Nos EUA, em 1964, o Salário Mínimo era 5 moedas de 1/4 de Dólar por hora.
Em Fevereiro de 2013, essas 5 moedas só em prata valem 26,21 Dólares.
Os governos dão muletas depois de partirem as pernas.
Segundo a Wikipedia, Garet Garrett (19 de fevereiro de 1878 – 6 de novembro de 1954), nascido Edward Peter Garrett, foi um jornalista e autor libertário norte-americano, que é conhecido pela sua oposição ao New Deal e ao envolvimento dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial.
Livros publicados:
There was endless controversy as to whether the acts of the New Deal did actually move recovery or retard it, and nothing final could ever come of that bitter debate because it is forever impossible to prove what might have happened in place of what did. Garet Garrett
E quando uma empresa Americana pede a um compositor Chinês e este compõe uma música em Swahili baseada numa letra Católica (Pai Nosso), o resultado é este:
Sim, é a música de um jogo – Civilization IV.
E sim, o Rei Leão usou-a sob licença.
Em 2011 (6 anos depois da estreia!), a música ganhou um Grammy, tornando-se a 1ª música de um jogo a consegui-lo! (Joystiq – nomeação) (GameSpot) (PC Mag)
[Coronation] – O jogo tinha 2 músicas compostas por Christopher Tin. Quando assinalado assim, essa versão inclui a 1ª parte chamada “Coronation”. Coronation tocava no vídeo de introdução, Baba Yetu era a música do menu, enquanto escolhíamos a Civilização para tentar a dominação mundial naquele Semestre…
Algumas versões:
Everywhere:
Letra e discussão no maior forum sobre o jogo: CivFanatics.
E para os verdadeiros fãs, 1000 pistas de que andam a jogar demais.
(E sim, Portuguese era o meu nick nos velhos tempos. Ah, the good old days…)
De acordo com a Wikipedia:
Claude Frédéric Bastiat (Baiona, 30 de junho de 1801 — Roma, 24 de dezembro de 1850) foi um economista e jornalista francês. A maior parte de sua obra foi escrita durante os anos que antecederam e que imediatamente sucederam a Revolução de 1848. Nessa época, eram grandes as discussões em torno do socialismo, para o qual a França pendia fortemente. Como deputado, teve a oportunidade de se opor vivamente às idéias socialistas, fazendo-o através de seus escritos, vazados em estilo cheio de humor e sátira e de muito agradável leitura.
Entre os economistas franceses, Frédéric Bastiat ocupa um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Um princípio domina sua obra: A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. Infelizmente, ela pode ser pervertida e posta a serviço de interesses particulares, tornando-se, então, um instrumento de espoliação. É desta forma que Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta “grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais”. Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.
Ao tomar conhecimento da campanha desenvolvida por Cobden e sua liga na Inglaterra, escreve um artigo, publicado no Journal des Économistes, no qual elogia os méritos do livre mercado. O sucesso é imediato. Bastiat vai a Paris e durante os sete anos que lhe restaram de vida se consagra incansavelmente a defender a causa que abraçara. Em 1848, é eleito para a Assembléia Constituinte e, depois, para a Assembléia Legislativa.
Principais Obras (site com todas em Francês, Inglês e Espanhol):
O que é visto e o que não é visto – Obra obrigatória: pequena, de fácil compreensão e destruidora de mitos.
Capítulos:
Economic Harmonies & Economic Sophisms - As duas obras gémeas sobre Economia Política.
The Law – Conceitos básicos sobre a lei e a sua aplicação.
Government – Uma pequena obra sobre a sua definição. Inclui a tirada (que liga muito bem com a de Hayek):
“I have not the pleasure of knowing my reader but I would stake ten to one that for six months he has been making Utopias, and if so, that he is looking to Government for the realization of them.”
Candlestick Petition – Humor negro. Os produtores de velas pedem que o sol seja tapado para criar mais emprego. em toda a economia. Até Portugal é estimulado!
Para quem quer “Ser John Galt“, o Dubai nunca esteve melhor.
Assim, um dos nossos emigrantes mais famosos e bem colocados, o Carlos Guimarães Pinto,
criou o grupo de Facebook “Empregos no Dubai” que recomendo vivamente.
Farto de pagar IRS? No Dubai “paga-se” 0%. Adiram e estejam atentos.
Para quem quiser empregos por outras paragens, pode também consultar: Empregos pelo Mundo.
O PCP decidiu parar de se esconder atrás de discursos generalistas e lançou 12 medidas concretas para Portugal neste momento de crise.
Assembleia da República, em 17 de janeiro de 2013
Mas descansem, pois…O PCP propõe assim 12 medidas, de entre muitas outras que seriam justas e são necessárias, no sentido de garantir um alívio mínimo na vida de milhões de portugueses, de portugueses, de reformados e das suas famílias.
Estas medidas imediatas são inteiramente viáveis. São-no no que toca à despesa pública uma vez que o seu volume é incomparavelmente inferior ao que o Governo entrega de bandeja ao setor financeiro e aos grupos económicos. E são-no também no que toca ao setor privado onde uma redução dos escandalosos lucros acumulados à custa da vida das pessoas e da economia nacional é uma medida da mais elementar decência.
Vamos lá resumir a história:
Faz sentido…
Podem ler a tradução para Brasileiro no Mises Brasil. Excerto:

Eis as três razões básicas fornecidas por de Jouvenel.
Primeira, o desconhecimento. Mais especificamente, o desconhecimento teórico de como funcionam os processos de mercado. Como bem explicou Hayek, a ordem social empreendedorial é a mais complexa que existe no universo. Qualquer pessoa que queira entender minimamente como funciona o processo de mercado deve se dedicar a várias horas de leituras diárias, e mesmo assim, do ponto de vista analítico, conseguirá entender apenas uma ínfima parte das leis que realmente governam os processos de interação espontânea que ocorrem no mercado. Este trabalho deliberado de análise para se compreender como funciona o processo espontâneo de mercado — o qual só a teoria económica pode proporcionar — desgraçadamente está completamente ausente da rotina da maior parte dos intelectuais.
Intelectuais normalmente são egocêntricos e tendem a se dar muito importância; eles genuinamente creem que são estudiosos profundos dos assuntos sociais. Porém, a maioria é profundamente ignorante em relação a tudo o que diz respeito à ciência económica.
A segunda razão, a soberba. Mais especificamente, a soberba do falso racionalista. O intelectual genuinamente acredita que é mais culto e que sabe muito mais do que o resto de seus concidadãos, seja porque fez vários cursos universitários ou porque se vê como uma pessoa refinada que leu muitos livros ou porque participa de muitas conferências ou porque já recebeu alguns prémios. Em suma, ele se crê uma pessoa mais inteligente e muito mais preparada do que o restante da humanidade. Por agirem assim, tendem a cair no pecado fatal da arrogância ou da soberba com muita facilidade.
Chegam, inclusive, ao ponto de pensar que sabem mais do que nós mesmos sobre o que devemos fazer e como devemos agir. Crêem genuinamente que estão legitimados a decidir o que temos de fazer. Riem dos cidadãos de ideias mais simplórias e mais práticas. É uma ofensa à sua fina sensibilidade assistir à televisão. Abominam anúncios comerciais. De alguma forma se escandalizam com a falta de cultura (na concepção deles) de toda a população. E, de seus pedestais, se colocam a pontificar e a criticar tudo o que fazemos porque se creem moral e intelectualmente acima de tudo e todos.
E, no entanto, como dito, eles sabem muito pouco sobre o mundo real. E isso é um perigo. Por trás de cada intelectual há um ditador em potencial. Qualquer descuido da sociedade e tais pessoas cairão na tentação de se arrogarem a si próprias plenos poderes políticos para impor a toda a população seus peculiares pontos de vista, os quais eles, os intelectuais, consideram ser os melhores, os mais refinados e os mais cultos.
É justamente por causa desta ignorância, desta arrogância fatal de pensar que sabem mais do que nós todos, que são mais cultos e refinados, que não devemos estranhar o fato de que, por trás de cada grande ditador da história, por trás de cada Hitler e Stalin, sempre houve um corte de intelectuais aduladores que se apressaram e se esforçaram para lhes conferir base e legitimidade do ponto de vista ideológico, cultural e filosófico.
E a terceira e extremamente importante razão, o ressentimento e a inveja.
O intelectual é geralmente uma pessoa profundamente ressentida. O intelectual se encontra em uma situação de mercado muito incômoda: na maior parte das circunstâncias, ele percebe que o valor de mercado que ele gera ao processo produtivo da economia é bastante pequeno. Apenas pense nisso: você estudou durante vários anos, passou vários maus bocados, teve de fazer o grande sacrifício de emigrar para Paris, passou boa parte da sua vida pintando quadros aos quais poucas pessoas dão valor e ainda menos pessoas se dispõem a comprá-los. Você se torna um ressentido. Há algo de muito podre na sociedade capitalista quando as pessoas não valorizam como deve os seus esforços, os seus belos quadros, os seus profundos poemas, os seus refinados artigos e seus geniais romances.Mesmo aqueles intelectuais que conseguem obter sucesso e prestígio no mercado capitalista nunca estão satisfeitos com o que lhes pagam. O raciocínio é sempre o mesmo: “Levando em conta tudo o que faço como intelectual, sobretudo levando em conta toda a miséria moral que me rodeia, meu trabalho e meu esforço não são devidamente reconhecidos e remunerados. Não posso aceitar, como intelectual de prestígio que sou, que um ignorante, um parvo, um inculto empresário ganhe 10 ou 100 vezes mais do que eu simplesmente por estar vendendo qualquer coisa absurda, como carne bovina, sapatos ou barbeadores em um mercado voltado para satisfazer os desejos artificiais das massas incultas.”
“Essa é uma sociedade injusta“, prossegue o intelectual. “A nós intelectuais não é pago o que valemos, ao passo que qualquer ignóbil que se dedica a produzir algo demandado pelas massas incultas ganha 100 ou 200 vezes mais do que eu“. Ressentimento e inveja.
Para perceber a teoria e as suas consequências mais severas, recomendo:

“Crazy with fury I will stain my rifle red while slaughtering any enemy that falls in my hands! My nostrils dilate while savoring the acrid odor of gunpowder and blood. With the deaths of my enemies I prepare my being for the sacred fight and join the triumphant proletariat with a bestial howl!”
“Blind hate against the enemy creates a forceful impulse that cracks the boundaries of natural human limitations, transforming the soldier in an effective, selective and cold killing machine. A people without hate cannot triumph against the adversary.”
“To send men to the firing squad, judicial proof is unnecessary … These procedures are an archaic bourgeois detail. This is a revolution!”
“A revolutionary must become a cold killing machine motivated by pure hate. We must create the pedagogy of the The Wall!” The Wall is a reference to the wall where Che’s enemies stood before his firing squads.
“I am not Christ or a philanthropist, old lady, I am all the contrary of a Christ … I fight for the things I believe in, with all the weapons at my disposal and try to leave the other man dead so that I don’t get nailed to a cross or any other place.”
“If any person has a good word for the previous government that is good enough for me to have him shot.”
“In fact, if Christ himself stood in my way, I, like Nietzsche, would not hesitate to squish him like a worm.”
“Let me say, at the risk of seeming ridiculous, that the true revolutionary is guided by great feelings of love.”
“It’s a sad thing not to have friends, but it is even sadder not to have enemies.”
“What we affirm is that we must proceed along the path of liberation even if this costs millions of atomic victims.”
Como hoje é sexta, vai mais uma música. É fraquita comparada com outras, mas os miúdos esforçaram-se:
Keynes Vs Friedman Vs Hayek. Já só falta tirar o Keynes da equação!
Hugo Chavez Hit By Cuba’s Surgical Strike:
Americas: Venezuela’s Hugo Chavez is dying of cancer in Havana, in a live demonstration of Cuba’s vaunted socialized medical care. He went there instead of Brazil because he wanted to make a political statement. What irony.
As party cronies hover at his bedside, Cuban officials bark orders to the government in Caracas, and red-shirted Chavistas hold vigils, all signs are pointing to an imminent exit for the Venezuelan leader who controls a huge part of the world’s oil.
He’s going out exactly as he wouldn’t have liked — helpless and at the mercy of doctors, a far cry from the blaze of heroic socialist glory he might have preferred.
Most galling for him: It didn’t have to happen this way.
His expected demise will be entirely due to his gullibility to leftist propaganda and bad choices that came of it.
“In July 2011, during (a)… summit in Caracas, Brazil’s President, Dilma Rousseff, told a few of her colleagues — in private — that Chavez was likely to die as a result of ‘his excessive paranoia rather than as a consequence of his serious — yet treatable — cancer,’” wrote Venezuelan consultant Pedro Burelli in a newsletter.
“What she meant to say,” Burelli added, “was that by choosing secrecy in Cuba over medical competence at the Sirio-Libanese Hospital in Sao Paulo (where she had been treated successfully for lymphatic cancer) Chavez had condemned himself to a shorter life.”
Burelli noted that it corresponded to his own sources, who told him that Chavez’s chosen successor, Foreign Minister Nicolas Maduro, flew to Brasilia to meet with Rousseff and her oncologist.
He presented the diagnoses from Caracas and Havana and the Brazilian specialist “considered it treatable under world-class protocols available in his center.”
Maduro signaled interest. But the Chavista regime then demanded to pretty much take over the 400-bed hospital, which the Brazilians rejected. “From that moment on the patient was doomed,” Burelli wrote.
According to a 2011 report in the Wall Street Journal, Chavez chose Cuban medical care over the world-class treatment in Brazil for “political” reasons.
“While Mr. Chavez often lauds Cuban doctors, switching from Cuban to Brazilian care would have suggested the Cubans aren’t capable of world class care.”
And that’s pretty much the nub of it, the incredible desire of Chavez, common to all the left, to defend the myth of Cuba’s top-down health care system as superior to health care in free markets.
Praising CastroCare was a prominent feature of Michael Moore’s 2008 phony “documentary,” “Sicko,” which provided a shot in the arm for efforts to set up a socialized health care system in the U.S. — including the costly monstrosity known as ObamaCare.
President Obama’s campaign website continues to feature events that were held “to provide us with the motivation to continue the fight for health insurance reform.”
As Chavez suffers through four surgeries in Cuba, it’s instructive to note it was the Brazilian hospital — a teaching institution with top-of-the-line tomotherapy equipment, 2,000 doctors, and a record of success for beating cancer — that cured Rousseff as well as then-President Fernando Lugo of Paraguay. But it gets no recognition from the likes of Moore, who still promotes CastroCare on his Web site, while ignoring the private U.S. hospitals the Brazilians model themselves after.
Who knows, had he done so, Chavez might have lived.
Cuba by contrast, remains substandard, with average Cubans forced to bring their own bandages, water and sheets to hospitals that haven’t seen repairs in years.
Recent reports say Cuba cut medical spending from $209 million in 2009 to $190 million last year — “bending the cost curve” by giving less care. Sound familiar?
For wealthy foreigners like Chavez, Cuban officials often misstate their abilities to cure, according to Cuban dissident and top neurosurgeon Dr. Hilda Molina, while left-wing sites such as MRZine praise CastroCare because it doesn’t invest in fancy equipment.
As Chavez dies, Cuba itself may go down too if Venezuela’s energy subsidies end. Cuba’s regime, ironically, might be the last victim of its own foul health system.
A generalidade dos estatistas mundiais quando a situação aperta vão a instituições privadas de qualidade, como a Clínica de Cleveland (vejam bem a lista de pacientes que foram chefes de estado). A própria Dilma tratou-se no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo. Foram espertos.
Chávez quis passar uma mensagem política e foi a Cuba. Já sabemos como são as condições do hospitais Cubanos para o povo. Mas também se sabe que há sectores em que são melhores… para quem paga ou tem favores. Mas cada vez menos, como Chá vez agora descobriu. Quando falta dinheiro – essa maldição capitalista – toda a sociedade sofre e este episódio providencia mais um sinal disso.
Chávez pode agora ser admirado pela sua coerência. E pela sua férrea força de vontade. Uma figura que sempre foi pouco esperta e que assim permaneceu até ao fim. Mas, pelo menos, coerente.
Já há algum tempo que eu procurava uma boa imagem ou um bom esquema para diferenciar uma pessoa tipicamente pró-mercado e uma tipicamente pró-extorsão. Ou seja, quais são as características típicas de uma pessoa de espírito empreendedor que puxe a sua envolvente para a frente e quais são as típicas de uma pessoa que sofre de preguiça mental e que portanto tudo o que quer é aquilo a que tem “direito” sem nunca considerar a hipótese de que esses direitos têm custos que imperiosamente terão de ser pagos.
A imagem acima é justa?
Há características que achem deslocadas?
Querem detalhar mais a lista?
Comentem e eu talvez faça uma imagem actualizada.
O respeito. O respeito que muitos nutriam pela sua coerência. O PCP podia ter uma visão errada da sociedade e estar perdido na história. Mas pelo menos era coerente. E depois saiu a notícia referida aqui.
O grave desta notícia de que o PCP vai despedir pessoas é que vai contra tudo o que ele vem defendendo nos últimos anos. O PCP vai deixar pessoas na miséria, as suas famílias vão ter de fazer austeridade e tudo isto para quê? Face ao que defende para o Estado, várias questões exigem resposta. A saber:
Que o PCP é um partido retrógrado e sem qualquer noção de economia, já eu sabia.
Agora que desbarata assim a sua coerência e destrói famílias por obediência à austeridade, é que é novo.
O melhor presente de Natal para qualquer Economista:
Podem ver mais informações no site oficial.
“Enjoy the greatest collection of economic holiday hits ever aggregated!”
Inclui:
John Maynard Keynes
Thomas Malthus
Jean-Baptiste Say
Friedrich Hayek
David Ricardo
Paul Samuelson
PS: E sim: o senhor da foto é Jean-Baptiste Say e não Jean-Bastiste Say ![]()
PS2: O cd só estará à venda no Natal de 2013…