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Arquivo da Categoria: Seguros

Como poupar – Todos Contam & Dolceta

O Banco de Portugal lançou um site para ajudar a população a realizar coisas básicas como:

  • Planear o Orçamento Familiar,
  • Criar uma Empresa,
  • Poupar e Investir,
  • Contrair um Crédito,
  • Fazer um Seguro.

O site é: Todos Contam.

 

A União Europeia tem outro para fazer “a educação do consumidor através da internet”. Inclui:

  • Educação do Consumidor,
  • Literacia Financeira,
  • Consumo sustentável,
  • Direitos dos Consumidores,
  • Serviços por sector,
  • Segurança dos produtos,
  • Serviços Financeiros.

O site fica em: Dolceta.

Ficam as sugestões para quem achar que precise.

 

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Tabela Nacional de Incapacidades

TABELA NACIONAL DE INCAPACIDADES POR ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS aprovada pelo Decreto-Lei nº352/2007, de 23 de Outubro

Link para o Decreto-Lei no site do INR

 
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Publicado por em 31 de Janeiro de 2012 in Portugal, Seguros

 

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Segurança Social – O Problema

Insustentabilidade. A Segurança Social, tal como está, é insustentável. E o motivo é simples: na época em que foi criada, a esperança média de vida era 65 anos e a reforma era aos 65 anos. Hoje, a esperança média de vida é de 78,73 e a reforma é aos 62,6 anos (e o meu pai teve colegas a reformarem-se aos 49, mas aqui refiro o valor médio).

Causas. As causas são portanto 3:
- Uma população cada vez mais qualificada (i.e., a entrar mais tarde no mercado de trabalho);
- A reformar-se mais cedo do que inicialmente (devido a todos os “direitos” entretanto “adquiridos”);
- A viver muito mais tempo (em 50 anos ganhou 14 anos de vida!).
Assim, é fácil imaginar que vão ter de se tomar opções difíceis.

Opções. Nenhuma das opções é muito boa:
- Ou se aumenta a idade da reforma, o que implicaria por exemplo, desenvolver funções especializadas para polícias e professores séniores, potencialmente trabalho de secretária libertando destas funções os mais novos;
- Ou se cobra mais aos contribuintes;
- Ou se paga menos aos beneficiários.
Em princípio dever-se-á seguir por uma combinação das 3 opções.

Política. E como será concretizada essa combinação?
A incerteza decorrente do ciclo eleitoral e, entre eleições, de uma classe política maleável, torna este previsão impossível com rigor.

I – O ministro Pedro Mota Soares disse em Dezembro de 2011 que “temos um problema de Sustentabilidade na Segurança Social”, defendendo assim o Plafonamento Progressivo das Pensões e das respectivas Contribuições. Ou seja, contribuímos apenas até um certo nível de salário (3 salários mínimos, segundo “um estudo”) e a partir daí, se pretendermos mais, deveremos contribuir para um outro sistema: público (lol), mutualista, ou privado. Para todos… excepto os que estão “a poucos anos de se reformar” (os Portugueses de 1ª, dos “direitos adquiridos”).

 

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