Parva. Como se a opção fosse: a) ganham o salário mínimo ou b) têm o salário da Raquel Varela.
Isto vindo da mesma alucinada que diz que a Dívida Estatal não existe (mais n’O Insurgente).
E que depois continuou na sua, a criticar o empreendedorismo no seu blog. Nem Daniel Oliveira a defende.
O jovem não pode importar, não pode comprar roupa em fábricas que paguem pouco e não pode ter uma opinião diferente dela. Varela, nem todos têm dinheiro para comprar as mesmas marcas que você, sabe?
Perdoar-me-ão o boneco à mão. Decerto não distrairá do seu conteúdo, que consiste em olhar para a distribuição salarial dos portugueses, abruptamente limitada artificialmente, por intervenção estatal, com vista a obrigar todos os que desempenhariam funções abaixo do Salário Mínimo Nacional (SMN) a fazerem parte das estatísticas do desemprego. Aqui estão Martim e Raquel ilustrados:
Raquel Varela é mal-educada, arrogante e ignora completamente o conceito de empreendedorismo.
Ou sendo mais explícito: Raquel Varela, doutorada, investigadora em pós-doutoramento na Universidade Nova e no Instituto Internacional de História estuda a fundo as questões laborais mas esquece que para se criar emprego é preciso uma ideia de negócio sustentável. Não é a doutora que lhe vai sugerir preços (cruzes-credo, para pagar salários de 1.000 Euros colocaria certamente preços que só os meninos ricos poderiam pagar!), não é a doutora que lhe vai dizer como contratar pessoas, encomendas, ou como gerir os recursos. E no entanto sentiu-se à vontade para interromper o Martim, fazer perguntas para o humilhar (ele escapou magnificamente, mas a intenção era essa) e tentar destruir o sonho. É que há o perfeito, o óptimo e o possível… e nem todos podem viver uma vida como a sua criando tão pouco como sua excelência.
Ligações sobre a marca de roupa teenager do Martim Neves: Facebook, YouTube, Site.
Parabéns Martim! Persegue o sonho e nunca desistas. Os teus colegas agradecem a moda low-cost, quem trabalha agradece o que lhe pagas e talvez o teu exemplo inspire outros. Força!
Tu podes fazer a diferença… hoje apenas o Facebook, amanhã quem sabe uma cadeia de lojas.
Um documentário de Robert Preston sobre a crise actual no Reino Unido (e na Europa) que olha para os países mais bem sucedidos (China, Alemanha…) e para os em crise (EUA, RU, PIIGS, …) e tira algumas conclusões sobre os melhores modelos de desenvolvimento nesta época de desequilíbrios no crescimento económico mundial.
Cada vídeo demora 1h e eu deixo alguns comentários no final deste artigo.
A produção foi para a Ásia. O consumo tem de ir também. Ou então estaríamos perante escravatura.
O Oeste conseguiu adiar esta situação com anos e anos de Crédito…
… mas essa é claramente uma solução temporária e de custos elevados.
Alguns economistas dizem que temos de “consumir mais” para “estimular” a Economia.
Não. Temos é de produzir mais se quisermos continuar a consumir à Europeia…
… e a manter o “Modelo Social Europeu” que actualmente gozamos na UE.
E não é uma questão de eu ser frio ou não: é uma questão de matemática.
O Investimento e a Produção, não o Consumo, são a solução para esta crise.
E quando uma empresa Americana pede a um compositor Chinês e este compõe uma música em Swahili baseada numa letra Católica (Pai Nosso), o resultado é este:
Sim, é a música de um jogo – Civilization IV.
E sim, o Rei Leão usou-a sob licença.
Em 2011 (6 anos depois da estreia!), a música ganhou um Grammy, tornando-se a 1ª música de um jogo a consegui-lo! (Joystiq – nomeação) (GameSpot) (PC Mag)
[Coronation] – O jogo tinha 2 músicas compostas por Christopher Tin. Quando assinalado assim, essa versão inclui a 1ª parte chamada “Coronation”. Coronation tocava no vídeo de introdução, Baba Yetu era a música do menu, enquanto escolhíamos a Civilização para tentar a dominação mundial naquele Semestre…
Letra e discussão no maior forum sobre o jogo: CivFanatics.
E para os verdadeiros fãs, 1000 pistas de que andam a jogar demais.
(E sim, Portuguese era o meu nick nos velhos tempos. Ah, the good old days…)
Não quem esteve a assistir à tomada de posse do Obama.
Ficam 2 perguntas?
1. Acham que os mais ricos estão dispostos a pagar?
2. Quando forem atrás dos contribuintes para pagar…
… quem vai conseguir escapar e quem vai ter que pagar?
Fica uma dica: os mesmos que estão a pagar os bailouts à banca.
“And those of us who manage the public’s dollars will be held to account, to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day, because only then can we restore the vital trust between a people and their government.”
“Crazy with fury I will stain my rifle red while slaughtering any enemy that falls in my hands! My nostrils dilate while savoring the acrid odor of gunpowder and blood. With the deaths of my enemies I prepare my being for the sacred fight and join the triumphant proletariat with a bestial howl!”
“Blind hate against the enemy creates a forceful impulse that cracks the boundaries of natural human limitations, transforming the soldier in an effective, selective and cold killing machine. A people without hate cannot triumph against the adversary.”
“To send men to the firing squad, judicial proof is unnecessary … These procedures are an archaic bourgeois detail. This is a revolution!”
“A revolutionary must become a cold killing machine motivated by pure hate. We must create the pedagogy of the The Wall!” The Wall is a reference to the wall where Che’s enemies stood before his firing squads.
“I am not Christ or a philanthropist, old lady, I am all the contrary of a Christ … I fight for the things I believe in, with all the weapons at my disposal and try to leave the other man dead so that I don’t get nailed to a cross or any other place.”
“If any person has a good word for the previous government that is good enough for me to have him shot.”
“In fact, if Christ himself stood in my way, I, like Nietzsche, would not hesitate to squish him like a worm.”
“Let me say, at the risk of seeming ridiculous, that the true revolutionary is guided by great feelings of love.”
“It’s a sad thing not to have friends, but it is even sadder not to have enemies.”
“What we affirm is that we must proceed along the path of liberation even if this costs millions of atomic victims.”
Há nestes dias na imprensa Americana uma ideia estúpida a circular: em que os EUA evitavam o colapso financeiro e a emissão de dívida para além do tecto da dívida… através da emissão de 1 trilião de Dólares pelo Fed tendo como colateral não a usual dívida mas simplesmente uma moeda de Platina que contabilisticamente teria o valor de 1.000.000.000.000 de Dólares. Ou esta versão mais rebuscada.
E tem sido notícia na Wired, na Fox News, no Washington Post, no NY Times, no Seeking Alpha e até na Wikipedia (onde podem ver que esta ideia já tem história).
Sobre esta “problemática”, eu aconselho este vídeo:
Havia tanto a dizer – trabalho escravo, sem o mínimo de condições, abatendo árvores em escala industrial num pulmão do planeta… – que nem sei por onde havia de começar. Por isso deixo aqui apenas os vídeos: