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Arquivo da Categoria: Citações

Constituição Brasileira

.A Constituição Brasileira de 1988. Num tweet por Rodrigo Haidar.

“A Constituição de 1988 só não traz a pessoa amada em três dias. Qualquer outra coisa, basta procurar que está lá” Luís Roberto Barroso.

 
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Publicado por em 23 de Fevereiro de 2013 in Brasil, Citações, História, Justiça, Política

 

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Garet Garrett

Segundo a WikipediaGaret Garrett (19 de fevereiro de 1878 – 6 de novembro de 1954), nascido Edward Peter Garrett, foi um jornalista e autor libertário norte-americano, que é conhecido pela sua oposição ao New Deal e ao envolvimento dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial.

Livros publicados:

There was endless controversy as to whether the acts of the New Deal did actually move recovery or retard it, and nothing final could ever come of that bitter debate because it is forever impossible to prove what might have happened in place of what did.                                                                                         Garet Garrett

 
 

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Bastiat!

Bastiat

De acordo com a Wikipedia:

Claude Frédéric Bastiat (Baiona, 30 de junho de 1801 — Roma, 24 de dezembro de 1850) foi um economista e jornalista francês. A maior parte de sua obra foi escrita durante os anos que antecederam e que imediatamente sucederam a Revolução de 1848. Nessa época, eram grandes as discussões em torno do socialismo, para o qual a França pendia fortemente. Como deputado, teve a oportunidade de se opor vivamente às idéias socialistas, fazendo-o através de seus escritos, vazados em estilo cheio de humor e sátira e de muito agradável leitura.

Entre os economistas franceses, Frédéric Bastiat ocupa um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Um princípio domina sua obra: A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. Infelizmente, ela pode ser pervertida e posta a serviço de interesses particulares, tornando-se, então, um instrumento de espoliação. É desta forma que Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta “grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais”. Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.

Ao tomar conhecimento da campanha desenvolvida por Cobden e sua liga na Inglaterra, escreve um artigo, publicado no Journal des Économistes, no qual elogia os méritos do livre mercado. O sucesso é imediato. Bastiat vai a Paris e durante os sete anos que lhe restaram de vida se consagra incansavelmente a defender a causa que abraçara. Em 1848, é eleito para a Assembléia Constituinte e, depois, para a Assembléia Legislativa.

Principais Obras (site com todas em Francês, Inglês e Espanhol):

O que é visto e o que não é visto – Obra obrigatória: pequena, de fácil compreensão e destruidora de mitos.
Capítulos:

Economic Harmonies & Economic Sophisms - As duas obras gémeas sobre Economia Política.

The Law – Conceitos básicos sobre a lei e a sua aplicação.

Government – Uma pequena obra sobre a sua definição. Inclui a tirada (que liga muito bem com a de Hayek):

“I have not the pleasure of knowing my reader but I would stake ten to one that for six months he has been making Utopias, and if so, that he is looking to Government for the realization of them.”

Candlestick Petition – Humor negro. Os produtores de velas pedem que o sol seja tapado para criar mais emprego. em toda a economia. Até Portugal é estimulado!

 

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O Lucro

  • São os Lucros inerentemente maus? Pode haver lucros bons?
  • Quem lucra é sempre bom?
  • Qual é a função do lucro numa sociedade?
  • Como é que o Lucro guía uma sociedade Capitalista e torna uma sociedade Socialista impossível no Longo Prazo?

As respostas a estas e outras perguntas nesta palestra, por Robert Murphy.

 

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Porque é que a maioria dos Intelectuais odeia o Capitalismo?

Podem ler a tradução para Brasileiro no Mises Brasil. Excerto:

Eis as três razões básicas fornecidas por de Jouvenel.

Primeira, o desconhecimento.  Mais especificamente, o desconhecimento teórico de como funcionam os processos de mercado. Como bem explicou Hayek, a ordem social empreendedorial é a mais complexa que existe no universo. Qualquer pessoa que queira entender minimamente como funciona o processo de mercado deve se dedicar a várias horas de leituras diárias, e mesmo assim, do ponto de vista analítico, conseguirá entender apenas uma ínfima parte das leis que realmente governam os processos de interação espontânea que ocorrem no mercado. Este trabalho deliberado de análise para se compreender como funciona o processo espontâneo de mercado — o qual só a teoria económica pode proporcionar — desgraçadamente está completamente ausente da rotina da maior parte dos intelectuais.

Intelectuais normalmente são egocêntricos e tendem a se dar muito importância; eles genuinamente creem que são estudiosos profundos dos assuntos sociais. Porém, a maioria é profundamente ignorante em relação a tudo o que diz respeito à ciência económica.

A segunda razão, a soberba. Mais especificamente, a soberba do falso racionalista. O intelectual genuinamente acredita que é mais culto e que sabe muito mais do que o resto de seus concidadãos, seja porque fez vários cursos universitários ou porque se vê como uma pessoa refinada que leu muitos livros ou porque participa de muitas conferências ou porque já recebeu alguns prémios. Em suma, ele se crê uma pessoa mais inteligente e muito mais preparada do que o restante da humanidade. Por agirem assim, tendem a cair no pecado fatal da arrogância ou da soberba com muita facilidade.

Chegam, inclusive, ao ponto de pensar que sabem mais do que nós mesmos sobre o que devemos fazer e como devemos agir. Crêem genuinamente que estão legitimados a decidir o que temos de fazer. Riem dos cidadãos de ideias mais simplórias e mais práticas.  É uma ofensa à sua fina sensibilidade assistir à televisão. Abominam anúncios comerciais. De alguma forma se escandalizam com a falta de cultura (na concepção deles) de toda a população. E, de seus pedestais, se colocam a pontificar e a criticar tudo o que fazemos porque se creem moral e intelectualmente acima de tudo e todos.

E, no entanto, como dito, eles sabem muito pouco sobre o mundo real. E isso é um perigo. Por trás de cada intelectual há um ditador em potencial. Qualquer descuido da sociedade e tais pessoas cairão na tentação de se arrogarem a si próprias plenos poderes políticos para impor a toda a população seus peculiares pontos de vista, os quais eles, os intelectuais, consideram ser os melhores, os mais refinados e os mais cultos.

É justamente por causa desta ignorância, desta arrogância fatal de pensar que sabem mais do que nós todos, que são mais cultos e refinados, que não devemos estranhar o fato de que, por trás de cada grande ditador da história, por trás de cada Hitler e Stalin, sempre houve um corte de intelectuais aduladores que se apressaram e se esforçaram para lhes conferir base e legitimidade do ponto de vista ideológico, cultural e filosófico.

E a terceira e extremamente importante razão, o ressentimento e a inveja.
O intelectual é geralmente uma pessoa profundamente ressentida. O intelectual se encontra em uma situação de mercado muito incômoda: na maior parte das circunstâncias, ele percebe que o valor de mercado que ele gera ao processo produtivo da economia é bastante pequeno. Apenas pense nisso: você estudou durante vários anos, passou vários maus bocados, teve de fazer o grande sacrifício de emigrar para Paris, passou boa parte da sua vida pintando quadros aos quais poucas pessoas dão valor e ainda menos pessoas se dispõem a comprá-los.  Você se torna um ressentido. Há algo de muito podre na sociedade capitalista quando as pessoas não valorizam como deve os seus esforços, os seus belos quadros, os seus profundos poemas, os seus refinados artigos e seus geniais romances.

Mesmo aqueles intelectuais que conseguem obter sucesso e prestígio no mercado capitalista nunca estão satisfeitos com o que lhes pagam. O raciocínio é sempre o mesmo: “Levando em conta tudo o que faço como intelectual, sobretudo levando em conta toda a miséria moral que me rodeia, meu trabalho e meu esforço não são devidamente reconhecidos e remunerados. Não posso aceitar, como intelectual de prestígio que sou, que um ignorante, um parvo, um inculto empresário ganhe 10 ou 100 vezes mais do que eu simplesmente por estar vendendo qualquer coisa absurda, como carne bovina, sapatos ou barbeadores em um mercado voltado para satisfazer os desejos artificiais das massas incultas.”

Essa é uma sociedade injusta“, prossegue o intelectual. “A nós intelectuais não é pago o que valemos, ao passo que qualquer ignóbil que se dedica a produzir algo demandado pelas massas incultas ganha 100 ou 200 vezes mais do que eu“. Ressentimento e inveja.

 

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Obama Inaugural Rewind: Rhetoric vs Reality

A Reason TV sobre a anedota do dia:

“And those of us who manage the public’s dollars will be held to account, to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day, because only then can we restore the vital trust between a people and their government.”

 

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Ernesto Guevara

che guevara quotes

“Crazy with fury I will stain my rifle red while slaughtering any enemy that falls in my hands! My nostrils dilate while savoring the acrid odor of gunpowder and blood. With the deaths of my enemies I prepare my being for the sacred fight and join the triumphant proletariat with a bestial howl!”

“Blind hate against the enemy creates a forceful impulse that cracks the boundaries of natural human limitations, transforming the soldier in an effective, selective and cold killing machine. A people without hate cannot triumph against the adversary.”

“To send men to the firing squad, judicial proof is unnecessary … These procedures are an archaic bourgeois detail. This is a revolution!”

“A revolutionary must become a cold killing machine motivated by pure hate. We must create the pedagogy of the The Wall!” The Wall is a reference to the wall where Che’s enemies stood before his firing squads.

“I am not Christ or a philanthropist, old lady, I am all the contrary of a Christ … I fight for the things I believe in, with all the weapons at my disposal and try to leave the other man dead so that I don’t get nailed to a cross or any other place.”

“If any person has a good word for the previous government that is good enough for me to have him shot.”

“In fact, if Christ himself stood in my way, I, like Nietzsche, would not hesitate to squish him like a worm.”

“Let me say, at the risk of seeming ridiculous, that the true revolutionary is guided by great feelings of love.”

“It’s a sad thing not to have friends, but it is even sadder not to have enemies.”

“What we affirm is that we must proceed along the path of liberation even if this costs millions of atomic victims.”

Fun Guevara
 

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