.A Constituição Brasileira de 1988. Num tweet por Rodrigo Haidar.
“A Constituição de 1988 só não traz a pessoa amada em três dias. Qualquer outra coisa, basta procurar que está lá” Luís Roberto Barroso.
.A Constituição Brasileira de 1988. Num tweet por Rodrigo Haidar.
“A Constituição de 1988 só não traz a pessoa amada em três dias. Qualquer outra coisa, basta procurar que está lá” Luís Roberto Barroso.
Segundo a Wikipedia, Garet Garrett (19 de fevereiro de 1878 – 6 de novembro de 1954), nascido Edward Peter Garrett, foi um jornalista e autor libertário norte-americano, que é conhecido pela sua oposição ao New Deal e ao envolvimento dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial.
Livros publicados:
There was endless controversy as to whether the acts of the New Deal did actually move recovery or retard it, and nothing final could ever come of that bitter debate because it is forever impossible to prove what might have happened in place of what did. Garet Garrett
De acordo com a Wikipedia:
Claude Frédéric Bastiat (Baiona, 30 de junho de 1801 — Roma, 24 de dezembro de 1850) foi um economista e jornalista francês. A maior parte de sua obra foi escrita durante os anos que antecederam e que imediatamente sucederam a Revolução de 1848. Nessa época, eram grandes as discussões em torno do socialismo, para o qual a França pendia fortemente. Como deputado, teve a oportunidade de se opor vivamente às idéias socialistas, fazendo-o através de seus escritos, vazados em estilo cheio de humor e sátira e de muito agradável leitura.
Entre os economistas franceses, Frédéric Bastiat ocupa um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Um princípio domina sua obra: A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. Infelizmente, ela pode ser pervertida e posta a serviço de interesses particulares, tornando-se, então, um instrumento de espoliação. É desta forma que Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta “grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais”. Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.
Ao tomar conhecimento da campanha desenvolvida por Cobden e sua liga na Inglaterra, escreve um artigo, publicado no Journal des Économistes, no qual elogia os méritos do livre mercado. O sucesso é imediato. Bastiat vai a Paris e durante os sete anos que lhe restaram de vida se consagra incansavelmente a defender a causa que abraçara. Em 1848, é eleito para a Assembléia Constituinte e, depois, para a Assembléia Legislativa.
Principais Obras (site com todas em Francês, Inglês e Espanhol):
O que é visto e o que não é visto – Obra obrigatória: pequena, de fácil compreensão e destruidora de mitos.
Capítulos:
Economic Harmonies & Economic Sophisms - As duas obras gémeas sobre Economia Política.
The Law – Conceitos básicos sobre a lei e a sua aplicação.
Government – Uma pequena obra sobre a sua definição. Inclui a tirada (que liga muito bem com a de Hayek):
“I have not the pleasure of knowing my reader but I would stake ten to one that for six months he has been making Utopias, and if so, that he is looking to Government for the realization of them.”
Candlestick Petition – Humor negro. Os produtores de velas pedem que o sol seja tapado para criar mais emprego. em toda a economia. Até Portugal é estimulado!
As respostas a estas perguntas e muito mais nesta palestra de um dos grandes nomes da Escola Austríaca, Robert Murphy.
Podem ler a tradução para Brasileiro no Mises Brasil. Excerto:

Eis as três razões básicas fornecidas por de Jouvenel.
Primeira, o desconhecimento. Mais especificamente, o desconhecimento teórico de como funcionam os processos de mercado. Como bem explicou Hayek, a ordem social empreendedorial é a mais complexa que existe no universo. Qualquer pessoa que queira entender minimamente como funciona o processo de mercado deve se dedicar a várias horas de leituras diárias, e mesmo assim, do ponto de vista analítico, conseguirá entender apenas uma ínfima parte das leis que realmente governam os processos de interação espontânea que ocorrem no mercado. Este trabalho deliberado de análise para se compreender como funciona o processo espontâneo de mercado — o qual só a teoria económica pode proporcionar — desgraçadamente está completamente ausente da rotina da maior parte dos intelectuais.
Intelectuais normalmente são egocêntricos e tendem a se dar muito importância; eles genuinamente creem que são estudiosos profundos dos assuntos sociais. Porém, a maioria é profundamente ignorante em relação a tudo o que diz respeito à ciência económica.
A segunda razão, a soberba. Mais especificamente, a soberba do falso racionalista. O intelectual genuinamente acredita que é mais culto e que sabe muito mais do que o resto de seus concidadãos, seja porque fez vários cursos universitários ou porque se vê como uma pessoa refinada que leu muitos livros ou porque participa de muitas conferências ou porque já recebeu alguns prémios. Em suma, ele se crê uma pessoa mais inteligente e muito mais preparada do que o restante da humanidade. Por agirem assim, tendem a cair no pecado fatal da arrogância ou da soberba com muita facilidade.
Chegam, inclusive, ao ponto de pensar que sabem mais do que nós mesmos sobre o que devemos fazer e como devemos agir. Crêem genuinamente que estão legitimados a decidir o que temos de fazer. Riem dos cidadãos de ideias mais simplórias e mais práticas. É uma ofensa à sua fina sensibilidade assistir à televisão. Abominam anúncios comerciais. De alguma forma se escandalizam com a falta de cultura (na concepção deles) de toda a população. E, de seus pedestais, se colocam a pontificar e a criticar tudo o que fazemos porque se creem moral e intelectualmente acima de tudo e todos.
E, no entanto, como dito, eles sabem muito pouco sobre o mundo real. E isso é um perigo. Por trás de cada intelectual há um ditador em potencial. Qualquer descuido da sociedade e tais pessoas cairão na tentação de se arrogarem a si próprias plenos poderes políticos para impor a toda a população seus peculiares pontos de vista, os quais eles, os intelectuais, consideram ser os melhores, os mais refinados e os mais cultos.
É justamente por causa desta ignorância, desta arrogância fatal de pensar que sabem mais do que nós todos, que são mais cultos e refinados, que não devemos estranhar o fato de que, por trás de cada grande ditador da história, por trás de cada Hitler e Stalin, sempre houve um corte de intelectuais aduladores que se apressaram e se esforçaram para lhes conferir base e legitimidade do ponto de vista ideológico, cultural e filosófico.
E a terceira e extremamente importante razão, o ressentimento e a inveja.
O intelectual é geralmente uma pessoa profundamente ressentida. O intelectual se encontra em uma situação de mercado muito incômoda: na maior parte das circunstâncias, ele percebe que o valor de mercado que ele gera ao processo produtivo da economia é bastante pequeno. Apenas pense nisso: você estudou durante vários anos, passou vários maus bocados, teve de fazer o grande sacrifício de emigrar para Paris, passou boa parte da sua vida pintando quadros aos quais poucas pessoas dão valor e ainda menos pessoas se dispõem a comprá-los. Você se torna um ressentido. Há algo de muito podre na sociedade capitalista quando as pessoas não valorizam como deve os seus esforços, os seus belos quadros, os seus profundos poemas, os seus refinados artigos e seus geniais romances.Mesmo aqueles intelectuais que conseguem obter sucesso e prestígio no mercado capitalista nunca estão satisfeitos com o que lhes pagam. O raciocínio é sempre o mesmo: “Levando em conta tudo o que faço como intelectual, sobretudo levando em conta toda a miséria moral que me rodeia, meu trabalho e meu esforço não são devidamente reconhecidos e remunerados. Não posso aceitar, como intelectual de prestígio que sou, que um ignorante, um parvo, um inculto empresário ganhe 10 ou 100 vezes mais do que eu simplesmente por estar vendendo qualquer coisa absurda, como carne bovina, sapatos ou barbeadores em um mercado voltado para satisfazer os desejos artificiais das massas incultas.”
“Essa é uma sociedade injusta“, prossegue o intelectual. “A nós intelectuais não é pago o que valemos, ao passo que qualquer ignóbil que se dedica a produzir algo demandado pelas massas incultas ganha 100 ou 200 vezes mais do que eu“. Ressentimento e inveja.
A Reason TV sobre a anedota do dia:
“And those of us who manage the public’s dollars will be held to account, to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day, because only then can we restore the vital trust between a people and their government.”

“Crazy with fury I will stain my rifle red while slaughtering any enemy that falls in my hands! My nostrils dilate while savoring the acrid odor of gunpowder and blood. With the deaths of my enemies I prepare my being for the sacred fight and join the triumphant proletariat with a bestial howl!”
“Blind hate against the enemy creates a forceful impulse that cracks the boundaries of natural human limitations, transforming the soldier in an effective, selective and cold killing machine. A people without hate cannot triumph against the adversary.”
“To send men to the firing squad, judicial proof is unnecessary … These procedures are an archaic bourgeois detail. This is a revolution!”
“A revolutionary must become a cold killing machine motivated by pure hate. We must create the pedagogy of the The Wall!” The Wall is a reference to the wall where Che’s enemies stood before his firing squads.
“I am not Christ or a philanthropist, old lady, I am all the contrary of a Christ … I fight for the things I believe in, with all the weapons at my disposal and try to leave the other man dead so that I don’t get nailed to a cross or any other place.”
“If any person has a good word for the previous government that is good enough for me to have him shot.”
“In fact, if Christ himself stood in my way, I, like Nietzsche, would not hesitate to squish him like a worm.”
“Let me say, at the risk of seeming ridiculous, that the true revolutionary is guided by great feelings of love.”
“It’s a sad thing not to have friends, but it is even sadder not to have enemies.”
“What we affirm is that we must proceed along the path of liberation even if this costs millions of atomic victims.”
Napoleon Hill (Wiki PT, Wiki EN) foi um dos autores mais influentes na área de realização pessoal de todos os tempos. Ele foi aprendiz de Andrew Carnegie (um dos homens mais ricos de sempre), assessor de Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt – presidentes dos Estados Unidos – e um autor profícuo.
O seu projecto de investigação teve como objectivo detalhar minuciosamente as virtudes de pessoas triunfadoras e o desenvolvimento de um curso que permitisse aos interessados desenvolver estas características.
Durante a sua investigação entrevistou 16.000 pessoas, incluindo 500 milionários, que mostraram a ele a fonte de suas riquezas, como por exemplo: Thomas Edison, Alexander Graham Bell, Henry Ford, Elmer Gates, Theodore Roosevelt, William Jennings Bryan, George Eastman, Woodrow Wilson, John D. Rockefeller, FW. Jennings Randolph y Woolworth.
O seu lema era: “O que a mente pode conceber e acreditar, pode ser alcançado”.
Apresentação completa de Think and Grow Rich:
Referência adicional: Think and Grow Rich (Wiki EN) - O livro está disponível na Apple Store por 0,49€.
Exemplo de determinação: “They were wrong“.

RAND: Sim, até certo ponto.
PLAYBOY: Por quê?
RAND: Porque tal aspecto de seus caráteres está na raiz e é a causa de todos os males mencionados em sua pergunta. O sadismo, as ditaduras, ou quaisquer formas de males, são consequências da fuga do homem da realidade. São consequências de seu não-pensar. Um homem sem propósito é um homem movido por sentimentos aleatórios ou desejos desconhecidos e é capaz de qualquer espécie de mal, porque está totalmente afastado do controle de sua própria vida. Para estar em controle de sua vida, é necessário ter um propósito – um propósito produtivo.
PLAYBOY: Não se pode dizer que Hitler e Stálin, dois tiranos, estavam em pleno controle de suas vidas e que possuíam propósitos bastante claros?
RAND: Certamente não. Perceba que ambos terminaram, literalmente, como psicóticos. Eram homens sem qualquer auto-estima e, portanto, odiavam a existência. A psicologia que se aplica a eles está resumida no personagem de James Taggart em A Revolta de Atlas. O homem que não possui um propósito, mas precisa agir, age para destruir os outros. Isso não é o mesmo que ter um propósito produtivo ou criativo.
PLAYBOY: Se uma pessoa organiza sua vida em torno de um propósito único e claramente definido, ela não corre o risco de se tornar seus horizontes demasiadamente limitados?
RAND: Muito ao contrário. Um propósito central serve para integrar todas as outras preocupações da vida do homem. Estabelece uma hierarquia, as importâncias relativas de seus valores, poupa-o de conflitos interiores sem sentido, permite que ele desfrute de sua vida de maneira ampla e que ele transfira esse desfrute para todas as áreas abertas a sua mente; por contraste, um homem sem propósito está perdido no caos. Não conhece seus valores. Não sabe como fazer julgamentos. Não é capaz de discernir o que é ou não importante para si e, dessa forma, move-se impotentemente à mercê de estímulos ao acaso ou de impulsos momentâneos. Não é capaz de desfrutar de nada. Passa sua vida buscando valores que jamais encontrará.
PLAYBOY: A tentativa de eliminar da vida quaisquer formas de impulsos e de agir de maneira totalmente racional não pode levar a uma existência seca e infeliz?
RAND: Devo dizer honestamente que não sei do que você está falando. Vamos definir nossos termos. A razão é a ferramenta do homem de conhecimento, a faculdade que o torna capaz de perceber os fatos da realidade. Agir racionalmente significa agir de acordo com os fatos da realidade. Emoções não são ferramentas cognitivas. O que você sente não transmite qualquer conhecimento a respeito dos fatos; transmite apenas a sua estimativa dos fatos. As emoções são o resultado de julgamentos de valor; são causadas por suas premissas básicas, que você possui consciente ou subconscientemente, que podem estar certas ou erradas. Um impulso é uma emoção cuja causa você desconhece e não pretende descobrir. Portanto, o que significa agir por impulso? Significa que o homem está agindo como um zumbi, sem qualquer conhecimento daquilo com que está lidando, daquilo que deseja conquistar, do que o motiva. Significa que o homem age em estado de insanidade temporária. É isso que você chama de interessante e feliz? Na minha opinião, só o que pode advir disso é sangue. Agir em contrariedade com os fatos só pode levar à destruição.
PLAYBOY: Deve-se ignorar totalmente as emoções, rejeitá-las da vida por completo?
RAND: Evidentemente não. Deve-se tão somente mantê-las em seu devido lugar. Uma emoção é uma reposta automática, um efeito automático das premissas valorativas do homem. Um efeito, não uma causa. Não há necessariamente conflito, não há dicotomia entre as emoções e a razão do homem – dado que se observe seu relacionamento apropriado. Um homem racional sabe – ou ao menos pretende descobrir – a fonte de suas emoções, as premissas básicas de que advêm; se são erradas, ele as corrige. Ele jamais age impelido por emoções inexplicadas, cujo significado desconhece. Ao avaliar uma situação, ele sabe por que ele reage como reage e se está certo. Ele não tem conflitos interiores, sua mente e suas emoções estão integradas, sua consciência está em perfeita harmonia. Suas emoções não são suas inimigas, são seus meios de desfrutar da vida. Mas não são seu guia; seu guia é sua mente. Esse relacionamento não pode ser revertido. Se o homem toma suas emoções como causa e sua mente como efeito passivo, se ele é guiado por suas emoções e sua mente serve apenas para racionalizá-las ou justificá-las, então ele está agindo de maneira imoral, condenando a si próprio à miséria, ao fracasso, à derrota, e não alcançará nada além de destruição – sua e dos outros.

Sir, In his article “Lessons of history on public debt” (October 10), Martin Wolf asks: “What happens if a large high-income economy, burdened with high levels of debt and an overvalued, fixed exchange rate, attempts to lower the debt and regain competitiveness?”
Mr Wolf focuses the question on Italy and Spain but the key portion of the question (too much unserviceable debt) applies to much of the western world including the US and the UK.
Once the math is taken into account, the elegant, unpleasant, most assuredly politically incorrect, understandable answer, born out by history, and put forward by Ludwig von Mises, the Austrian school economist and classical liberal, in Human Action: A Treatise on Economics is simply this:
“There is no means of avoiding the final collapse of a boom brought about by credit expansion. The alternative is only whether the crisis should come sooner as a result of a voluntary abandonment of further credit expansion, or later as a final or total catastrophe of the currency system involved.”
I suggest that much of today’s financial commentary regarding western nation debt resolution is analogous to discussions about who would be best to replace Edward Smith, English naval reserve officer and captain of the RMS Titanic – after it collided with the iceberg.
Given the stated policy of QE3 (apparently to infinity), according to von Mises, what lies ahead should be clear to most everyone.
Chris Kniel, Orinda, CA, US

Eu sou um lápis de grafite – daqueles lápis comuns de madeira, conhecidos de todas as crianças e adultos que sabem ler e escrever.
Escrever é minha vocação e minha profissão; é tudo o que eu faço.
Você pode se perguntar o que me leva a escrever uma genealogia. Bem, pra começar, minha história é interessante. E, depois, sou um mistério – mais do que uma árvore ou um pôr-do-sol ou até mesmo do que um relâmpago. Mas, infelizmente, sou considerado uma dádiva por aqueles que me usam, como se eu fosse um mero incidente, sem um passado cheio de experiências. Essa atitude desdenhosa relega-me ao nível da banalidade. Esse é um tipo de erro lamentável no qual a humanidade não pode persistir por muito tempo sem riscos. Como o sábio G. K. Chesterton observou, “Nossa decadência vem da falta de maravilhamento, não da falta de maravilhas.”
Faz hoje 1 ano que desapareceu Steve Jobs. Deixo-vos com alguns clássicos.
Introdução do 1º iPhone
Conheçam Steve Jobs!
“I don’t care about being right. I just care about success.” - Bilionário Steve Jobs
O segundo mandato é o mandato em que um Presidente se sente mais à vontade para demonstrar quem realmente é e ao que vem. Aqui ficam as frases essenciais do 1º ano do 2º mandato de Cavaco Silva como Presidente, reunidas pelo jornal Sol:
«Sinto-me provedor dos portugueses e, em particular, aquele que dá voz a quem não tem voz, àqueles que não têm força suficiente para se defenderem das injustiças».
12-01-2011 Cavaco Silva, durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais
«Foram duramente atingidos nesta crise, talvez, nalguns casos, com alguma injustiça, porque outros, com muitos maiores rendimentos, não foram chamados a dar o seu contributo».
14-01-2011 Cavaco Silva, durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais sobre os cortes nos salários dos funcionários públicos.
«Tenho muito pouco apetite para utilizar a bomba atómica [dissolução da Assembleia da República]».
19-01-2011 Cavaco Silva, durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais Read the rest of this entry »

Um oxímoro é uma espécie de contradição de termos, sendo descrita na Wikipedia como uma figura de linguagem que harmoniza 2 conceitos opostos numa só expressão, formando assim um terceiro conceito que dependerá da interpretação do leitor. Como por exemplo:
Podem ler sobre Oxímoros Ingleses AQUI.

Citações em Inglês (deste site):

Referências: Vídeo no site do WSJ, Twitter do Presidente da Estónia, Sucesso da Estónia (WSJ), Sucesso, diz a Presidência.
Deixo aqui o texto da última ligação, que considero bastante interessante. Essencialmente, é um texto publicado pela Presidência, escrito por um Economista “próximo da Presidência” a pedido daquela, para responder convenientemente ao Krugman. O texto é tendencioso? Claro. Mas ao menos é transparente na sua declaração de interesses. Seja como for, o que eu quero que avaliem é se esta é uma defesa interessante de um modelo que importa replicar ou não.
Today, the Estonian government can claim victory. Last year, Estonia’s GDP grew by 7.6 percent, the highest growth rate in Europe and high growth continues. All the three Baltic countries have pursued similar economic policies and the results are similarly spectacular. Christine Lagarde, the Managing Director of the International Monetary Fund just presided at a conference in Riga with the title “Against the Odds: lessons from the Recovery in the Baltics.”
Os cidadãos de Chicago presenciaram durante vários dias protestos à volta da Cimeira da NATO na sua cidade. Os manifestantes foram para a rua para denunciar um pouco de tudo, desde as alterações climáticas, aos militares, aos “ricos”, até o próprio capitalismo.
Havia um anseio comum subjacente no seu eclético conjunto de queixas: a exigência de “Justiça Social“.
Enquanto esta santificada exigência lhes permitiu reivindicar a superioridade moral, o manifestante na verdade é motivado por algo muito mais básico: materialismo e ganância cobiçosa.
Eis o que eu quero dizer:
Em inúmeros debates e conversas com proponentes modernos de “justiça social”, reparei que o seu interesse não é tanto pela justiça como pela igualdade material. Eles usam a linguagem da justiça e do bem comum, mas rejeitaram – ou esqueceram por completo - os significados clássicos desses termos.
Tradicionalmente, no conceito de justiça (especialmente nos contributos de Aristoteles, São Tomás de Aquino e dos seus descendentes intelectuais) é evidente que a desigualdade material – no sentido de riqueza ou de status – é genericamente compatível com a justiça baseada na ideia de “dar a cada um o que lhe é devido”.
O que é devido a cada um, obviamente, varia de pessoa para pessoa – para além do que é devido a todos: vida, dignidade e liberdade por exemplo.
Quando se fala obre o Bem Comum, é necessário ser aberto sobre o modo como chegar a ele. O Bem Comum é, afinal, um conjunto de condições e não de políticas. Não pode ser alcançado pela colectivização dos bens materiais proposta pelos socialistas, mas antes através de instituições que os socialistas tentam ao máximo desacreditar.
Deixem-me fornecer uma lista possível de algumas das condições que são especialmente importantes para a prosperidade humana:
- Estado de Direito, no sentido em que os tribunais actuam de forma não-arbitrária e garantam a propriedade privada dos meios de produção;
- Moeda Estável, para servir como reserva de valor e meio de troca credível;
- Liberdade de Criação do seu Negócio, que permita a cada um formar a sua empresa e perseguir o seu sonho;
- Liberdade de Associação, que permita a todos chegar a contratos por mútuo acordo para empregar ou ser empregue;
- Respeito pelos Contratos, para garantir que as pessoas mantenham os seus compromissos razoáveis e que as disputas são arbitrados com justiça;
- Comércio Livre e Vibrante entre as nações, que permita maximizar a divisão internacional do trabalho.
Estas instituições deverão ser suportados por uma cultura que considere a pessoa humana como possuindo uma dignidade e um potencial criativo inerentes, e que acredite que uma moralidade transcendente esteja acima de qualquer tentativa de uma autoridade civil de redefinir a moralidade.
Esta é a base do que nós chamamos de liberdade, e encoraja aquilo que nós chamamos de bem comum.
O bem comum é incompatível com a violação do direito à iniciativa privada. E isto não é só uma ideia pessoal minha, ou mesmo algo restrito a alguns economistas e a activistas do “Tea Party” americano.
Eu enfatizo este facto porque muitas pessoas têm a noção, mesmo que apenas vagamente e não conscientemente, de que qualquer líder da igreja verdadeiramente amável e compassivo tem uma perspectiva negativa da economia livre.
Para não vos sobrecarregar com exemplos, deixem-me oferecer apenas um contra-exemplo. O Papa João Paulo II cresceu sob o comunismo soviético, e ele também teve muitas oportunidades para ver pessoalmente o socialismo suave de vários países da Europa Ocidental.
Ele estava profundamente preocupado com os pobres e sofredores do mundo, como foi evidenciado tanto pelos seus múltiplos escritos como pela sua difícil agenda de viagens: ele visitou mais países em desenvolvimento do que qualquer papa antes dele.
Estas são as palavras que João Paulo II escreveu sobre a iniciativa económica:
“É um direito que é importante não só para o indivíduo, mas também para o bem comum. A experiência mostra-nos que a negação deste direito ou a sua limitação, em nome de uma ”igualdade” alegada de todos na sociedade, diminui, ou na prática absolutamente destrói o espírito de iniciativa, isto é, a subjetividade criadora do cidadão.”
Infelizmente, muitos defensores contemporâneos de justiça social não percebem a importância da liberdade económica e são rápidos para denunciar a motivação do lucro e do mercantilismo.
Eles, então, acrescentam ao seu erro a incoerência, uma vez que eles parecem pensar que a chave da felicidade é dar às pessoas mais coisas por arregimentar o poder coercivo do governo. O seu foco exclusivo sobre o rendimento e a riqueza como fontes e marcadores de igualdade é, ironicamente, apenas uma outra variedade da ganância e do consumismo que são rápidos para esfolar.
Esta não é a justiça social, é o materialismo. E certamente não é generosidade, uma vez que o foco dessas pessoas é doar em dinheiro de outras pessoas.
A verdadeira justiça e bem comum não necessitam de igualdade no sentido de igualdade económica. Arthur Brooks, pesquisador social que é agora presidente do American Enterprise Institute, mostrou que o que realmente promove a felicidade humana não está a apropriar de rendimento, mas sim um sistema que liberta e encoraja o sucesso no sistema, ou em outras palavras, que não multiplique os desincentivos à realização e não sufoque a ambição.
Se isso não é uma descrição da economia de mercado, eu não sei o que é.
O Padre Robert A. Sirico é presidente e co-fundador do Instituto Acton e o autor de “Defendendo o Mercado Livre: A Fundamentação Moral para uma Economia Livre” (Regnery, 2012)
Podem ler o original aqui. A tradução e os negritos e sublinhados são meus.
Creio que este artigo resume bem a minha posição sobre a Esquerda Portuguesa e Mundial, pelo que me limitei a traduzir este texto escrito por um dos maiores especialistas mundiais na fundamentação da superioridade moral da Economia Livre.