o horizonte, obviamente – 4*T/t).

O corolário óbvio disto é que, assumindo todo o horizonte e que os países com elevada dívida não entrarão em default, a média da carga fiscal para todos os períodos necessário para Portugal onerar os compromissos é consideravelmente superior à dos países nórdicos (assumindo, uma vez mais, despesa constante).

Isto desmistifica a ideia de que a carga fiscal nos países nórdicos é superior. Aliás, no presente, até é. Não o é, provavelmente, para todo o horizonte temporal.

Parece-me por demais evidente que se este nível de carga fiscal já é elevado, incrementá-lo seria suicidário. A única alternativa é cortar na despesa. Ou, claro, uma outra revolução industrial que catapulte a taxa de crescimento do PIB para a casa dos dois dígitos, algo que dificilmente acontecerá em breve, excepto na cabeça de alguns.

Nota: se for usado o valor do saldo primário e da dívida para o mesmo período, existe uma dupla contabilização do défice no stock de dívida pública. Por simplificação e porque ainda não existem dados definitivos para 2012, incorro nessa redundância, mas os resultados não se alteram significativamente.

Nota 2: duas variáveis são fluxos e uma é um stock. No entanto, são normalizadas pelo PIB, pelo que são aditivas. (G + B)/Y mede a despesa do período atual mais a despesa acumulada, ou seja, a despesa para todo o horizonte.

 
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Publicado por em 9 de Julho de 2013 in Dados, Europa, Pol. Fiscal, Portugal

 

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Un an après: la «Boîte à outils» de François Hollande détruit l’emploi

Um estudo em Francês sobre a FrançaApresentação:

Etude réalisée par l’IREF en collaboration avec l’association Contribuables Associés
Un an après : la « Boîte à outils » de François Hollande détruit l’emploi

En 2012, l’Etat ponctionnait aux Français près de 44,9 % de la richesse nationale. Les nouvelles taxes créées par le gouvernement devraient accroître ces prélèvements de plus de 50 Milliards d’euros selon le dernier rapport des prélèvements obligatoires. Ces nouveaux prélèvements, loin d’accompagner une éventuelle reprise de la croissance, vont au contraire pénaliser les entreprises, donc la croissance économique et l’emploi.

Ainsi, les 12,2 Milliards d’euros de prélèvements supplémentaires sur les entreprises auront un effet très négatif sur l’emploi. En effet, ces hausses d’impôts, ciblées sur les grandes entreprises, vont avoir un effet négatif mesurable sur leurs investissements directs, mais également sur leurs sous-traitants et leurs fournisseurs que sont les PME. Au total l’étude de l’IREF calcule que ces hausses d’impôts vont, directement et indirectement, détruire 70.000 emplois supplémentaires en France.

• 12,2 Milliards € de nouveaux impôts sur les entreprises,
• Un fardeau fiscal responsable de 0,5 % de croissance en moins,
• 99.500 emplois détruits en 2012 dans le secteur marchand, plus de 160.000 destructions prévues pour 2013,
• 70.000 emplois seront perdus en 2013 à cause de la hausse de la fiscalité,
• 21,5 % dans les grandes entreprises, 78,5 % dans les PME.
 
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Publicado por em 20 de Maio de 2013 in Europa, Pol. Fiscal

 

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Alemanha Comunista vendeu saúde dos seus cidadãos a quem pagava melhor

Mais de 50 mil pessoas na ex-RDA foram cobaias para grupos farmacêuticos ocidentais:

escudo RDA comunista

Mais de 50 mil pessoas da antiga República Democrática Alemã (RDA) serviram de cobaias para grupos farmacêuticos ocidentais, muitas vezes sem o saberem e algumas perderam a vida. A notícia é avançada pelo semanário alemão Der Spiegel deste domingo.

No total, foram levados a cabo mais de 600 estudos em 50 clínicas, até à queda do muro de Berlim em 1989, especifica a revista, que se baseia em documentos inéditos do Ministério da Saúde da Alemanha de Leste e do instituto alemão dos medicamentos.

Nesses dossiers, aparecem dois mortos em Berlim-Leste na sequência de testes relacionados com o Trental, um produto que melhora a circulação sanguínea, desenvolvido pelo grupo Hoescht (que entretanto se fundiu com a Sanofi), da então República Federal da Alemanha; ou ainda dois mortos perto de Magdebourg durante ensaios de um medicamento para a tensão para o laboratório alemão Sandoz, entretanto comprado pelo grupo suíço Novartis.

(…)

Se o PCP tomasse conta de Portugal (e não digo em coligação, digo se o Jerónimo de Sousa se tornasse o ditador Português), com a sua política de altas despesas e baixos impostos (já agora), o que faria passados 20 anos de crise económica e face a uma fome à norte-coreana (um regime que eles ainda hoje defendem publicamenteapesar das evidências)?

Fica a pergunta e uma ou outra possíveis respostas.

 
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Publicado por em 12 de Maio de 2013 in Europa, História, Política

 

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Tratado fundador do Hamas

Quando fui visitar a Embaixada de Israel em Lisboa, o Conselheiro Político da embaixada – em resposta a questões sobre a actuação de Israel face aos ataques dos seus vizinhos – fez uma pergunta curiosa sobre a relação entre Israel e os seus vizinhos: “O que é que queriam que nós fizéssemos?”. Ou seja, se o nosso país fosse atacado com 13.000 “rockets” desde a assinatura do “cesar-fogo”, qual seria a nossa resposta. Negociar, diriam muitos dos meus leitores. Para esses, para que fique bem clara a dificuldade de negociar com o Hamas, aqui ficam excertos do documento fundador do mesmo, para conhecimento dos meus conterrâneos Portugueses. Fonte: Facebook da Embaixada de Israel em Portugal – Nota. Aceito discutir disputas na tradução, dada a fonte. Se bem que não me parece que esse problema se coloque.

The Hamas Covenant – Selected Excerpts

1. Calls for the Destruction of Israel

Introduction: “Israel will exist and will continue to exist until Islam will obliterate it, just as it obliterated others before it” (The Martyr, Imam Hassan al-Banna, of blessed memory).” [Page 1]

Article 6: “The Islamic Resistance Movement is a distinguished Palestinian movement, whose allegiance is to Allah, and whose way of life is Islam. It strives to raise the banner of Allah over every inch of Palestine…” [Page 3]

2. Calls for Jihad

Article 13: ” There is no solution for the Palestinian question except through Jihad.” [Page 7]

“Article Eight: The Slogan of the Islamic Resistance Movement:  Allah is its target, the Prophet is its model, the Koran its constitution: Jihad is its path and death for the sake of Allah is the loftiest of its wishes.” [Page 5]

Article 15: ” In face of the Jews’ usurpation of Palestine, it is compulsory that the banner of Jihad be raised.” [Page 8]

Article 15: “The Jihad for the Liberation of Palestine is an Individual Duty: ” “The day that enemies usurp part of Moslem land, Jihad becomes the individual duty of every Moslem. In face of the Jews’ usurpation of Palestine, it is compulsory that the banner of Jihad be raised.” [Page 8]

Article 3: “The basic structure of the Islamic Resistance Movement consists of Moslems who have given their allegiance to Allah whom they truly worship, – “I have created the jinn and humans only for the purpose of worshipping” – who know their duty towards themselves, their families and country. In all that, they fear Allah and raise the banner of Jihad in the face of the oppressors, so that they would rid the land and the people of their uncleanliness, vileness and evils.” [Page 3]

3. Rejection of Peace Negotiations

Article 32: “Leaving the circle of struggle with Zionism is high treason” [Page 18]

Article 11: “The Islamic Resistance Movement believes that the land of Palestine is an Islamic Waqf consecrated for future Moslem generations until Judgement Day. It, or any part of it, should not be squandered: it, or any part of it, should not be given up. Neither a single Arab country nor all Arab countries, neither any king or president, nor all the kings and presidents, neither any organization nor all of them, be they Palestinian or Arab, possess the right to do that. [Page 5]

Article 13: ” Now and then the call goes out for the convening of an international conference to look for ways of solving the (Palestinian) question… These conferences are only ways of setting the infidels in the land of the Moslems as arbitraters.” [Page 7]

4. Antisemitism and Conspiracy Theories

Article 7: “The Prophet, Allah bless him and grant him salvation, has said: “The Day of Judgement will not come about until Moslems fight the Jews (killing the Jews), when the Jew will hide behind stones and trees. The stones and trees will say O Moslems, O Abdulla, there is a Jew behind me, come and kill him.”” [Page 4]

Article 32: ” The Zionist plan is limitless. After Palestine, the Zionists aspire to expand from the Nile to the Euphrates. When they will have digested the region they overtook, they will aspire to further expansion, and so on. Their plan is embodied in the “Protocols of the Elders of Zion”, and their present conduct is the best proof of what we are saying.” [Page 17]

Article 20: ” In their Nazi treatment, the Jews made no exception for women or children. Their policy of striking fear in the heart is meant for all. They attack people where their breadwinning is concerned, extorting their money and threatening their honour.” [Page 11]

Article 32: ” Peoples should augment by further steps on their part; Islamic groupings all over the Arab world should also do the same, since all of these are the best-equipped for the future role in the fight with the warmongering Jews.” [Page 18]

Article 22: ” For a long time, the enemies have been planning, skillfully and with precision, for the achievement of what they have attained. They took into consideration the causes affecting the current of events. They strived to amass great and substantive material wealth which they devoted to the realisation of their dream. With their money, they took control of the world media, news agencies, the press, publishing houses, broadcasting stations, and others. With their money they stirred revolutions in various parts of the world with the purpose of achieving their interests and reaping the fruit therein. They were behind the French Revolution, the Communist revolution and most of the revolutions we heard and hear about, here and there. With their money they formed secret societies, such as Freemasons, Rotary Clubs, the Lions and others in different parts of the world for the purpose of sabotaging societies and achieving Zionist interests. With their money they were able to control imperialistic countries and instigate them to colonize many countries in order to enable them to exploit their resources and spread corruption there.  You may speak as much as you want about regional and world wars. They were behind World War I, when they were able to destroy the Islamic Caliphate, making financial gains and controlling resources.” [Page 12]

Article 28: ” The Zionist invasion is a vicious invasion. It does not refrain from resorting to all methods, using all evil and contemptible ways to achieve its end. It relies greatly in its infiltration and espionage operations on the secret organizations it gave rise to, such as the Freemasons, The Rotary and Lions clubs, and other sabotage groups. All these organizations, whether secret or open, work in the interest of Zionism and according to its instructions. They aim at undermining societies, destroying values, corrupting consciences, deteriorating character and annihilating Islam. It is behind the drug trade and alcoholism in all its kinds so as to facilitate its control and expansion. ” [Page 15]

Introduction: “Our struggle against the Jews is very great and very serious.” [Page 2]

5. The Conflict with Israel as a Religious Struggle

Article 1: “The Movement’s programme is Islam” [Page 2]

Article 15: “It is necessary to instill in the minds of the Moslem generations that the Palestinian problem is a religious problem, and should be dealt with on this basis.” [Page 8]

“The Islamic Resistance Movement is one of the wings of Moslem Brotherhood in Palestine. Moslem Brotherhood Movement is a universal organization which constitutes the largest Islamic movement in modern times.” [Page 2]

Article 11: Palestine is an Islamic Waqf land consecrated for Moslem generations until Judgement Day. This being so, who could claim to have the right to represent Moslem generations till Judgement Day?” [Page 5]

 
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Publicado por em 10 de Maio de 2013 in Ásia, Europa, Política

 

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Hungria

A Hungria é um país que nos últimos tempos tem sido notícia pelos piores motivos. Não só tem um nível de intervencionismo estatal enorme, como agora os líderes locais decidiram fazer um conjunto de reformas políticas para diminuírem fortemente as liberdades políticas que qualquer país da UE é suposto gozar. Para se perceber como um estatista pode acabar com a democracia no seu país, ficam aqui algumas ligações relevantes para ver o que está a acontecer no terreno (lista retirada daqui):

 
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Publicado por em 2 de Maio de 2013 in Europa, Política

 

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O que aconteceu ao Preço do Ouro?

Gold April 2013

Dados os meus artigos do passado, várias pessoas me têm perguntado – via mail ou via blog – como é que eu explico a mais recente variação no Preço do Ouro e da Prata e o que eu concluo a partir desta variação negativa.

Para além de colocar ao lado o gráfico dos últimos 2 meses (a partir do site Gold Price) e de deixar no fim do artigo o vídeo do Schiff sobre o tema, gostava apenas de colocar aqui algumas notas:

  1. A perspectiva de Longo Prazo continua óptima. Até me convencerem que a União Europeia e os EUA voltaram a ser os produtores mundiais ou que pelo menos os respectivos Estados têm superávites orçamentais e não precisam mais de imprimir para pagar as suas contas, continuo interessado nos metais. Podem já ter subido bem, mas têm espaço para subir mais.
  2. O facto de o Chipre ter prometido vender os seus metais (Guardian Apr12th, Forbes Apr15th), e de muitos negociantes (“traders”) terem reflectido isso imediatamente no preço e terem atirado o preço para baixo (ZeroHedge Apr12thMoneyControl Apr16th) não me faz rever a minha posição.
  3. E se os Bancos Centrais dos PIIGS forem “convencidos” a vender Ouro, como Portugal já o foi? Bem, naturalmente nessas semanas o preço cairá. Quem precisar do dinheiro nos próximos meses, talvez fique melhor a perder pouco dinheiro em Depósitos a Prazo, que pouco pagam a menos que a inflação real. Mas quem quiser proteger o seu património para daqui a 5, 10 ou mais anos,… já sabem.
  4. A manter a recomendação de compra… Quando o fazer? Como já fui dizendo a que me mandou mails ou comentários sobre o assunto, o melhor é não comprar tudo de uma vez, mas em tranches periódicas – por exemplo mensais. Assim, serão irrelevantes ou até positivas estas variações, pois os mesmos 100 Euros comprarão mais metal. Sempre no pressuposto claro de que quando o dinheiro fizer falta o preço de venda do metal será superior ao preço de quando compraram, aplicando uma taxa de rentabilidade mínima de actualização claro.

A questão é sempre o longo prazo. Quem achar que o Ouro não vai subir no longo prazo, esteja à vontade para ficar com o seu dinheiro no que quiser. Desde que seja com o seu dinheiro e não com o dinheiro do estado, estão à vontade.

 

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Verdade ou Mentira?

A reassuring lieUma sociedade que não vota em quem fala verdade, está condenada a ser liderada por
ditadores ou mentirosos

 

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Tirar a Fidúcia da Moeda Fiduciária

A Moeda pode ser baseada num Activo (por ex, Padrão-Ouro, como Alan Greenspan agora volta a sugerir) ou em Confiança. A moeda actual chama-se Fiduciária (em Inglês, Fiat Money), porque é assim que se escreve Confiança em Latim.
E Confiança em quê? No governo, no banco central, no sistema bancário e na capacidade destes de garantir que a sua a moeda cumpre as 3 Funções que se lhe pede: o famoso RUM (Reserva de Valor, Unidade de Conta e Meio de Pagamento.

O que o Chipre acaba de fazer é de uma gravidade sem paralelo. Afinal:
– Que a Europa taxava o trabalho, já se sabia.
– Que a Europa taxava o consumo, já se sabia.
– Qua a Europa taxava o rendimento empresarial, já se sabia.
– Que a Europa taxava o rendimento das poupanças, já se sabia.
– Mas que a Europa ia ao ponto de confiscar uma parte dos depósitos…

Eu não aceito isso da parte do Zimbabué. Ou do Idaho, vá. Agora aconteceu aqui! Num dos 5 países intervencionados da Europa! Seremos o próximo? Todos os responsáveis vão apressar-se a dizer que não, como quando o presidente de um clube declara a sua confiança inabalável do treinador. Eu já trabalhei demasiado tempo na banca e por isso tenho o meu dinheiro longe dela. Mas este episódio recorda-nos quão frágil é o direito à propriedade privada quando um estado precisa de dinheiro.

O que me preocupa mais é que a oposição em Portugal não é alternativa! Limita-se a pedir o impossível e a chatear-se com o governo Português porque “votou com a Alemanha contra a periferia” – sim, ouvi alguém do BE a ter semelhante ataque de clubite!

Junker diz-se preocupado? Para mim já não é preocupante, pois isso implicava incerteza.
É uma certeza: está retirada a fidúcia da moeda fiduciária.
Espero que as pessoas acordem e exijam outra política.
A do respeito pela propriedade privada na economia e do princípio da certeza jurídica dos contratos no direito.
Só não sei quem no espectro político Português defende essa posição por princípio, mas aceito sugestões.

 

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Como o Oeste se afundou?

Um documentário de Robert Preston sobre a crise actual no Reino Unido (e na Europa) que olha para os países mais bem sucedidos (China, Alemanha…) e para os em crise (EUA, RU, PIIGS, …) e tira algumas conclusões sobre os melhores modelos de desenvolvimento nesta época de desequilíbrios no crescimento económico mundial.
Cada vídeo demora 1h e eu deixo alguns comentários no final deste artigo.


A produção foi para a Ásia. O consumo tem de ir também. Ou então estaríamos perante escravatura.
O Oeste conseguiu adiar esta situação com anos e anos de Crédito…
… mas essa é claramente uma solução temporária e de custos elevados.

Alguns economistas dizem que temos de “consumir mais” para “estimular” a Economia.
Não. Temos é de produzir mais se quisermos continuar a consumir à Europeia…
… e a manter o “Modelo Social Europeu” que actualmente gozamos na UE.
E não é uma questão de eu ser frio ou não: é uma questão de matemática.

O Investimento e a Produção, não o Consumo, são a solução para esta crise.

 

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O Papa Francisco e a Economia

Pope Francis waving VaticanCardeal Argentino Jorge Bergoglio foi eleito Papa em 13 de Março de 2013 e escolheu o nome de Francisco – Wiki.

But what does the new pope think? The BBC and other commentators have noted that the pope is a proponent of “social justice”. To the BBC this would mean that he is a proponent of socialism. However, the fact that Pope Francis cares deeply about the poor does not necessarily mean that he believes in a big state. In fact, he believes that government should create the conditions in which the poor can flourish. This is quite different from the social democrat view that sees the state as having a huge role in redistributing income and controlling the lives of the people.

Retirado deste artigo n’O Insurgente.

 

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O drama da Europa

Por Luciano Amaral:Italian Map and Flag

70% dos italianos seriam contra o regresso da Lira (incluindo os “grillini”, i.e. os apoiantes de Grillo). São os mesmos que votaram contra a austeridade há duas semanas. Isto significa, na Itália como cá, como em Espanha e na Grécia, que o programa político preferido da população é o velho programa siciliano, tão bem descrito por Tomasi di Lampedusa no Leopardo: alguém que pague o nosso modo caprichoso de viver. O nosso modo aristocrático de viver. Recusar simultaneamente a austeridade e a saída do euro corresponde a afirmar que só há um caminho válido, aquele que não implica sacrifícios, a não ser o dos que o financiam; corresponde a dizer: não queremos austeridade, não queremos as responsabilidades de voltar à moeda própria, queremos a Alemanha a pagar sem impor condições. O problema está na impossibilidade de tudo isto: a Alemanha não pode deixar de continuar a impor condições.

O leopardo Don Fabrizio, recusando um lugar no senado da recém-criada Itália, em resposta ao emissário piemontês Aimone di Chevalley,explicava-lhe: “o sono, caro Chevalley, o sono é aquilo que eu e os sicilianos queremos, e estes odiarão sempre quem os queira acordar”.

O Miguel Noronha resume aqui as alternativas em Portugal:

Até agora, as alternativas às reformas propostas pelo FMI podem-se dividir em quatro categorias:

1. Pedir uma mesada ao paizinho (versão Luís Nazaré)
2. No pasa nada (versão Pedro Lains)
3. Continuar a sacar receitas onde for possível (as “fontes de financimento” de António Costa)
4. Os cortes são sempre impopulares e eu ainda perco as eleições para a câmara. Demitam antes o Moedas (versão Carlos Carreiras)

Triste, patético e infantil.
Esperava isto em infantários, não na suposta elite intelectual da nação.

 

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Preparem-se: vem aí a… Austeridade de Esquerda!

Hollande equilibra contas com plano de austeridade de esquerda:

O presidente francês anunciou um plano de austeridade e reformas económicas com que pretende relançar o país para um novo ciclo de crescimento. Hollande quer poupar 33 mil milhões por ano e pediu aos sindicatos para flexibilizar as leis laborais.
De alguma forma, “I told you so” não é suficiente para transmitir o que eu sinto sobre isto. Hollande reconhece finalmente que as contas têm de ser equilibradas e que a alternativa implica unicórnio e fadas.
Noto ainda que Hollande quer:
  1. Fazer 2/3 do esforço em aumentos de impostos – ou seja, é tempo de a classe média ficar a pagar impostos sozinha pois quem tem dinheiro vai mudar o domicílio fiscal, se ainda não o fez;
  2. Ao mesmo tempo que aumenta impostos, dificultar o despedimento – ou seja, aumentar o risco de cada contratação, pois se uma pessoa não é a ideal para o lugar, depois o empresário terá de ficar com ela independentemente da sua adequação e, com o tempo, motivação… ao mesmo tempo que quer aumentar o emprego na economia.

Vai ser giro.

Pelo menos já reconhece que há que ter contas certas, enquanto que os socialistas em Portugal ainda estão a caçar gambuzinos.

 

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