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Arquivo da Categoria: Institutos

Bastiat!

Bastiat

De acordo com a Wikipedia:

Claude Frédéric Bastiat (Baiona, 30 de junho de 1801 — Roma, 24 de dezembro de 1850) foi um economista e jornalista francês. A maior parte de sua obra foi escrita durante os anos que antecederam e que imediatamente sucederam a Revolução de 1848. Nessa época, eram grandes as discussões em torno do socialismo, para o qual a França pendia fortemente. Como deputado, teve a oportunidade de se opor vivamente às idéias socialistas, fazendo-o através de seus escritos, vazados em estilo cheio de humor e sátira e de muito agradável leitura.

Entre os economistas franceses, Frédéric Bastiat ocupa um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Um princípio domina sua obra: A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. Infelizmente, ela pode ser pervertida e posta a serviço de interesses particulares, tornando-se, então, um instrumento de espoliação. É desta forma que Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta “grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais”. Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.

Ao tomar conhecimento da campanha desenvolvida por Cobden e sua liga na Inglaterra, escreve um artigo, publicado no Journal des Économistes, no qual elogia os méritos do livre mercado. O sucesso é imediato. Bastiat vai a Paris e durante os sete anos que lhe restaram de vida se consagra incansavelmente a defender a causa que abraçara. Em 1848, é eleito para a Assembléia Constituinte e, depois, para a Assembléia Legislativa.

Principais Obras (site com todas em Francês, Inglês e Espanhol):

O que é visto e o que não é visto – Obra obrigatória: pequena, de fácil compreensão e destruidora de mitos.
Capítulos:

Economic Harmonies & Economic Sophisms - As duas obras gémeas sobre Economia Política.

The Law – Conceitos básicos sobre a lei e a sua aplicação.

Government – Uma pequena obra sobre a sua definição. Inclui a tirada (que liga muito bem com a de Hayek):

“I have not the pleasure of knowing my reader but I would stake ten to one that for six months he has been making Utopias, and if so, that he is looking to Government for the realization of them.”

Candlestick Petition – Humor negro. Os produtores de velas pedem que o sol seja tapado para criar mais emprego. em toda a economia. Até Portugal é estimulado!

 

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Porque é que a maioria dos Intelectuais odeia o Capitalismo?

Podem ler a tradução para Brasileiro no Mises Brasil. Excerto:

Eis as três razões básicas fornecidas por de Jouvenel.

Primeira, o desconhecimento.  Mais especificamente, o desconhecimento teórico de como funcionam os processos de mercado. Como bem explicou Hayek, a ordem social empreendedorial é a mais complexa que existe no universo. Qualquer pessoa que queira entender minimamente como funciona o processo de mercado deve se dedicar a várias horas de leituras diárias, e mesmo assim, do ponto de vista analítico, conseguirá entender apenas uma ínfima parte das leis que realmente governam os processos de interação espontânea que ocorrem no mercado. Este trabalho deliberado de análise para se compreender como funciona o processo espontâneo de mercado — o qual só a teoria económica pode proporcionar — desgraçadamente está completamente ausente da rotina da maior parte dos intelectuais.

Intelectuais normalmente são egocêntricos e tendem a se dar muito importância; eles genuinamente creem que são estudiosos profundos dos assuntos sociais. Porém, a maioria é profundamente ignorante em relação a tudo o que diz respeito à ciência económica.

A segunda razão, a soberba. Mais especificamente, a soberba do falso racionalista. O intelectual genuinamente acredita que é mais culto e que sabe muito mais do que o resto de seus concidadãos, seja porque fez vários cursos universitários ou porque se vê como uma pessoa refinada que leu muitos livros ou porque participa de muitas conferências ou porque já recebeu alguns prémios. Em suma, ele se crê uma pessoa mais inteligente e muito mais preparada do que o restante da humanidade. Por agirem assim, tendem a cair no pecado fatal da arrogância ou da soberba com muita facilidade.

Chegam, inclusive, ao ponto de pensar que sabem mais do que nós mesmos sobre o que devemos fazer e como devemos agir. Crêem genuinamente que estão legitimados a decidir o que temos de fazer. Riem dos cidadãos de ideias mais simplórias e mais práticas.  É uma ofensa à sua fina sensibilidade assistir à televisão. Abominam anúncios comerciais. De alguma forma se escandalizam com a falta de cultura (na concepção deles) de toda a população. E, de seus pedestais, se colocam a pontificar e a criticar tudo o que fazemos porque se creem moral e intelectualmente acima de tudo e todos.

E, no entanto, como dito, eles sabem muito pouco sobre o mundo real. E isso é um perigo. Por trás de cada intelectual há um ditador em potencial. Qualquer descuido da sociedade e tais pessoas cairão na tentação de se arrogarem a si próprias plenos poderes políticos para impor a toda a população seus peculiares pontos de vista, os quais eles, os intelectuais, consideram ser os melhores, os mais refinados e os mais cultos.

É justamente por causa desta ignorância, desta arrogância fatal de pensar que sabem mais do que nós todos, que são mais cultos e refinados, que não devemos estranhar o fato de que, por trás de cada grande ditador da história, por trás de cada Hitler e Stalin, sempre houve um corte de intelectuais aduladores que se apressaram e se esforçaram para lhes conferir base e legitimidade do ponto de vista ideológico, cultural e filosófico.

E a terceira e extremamente importante razão, o ressentimento e a inveja.
O intelectual é geralmente uma pessoa profundamente ressentida. O intelectual se encontra em uma situação de mercado muito incômoda: na maior parte das circunstâncias, ele percebe que o valor de mercado que ele gera ao processo produtivo da economia é bastante pequeno. Apenas pense nisso: você estudou durante vários anos, passou vários maus bocados, teve de fazer o grande sacrifício de emigrar para Paris, passou boa parte da sua vida pintando quadros aos quais poucas pessoas dão valor e ainda menos pessoas se dispõem a comprá-los.  Você se torna um ressentido. Há algo de muito podre na sociedade capitalista quando as pessoas não valorizam como deve os seus esforços, os seus belos quadros, os seus profundos poemas, os seus refinados artigos e seus geniais romances.

Mesmo aqueles intelectuais que conseguem obter sucesso e prestígio no mercado capitalista nunca estão satisfeitos com o que lhes pagam. O raciocínio é sempre o mesmo: “Levando em conta tudo o que faço como intelectual, sobretudo levando em conta toda a miséria moral que me rodeia, meu trabalho e meu esforço não são devidamente reconhecidos e remunerados. Não posso aceitar, como intelectual de prestígio que sou, que um ignorante, um parvo, um inculto empresário ganhe 10 ou 100 vezes mais do que eu simplesmente por estar vendendo qualquer coisa absurda, como carne bovina, sapatos ou barbeadores em um mercado voltado para satisfazer os desejos artificiais das massas incultas.”

Essa é uma sociedade injusta“, prossegue o intelectual. “A nós intelectuais não é pago o que valemos, ao passo que qualquer ignóbil que se dedica a produzir algo demandado pelas massas incultas ganha 100 ou 200 vezes mais do que eu“. Ressentimento e inveja.

 

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Obama Inaugural Rewind: Rhetoric vs Reality

A Reason TV sobre a anedota do dia:

“And those of us who manage the public’s dollars will be held to account, to spend wisely, reform bad habits, and do our business in the light of day, because only then can we restore the vital trust between a people and their government.”

 

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Porque é que há tantas reformas estruturais do Estado?

 

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Eu, o Lápis

Eu sou um lápis de grafite – daqueles lápis comuns de madeira, conhecidos de todas as crianças e adultos que sabem ler e escrever.

Escrever é minha vocação e minha profissão; é tudo o que eu faço.

Você pode se perguntar o que me leva a escrever uma genealogia. Bem, pra começar, minha história é interessante. E, depois, sou um mistério – mais do que uma árvore ou um pôr-do-sol ou até mesmo do que um relâmpago. Mas, infelizmente, sou considerado uma dádiva por aqueles que me usam, como se eu fosse um mero incidente, sem um passado cheio de experiências. Essa atitude desdenhosa relega-me ao nível da banalidade. Esse é um tipo de erro lamentável no qual a humanidade não pode persistir por muito tempo sem riscos. Como o sábio G. K. Chesterton observou, “Nossa decadência vem da falta de maravilhamento, não da falta de maravilhas.”

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Obama Racista

É uma vergonha para Obama! Se Mitt Romney lançasse uma campanha “Whites for Romney” ou “Caucasians for Romney”, seria Racista ou Supremacista. Logo, esta campanha é também Racista.

 

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Suécia desce IRC para 22%

Como podem ler no Market Watch:

STOCKHOLM–The Swedish government Thursday said the corporate tax rate will be lowered to 22% from 26.3% in its 2013 budget proposal.

“This is to improve the conditions for new jobs and investments in Sweden. The significant lowering of corporate tax is expected to strengthen the investor climate and growth in Sweden,” the government said.

The Swedish government had previously flagged its intention to lower the corporate tax rate and the proposal follows cuts made by the U.K. earlier this year.

Sweden last lowered its corporate tax rate in 2009, to 26.3% from 28%, and before that in 1993, when the tax was lowered to 28% from 30%.

The Swedish government said the average corporate tax level in the European Union is 23.4%, while the average level in Organisation for Economic Co-operation and Development is 25.5%.

“With the proposed change Sweden would therefore land below the EU average,” the government said.

The change is proposed to take effect Jan. 1, 2013.

Como podem ler no Livro de 2012 sobre Fiscalidade do IREF, a Suécia tem uma fiscalidade ainda elevada, mas esta tem vindo a descer.

Por comparação, a taxa em Portugal é de 26,5% para pequenas empresas, 29,5% para empresas entre 1.500.000€ e 10.000.000€ (de lucros tributáveis) e de 31,5% para empresas acima de 10.000.000€. Como podem comprovar no Guia Fiscal da Deloitte.

 

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Robert Sirico sobre a Generosidade

Apresentado no site Poverty Cure.

Robert Sirico é o responsável pelo documentário “The Call of the Entrepreneur“.

 

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Método da Economia, pela Escola Austríaca

Leitura adicional: Praxeologia e o Dualismo Metodológico.

 
 

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Why ObamaCare Will Fail: A Reading List

Em Inglês, com base nesta ligação:

The Supreme Court today upheld “Obamacare,” a massive economic intervention ostensibly designed to cure the ills of American healthcare. Of course those ills were themselves caused by intervention, and this “cure” will only make the situation even worse. The “cycle of interventionism” Mises warned us about continues to intensify.

As Murray Rothbard wrote,

Our very real medical crisis has been the product of massive government intervention, state and federal, throughout the century; in particular, an artificial boosting of demand coupled with an artificial restriction of supply. The result has been accelerating high prices and deterioration of patient care. And next, socialized medicine could easily bring us to the vaunted medical status of the Soviet Union: everyone has the right to free medical care, but there is, in effect, no medicine and no care.

We have put together this healthcare reading list so as to help the concerned citizen understand how we got where we are, and where we are likely headed if we continue on this path.

Articles

Journals

 

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Sweet Drop on Gauche Caviar

Artigo sobre o caso do Pingo Doce no início do mês no site do IREF.IREF

Ficam alguns excertos (se bem que recomende a leitura integral no link acima):

The relevant Union leader, Manuel Guerreiro, claims the government is “responsible” for the “price war” between Pingo Doce and Continente and asked him to act promptly to defend both workers and consumers from such price reductions. “All companies must remain” because the status quo “creates employment” and their existence “preserves consumer rights”. The Union also demanded Sunday and holiday forced closings, tighter licensing practices to distribution stores, greater contract and accounting transparency and a better control by the government on inventories and sales. How forced closings and tighter licensing practices would increase consumer rights and how the government can help exchange-listed companies on better control practices was not detailed.

Manuel Guerreiro, the Union leader, files a class action against Pingo Doce for discrimination regarding the May 3rd decision to give a 50% discount for the workers that worked on May 1st claiming that rule does not respect the rights of the workers who were on holiday or took a day off on that day. The possibility of colleagues buying items for others was not explored.
The union counted between eight and ten thousand of “discriminated workers” and told reporters that one of the motives for the class action was the lists containing their names published on the stores. They were also referred as “strikers”, although there is a slight possibility that some may not have work purely based on their shifts.

Portugal, like most Latin countries, is a strong nanny state where the left has won the media debate to a level that all parliament parties defend interventionist policies, with some variations on depth and underlying social values. But as Margaret Thatcher once said, Socialism is only possible until the state runs out of other people’s money and Portugal is at that point. This is an opportunity to demonstrate that in Economics it is not true that “Resources are unlimited, Needs are limited and in need of stimulation” but rather than “Needs are unlimited, Resources are limited and should be spent as efficiently as possible”. And efficiently according to the subjective value theory, not according to the Marxist value theory, i.e., with the center place giver to the consumer, and not to the worker. Portugal may be in the middle of this transformation. One can always hope.

 
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Publicado por em 31 de Maio de 2012 in IREF, Portugal

 

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Não há Justiça Social sem Liberdade Económica

Os cidadãos de Chicago presenciaram durante vários dias protestos à volta da Cimeira da NATO na sua cidade. Os manifestantes foram para a rua para denunciar um pouco de tudo, desde as alterações climáticas, aos militares, aos “ricos”, até o próprio capitalismo.

Havia um anseio comum subjacente no seu eclético conjunto de queixas: a exigência de “Justiça Social“.

Enquanto esta santificada exigência lhes permitiu reivindicar a superioridade moral, o manifestante na verdade é motivado por algo muito mais básico: materialismo e ganância cobiçosa.

Eis o que eu quero dizer:

Em inúmeros debates e conversas com proponentes modernos de “justiça social”, reparei que o seu interesse não é tanto pela justiça como pela igualdade material. Eles usam a linguagem da justiça e do bem comum, mas rejeitaram – ou esqueceram por completo - os significados clássicos desses termos.

Tradicionalmente, no conceito de justiça (especialmente nos contributos de Aristoteles, São Tomás de Aquino e dos seus descendentes intelectuais) é evidente que a desigualdade material – no sentido de riqueza ou de status – é genericamente compatível com a justiça baseada na ideia de “dar a cada um o que lhe é devido”.

O que é devido a cada um, obviamente, varia de pessoa para pessoa – para além do que é devido a todos: vida, dignidade e liberdade por exemplo.

Quando se fala obre o Bem Comum, é necessário ser aberto sobre o modo como chegar a ele. O Bem Comum é, afinal, um conjunto de condições e não de políticas. Não pode ser alcançado pela colectivização dos bens materiais proposta pelos socialistas, mas antes através de instituições que os socialistas tentam ao máximo desacreditar.

Deixem-me fornecer uma lista possível de algumas das condições que são especialmente importantes para a prosperidade humana:

Estado de Direito, no sentido em que os tribunais actuam de forma não-arbitrária e garantam a propriedade privada dos meios de produção;

Moeda Estável, para servir como reserva de valor e meio de troca credível;

Liberdade de Criação do seu Negócio, que permita a cada um formar a sua empresa e perseguir o seu sonho;

Liberdade de Associação, que permita a todos chegar a contratos por mútuo acordo para empregar ou ser empregue;

Respeito pelos Contratos, para garantir que as pessoas mantenham os seus compromissos razoáveis e que as disputas são arbitrados com justiça;

Comércio Livre e Vibrante entre as nações, que permita maximizar a divisão internacional do trabalho.

Estas instituições deverão ser suportados por uma cultura que considere a pessoa humana como possuindo uma dignidade e um potencial criativo inerentes, e que acredite que uma moralidade transcendente esteja acima de qualquer tentativa de uma autoridade civil de redefinir a moralidade.

Esta é a base do que nós chamamos de liberdade, e encoraja aquilo que nós chamamos de bem comum.

O bem comum é incompatível com a violação do direito à iniciativa privada. E isto não é só uma ideia pessoal minha, ou mesmo algo restrito a alguns economistas e a activistas do “Tea Party” americano.

Eu enfatizo este facto porque muitas pessoas têm a noção, mesmo que apenas vagamente e não conscientemente, de que qualquer líder da igreja verdadeiramente amável e compassivo tem uma perspectiva negativa da economia livre.

Para não vos sobrecarregar com exemplos, deixem-me oferecer apenas um contra-exemplo. O Papa João Paulo II cresceu sob o comunismo soviético, e ele também teve muitas oportunidades para ver pessoalmente o socialismo suave de vários países da Europa Ocidental.

Ele estava profundamente preocupado com os pobres e sofredores do mundo, como foi evidenciado tanto pelos seus múltiplos escritos como pela sua difícil agenda de viagens: ele visitou mais países em desenvolvimento do que qualquer papa antes dele.

Estas são as palavras que João Paulo II escreveu sobre a iniciativa económica:

“É um direito que é importante não só para o indivíduo, mas também para o bem comum. A experiência mostra-nos que a negação deste direito ou a sua limitação, em nome de uma ”igualdade” alegada de todos na sociedade, diminui, ou na prática absolutamente destrói o espírito de iniciativa, isto é, a subjetividade criadora do cidadão.”

Infelizmente, muitos defensores contemporâneos de justiça social não percebem a importância da liberdade económica e são rápidos para denunciar a motivação do lucro e do mercantilismo.

Eles, então, acrescentam ao seu erro a incoerência, uma vez que eles parecem pensar que a chave da felicidade é dar às pessoas mais coisas por arregimentar o poder coercivo do governo. O seu foco exclusivo sobre o rendimento e a riqueza como fontes e marcadores de igualdade é, ironicamente, apenas uma outra variedade da ganância e do consumismo que são rápidos para esfolar.

Esta não é a justiça social, é o materialismo. E certamente não é generosidade, uma vez que o foco dessas pessoas é doar em dinheiro de outras pessoas.

A verdadeira justiça e bem comum não necessitam de igualdade no sentido de igualdade económica. Arthur Brooks, pesquisador social que é agora presidente do American Enterprise Institute, mostrou que o que realmente promove a felicidade humana não está a apropriar de rendimento, mas sim um sistema que liberta e encoraja o sucesso no sistema, ou em outras palavras, que não multiplique os desincentivos à realização e não sufoque a ambição.

Se isso não é uma descrição da economia de mercado, eu não sei o que é.

O Padre Robert A. Sirico é presidente e co-fundador do Instituto Acton e o autor de “Defendendo o Mercado Livre: A Fundamentação Moral para uma Economia Livre” (Regnery, 2012)

Podem ler o original aqui. A tradução e os negritos e sublinhados são meus.

Creio que este artigo resume bem a minha posição sobre a Esquerda Portuguesa e Mundial, pelo que me limitei a traduzir este texto escrito por um dos maiores especialistas mundiais na fundamentação da superioridade moral da Economia Livre.

 

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There is no ‘social justice’ without economic freedom

The good citizens of Chicago experienced several days of protests this month surrounding the NATO summit. The demonstrators took to the streets to denounce everything from climate change to the military to “the rich” to capitalism itself.

There was a common noble yearning underlying their eclectic set of grievances, however: a demand for “social justice.”

While this hallowed demand allowed them to claim the moral high ground, the demonstrator are really motivated by something far more base: crass materialism and covetous greed.

Here is what I mean:

In countless debates and conversations with modern proponents of social justice, I have noticed that they are less interested in justice than in material equality. They borrow the language of justice and the common good but have either forgotten or rejected the classical meanings of those terms.

In the classical tradition of reflection on justice (especially seen in Aristotle, St. Thomas Aquinas, and their intellectual descendants) it is clear that inequality—in the sense of unequal wealth or social status—is mostly compatible with justice, because justice is “to give to each his due.”

What one is due, of course, differs from person to person—in addition to those things due everyone: life, dignity, and liberty for example.

When we speak of the idea of the common good, we need to be open-minded about the most likely way to bring it about. The common good is, after all, a range of conditions, not a set of policies. It cannot be achieved by way of the “commonality of goods” proposed by socialists, but rather through the institutions that the socialists worked so hard to discredit.

Let me list some of the conditions that are especially important for human flourishing:

Rule of law in the sense of courts acting in a non-arbitrary manner; secure private property in the means of production.

Stable money to serve as a reliable means of exchange

- The freedom of enterprise that allows people to start businesses to pursue their dream

- The freedom of association that permits people to reach mutually unforced agreements for employing or being employed

- The enforcement of contracts to ensure that people keep their reasonable promises and that disputes are arbitrated justly.

- Vibrant trade within and among nations to permit the fullest possible flowering of the division of labor.

These institutions must be supported by a culture that regards the human person as possessing an inherent dignity and creative potential, and believes that transcendent morality trumps the civil authority’s attempt to redefine morality.

This is the basis of what we call freedom, and it encourages what we call the common good.

The common good is incompatible with the violation of the right to economic initiative. And this isn’t just a private idea of mine, or even something restricted to economists and Tea Party activists.

I emphasize this fact because many people carry around the notion—perhaps only vaguely held—that any truly thoughtful and compassionate church leader takes a dim view of the free economy.

For the sake of space, let me offer up just a single prominent counterexample. Pope John Paul II grew up under Soviet communism, and he also had plenty of opportunities to view the softer socialism of various Western European countries.

He was deeply concerned with the poor and suffering of the world, as was evidenced both by his writings and his punishing travel schedule; he visited more developing countries than any pope before him.

This is what John Paul wrote of economic initiative:

“It is a right which is important not only for the individual but also for the common good. Experience shows us that the denial of this right, or its limitation in the name of an alleged ‘equality’ of everyone in society, diminishes, or in practice absolutely destroys the spirit of initiative, that is to say the creative subjectivity of the citizen.”

Unfortunately, many contemporary proponents of social justice miss the importance of economic freedom and are quick to denounce the profit motive and commercialism.

They then compound their error with incoherence, since they seem to think the key to happiness is giving people more stuff—by enlisting the coercive power of government. Their exclusive focus on income and wealth as the sources and markers of equality is, ironically, merely another variety of the greed and consumerism that they are quick to excoriate.

This is not really social justice; it’s materialism. And it certainly isn’t generosity, since these people’s focus is on giving away other people’s money.

True justice and the common good do not require equality in the sense of economic sameness. My friend and colleague Arthur Brooks, a social researcher who is now president of the American Enterprise Institute, has shown that what truly promotes human happiness is not unearned income but rather a system that frees and encourages earned success—a system, in other words, that doesn’t multiply disincentives to achievement, doesn’t suffocate ambition.

If that is not a description of the market economy I do not know what is.

Rev. Robert A. Sirico is the president and co-founder of the Acton Institute and author of “Defending the Free Market: The Moral Case for a Free Economy” (Regnery, 2012)

Excelente artigo que creio que resume muito bem a minha posição sobre a Esquerda Portuguesa e Mundial, escrito por um dos maiores especialistas mundiais na fundamentação da superioridade moral do Capitalismo. Podem ler o original aquiReferido aqui. Sublinhados e negritos meus.

De seguida irei traduzir para que todos tenham acesso ao artigo em Português.

 

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Debate Murphy – Krugman

Robert Murphy faz hoje anos. Assim, nada melhor do que relembrar a ideia do Debate Murphy – Krugman. Basicamente, quem quiser pode comprometer-se a pagar uma pequena importância para uma instituição de caridade que só será descontada quando Krugman aceitar a proposta de debate de Robert Murphy.

Site da Proposta. Site do Compromisso de Caridade. Lançamento da Campanha. Vídeos. Vídeo Principal:

 

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Master in Business, Law and Economics at Aix Marseille University – 2012

Mail recebido do director do Mestrado:

We are proud to announce the opening of a new Master in Business, Law and Economics at Aix Marseille University.

Although new and entirely in English, this program builds on a long tradition developed here in Aix-en-Provence, France. A tradition based on sound economics that promote a dynamic, open-world, austrian understanding of social phenomena and of the emergence and evolution of institutions.
This one-year program is open primarily to students with a background in economics, although we consider students with a law or business background as well.
We hope that you will find that program interesting and advertise it among your students and friends.
Of course, don’t hesitate to contact me for further information on that program.
Mais informaçõesUniversidadeMestrado.
Gostaria que houvesse Portugueses por lá, a mostrar que o país também tem interesse numa formação nestes temas sobre uma orientação Austríaca.
Se precisarem de informação adicional não hesitem em me contactar.
 
 

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Reason Cruise

Reason Institute Cruise

Para quem quiser fazer um cruzeiro com a malta da Reason.

Todos os anos mudam, e em 2012 é a vez do Alaska em Agosto.
Por 2.000 Euros podem passar uma semana a debater Liberalismo num ambiente informal e descontraído com alguns dos rostos mais conhecidos da Reason e da Reason Foundation.

Fica a sugestão.

E já agora, a publicidade do 1º, em Fevereiro de 2011:

Eu não teria escolhido o tema “Love Boat Liberal”, mas creio que percebem a ideia.

 
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Publicado por em 25 de Março de 2012 in Américas, Evento, Reason

 

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Instituto Acton

O Instituto Acton, nas suas próprias palavras:

O Acton Institute para o Estudo da Religião e da Liberdade promove uma sociedade virtuosa e livre, caracterizada pela liberdade individual e sustentada por princípios religiosos; isto é possível, principalmente, graças aos recursos em inglês. Oferecemos este site especial, em várias línguas, para explicar melhor nossa missão e atingir audiências ainda não envolvidas pelos nossos programas.

O Acton Institute educa líderes religiosos e empresários de todos os credos baseando-se no potencial moral dos mercados livres. Nós compartilhamos a crença, amplamente aceita, na qual o homem é criado à imagem de Deus. É por isto que o homem também tem o poder de criar e, se quiser, o poder de servir a Deus. Respeito à atividade econômica, o Instituto acha que o homem deveria ser livre para criar e ajudar a satisfazer as necessidades de outros seres humanos. Aliás, quando o homem é privado de servir desse jeito, gera-se um dano considerável na sua natureza mesma, a essência de sua dignidade. Nosso trabalho concentra-se nesses “potenciais morais”.

Os programas do Acton Institute educam os futuros religiosos nos princípios e nos processos da livre iniciativa, salientando as dimensões morais da liberdade e do sistema de mercado. Ajudamos os seminaristas e os clérigos ativos a apreciar melhor o potencial moral do livre intercâmbio.

Convidamos também os executivos e os empresários a integrar sua fé às suas vidas profissionais, a entregar-se sem interesse nenhum às suas comunidades e a lutar por padrões morais superiores da conduta ética dos seus trabalhos.

Nossos programas se implementam principalmente nos Estados Unidos mas também oferecemos palestras especiais na Europa de Leste e na América Latina. Todos nossos esforços visam promover a compreensão, fundamentada em forma teológica, dos princípios de mercado e visam também salientar a liberdade necessária a fim de oferecer a todos as mesmas oportunidades.

Inspirado nos escritos de Lord Acton, o grande historiador e pensador moral de Cambridge, o Instituto realiza seminários em inglês, dirige pesquisas e publica livros, ensaios e jornais que invocam a religião como defensora da liberdade. Convidamos todos vocês a se unir no avanço das idéias que fortalecem os indivíduos e as comunidades.

Quando o Robert Sirico veio a Portugal, no Ecclesia:

Meios existentes em Português/Brasileiro:

Thomas Woods no Instituto Acton:

Definição pelos próprios em Inglês:
The Acton Institute for the Study of Religion and Liberty is a leading international educational organization located in Grand Rapids, Michigan. Our mission is to promote a free society characterized by individual liberty and sustained by religious principles.

Meios disponibilizados pelo Instituto:
Material em Inglês no Site do Instituto:

Quem quiser compreender o que o Capitalismo é, deverá ler o que dizem os seus defensores e os seus detractores. Os detractores estão em todo o lado a toda a hora. Estes são os defensores. Que explicam porque não só o Capitalismo é moral, como também que quem que que defenda princípios morais tem de defender o Capitalismo, os seus Empreendedores e as regras justas do mercado.
Contra a ditadura do Estado, da banca que o suporta, dos burocratas que se servem dele e dos esquerdas que não percebem as implicações do que defendem.

Como diria Lord Acton:

“Power tends to corrupt, and absolute power corrupts absolutely”

 

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The Call of the Entrepreneur

Um dos melhores documentários de sempre para compreender a Economia.

Conta a história de 3 Empreendedores: um agricultor em Evart (Michigan), um financeiro em Nova Iorque e um refugiado Chinês em Hong Kong. Robert Sirico, Jay Richards, Michael Novak, George Gilder e outros membros do Instituto Acton usam aqueles 3 exemplos para demonstrar como os Empreendedores mudam o mundo.

Este vídeo foi um dos dois apresentados no Campo da Liberdade Porto 2010.

Links Recomendados: Site (Trailer - R), no IMDbno Blogtrepreneur Instituto Acton (Princípios) (Brasileiro)

Vídeo completo disponível neste site.

Outras peças sobre o Rev. Robert Sirico:

 

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5 Motivos Porque as Políticas Estatais não funcionam

Podemos fazer esta lista de muitas formas. Aqui está uma delas:

1. Impulso. A classe política presta sempre mais atenção ao que está nas notícias e responde por impulso. Pensamento estratégico e de longo prazo não são comuns.
Veja-se por exemplo porque começou a Grande Guerra.
Gestão dos projectos de políticos anteriores tão pouco. Resultado: Má gestão endémica.

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