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Arquivo da Categoria: Temas

“Proponho que a UE estabeleça como objetivo para o ano 2020 que nenhum país possa ter uma taxa de desemprego superior à média europeia”

“Proponho que a UE estabeleça como objetivo para o ano 2020 que nenhum país possa ter uma taxa de desemprego superior à média europeia”, afirmou António José Seguro, na sua intervenção no Fórum dos Progressistas Europeus, que juntou na capital francesa líderes dos partidos socialistas de países do sul da Europa.

Fonte: Site oficial do PS (2º parágrafo)

Vão haver mil e uma desculpas que os “spin doctors” habituais vão tentar fazer, mas para mim esta é a anedota do ano político. O que me preocupa é mais a falta de reacção e o à-vontade com que o PS publicou isto na sua página oficial com a maior das naturalidades…

Para o caso de a notícia entretanto desaparecer, fica aqui a imagem que comprova a sua existência:
António José Seguro e a Média

 
 

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Como o governo Brasileiro encara o ensino da Física?

Com este livro, esperamos que você possa se apropriar do conhecimento físico, e compreender que ele é e foi historicamente e socialmente construído, bem como, perceber as relações desse conhecimento com as estruturas políticas, econômicas, sociais e culturais da sociedade capitalista. Mas, acima de tudo, que perceba sua beleza filosófica e artística revelada nos grandes princípios e nos conceitos científicos.

Fonte (parágrafo inteiro na página 11, negritos meus)

A revolução francesa não foi feita ou liderada por um partido ou movimento organizado, no sentido moderno, nem por homens que estivessem tentando levar a cabo um programa estruturado. Nem mes- mo chegou a ter “líderes” do tipo que as revoluções do séc. XX nos tem apresentado, até o surgimen- to da figura pós-revolucionária de Napoleão. Não obstante, um surpreendente consenso de idéias ge- rais entre um grupo social bastante coerente deu ao movimento revolucionário uma unidade efetiva. O Grupo era a “burguesia”; suas idéias eram o liberalismo clássico, conforme formuladas pelos “filósofos” e “economistas” e difundidas pela maçonaria e associações informais.

Mais especificamente, as exigências do burguês foram delineadas na famosa Declaração dos Di- reitos do Homem e Cidadão, de 1789. Este documento é um manifesto contra a sociedade hierár- quica de privilégios nobres, mas não a favor de uma sociedade democrática e igualitária. Os homens eram iguais perante a lei e as profissões estavam igualmente abertas ao talento; mas se a corrida co- meçasse sem handicaps, era igualmente entendido como fato consumado que os corredores não terminariam juntos. (HOBSBAWM, 2005, p.90-91)

Fonte (Caixa na página 97 do livro de Física – página sobre Vapor e Movimento)
Podem confirmar na ligação…

O argumento social da economia política de Adam Smith era tanto elegante quanto confortador. É verdade que a humanidade consistia essencialmente de indivíduos soberanos de certa constituição psicológica, que buscavam seus próprios interesses através da competição entre uns e outros. Mas poderia ser demonstrado que estas atividades, quando deixadas tanto quanto possível fora de controle, produziam não só uma ordem social “natural”, mas também o mais rápido aumento possível da “rique- za das nações”. A base desta ordem natural era a divisão social do trabalho. Podia ser cientificamente provado que a existência de uma classe de capitalistas donos dos meios de produção beneficiava a to- dos, inclusive aos trabalhadores. O aumento da riqueza das nações continuava com as operações das empresas privadas e a acumulação de capital, e poderia ser demonstrado que qualquer outro método de assegurá-lo iria desacelerá-lo ou mesmo estancá-lo. Essa sociedade não era incompatível com a igualdade natural de todos os homens com a justiça, pois, além de assegurar inclusive aos mais pobres condições de vida melhores, ela se baseava na mais eqüitativa de todas as relações: o intercâmbio de valores, ou mercadorias, equivalentes no mercado. O progresso era, portanto, tão “natural” quanto o capitalismo. (Adaptado de Hobsbawm, 2005, p. 330)

Fonte (Caixa na página 162 do livro de Física - página sobre Electromagnetismo)
Nem quero imaginar o que o professor de física treinado pelo governo Brasileiro dirá nesta aula…

  1. O historiador Hobsbawm (2005) coloca que os homens desta época, entre eles Adam Smith, realmente acreditavam no progresso da sociedade capitalista e nos benefícios que ela traria para a humanidade de uma maneira geral.
  2. Adam Smith acreditava que a origem da divisão social do trabalho estava na própria natureza huma- na, naturalmente propensa à troca.
  3. Podemos dizer que Thomas Edison foi um cientista com tino comercial, pois suas pesquisas cientí- ficas eram direcionadas para aquilo que lhe desse lucro.E você, o que pensa sobre isso? Discuta com seus colegas. Em seguida, escreva um texto procurando relacionar o desenvolvimento capitalista com o científico, suas relações, seus benefícios e/ ou malefícios à sociedade contemporânea.

Fonte (Caixa na página 163 do livro de Física - Actividade da página seguinte, negritos meus)
No Século XVIII acreditavam no progresso capitalista? Tansos, só pode…

Já chega. O livro tem mais pérolas mas ficam estas para exemplo.

Este é o livro de Física. Como gosto de ser uma pessoa agradável para os meus familiares ao fim-de-semana, nem vou procurar o de História ou de Economia para não ter azia.

Agora, com uma educação assim não admira que o Brasil nunca atinja os níveis de Israel ou da Suíça.

 

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E se não houvesse FenProf? Seria assim…

Amanhã haverá uma greve de professores aos exames. No essencial, de acordo com os organizadores, a greve visa defender a escola pública dos ataques que este Governo de Passos Coelho e do ministro Nuno Crato lhe têm feito.

Antes, já tinha havido uma greve de professores aos exames contra o Governo de José Sócrates e da ministra Maria de Lurdes Rodrigues, que fizeram vários ataques à escola pública, que os sindicatos em boa hora defenderam. Isabel Alçada, que também foi ministra de Sócrates, também não esteve isenta de críticas!

Antes, ainda, houve protestos e manifestações e greves contra o Governo de Durão Barroso e do ministro David Justino, que tanto atacaram a escola pública. Como aliás Maria do Carmo Seabra, no Governo Santana Lopes.

E antes, também no Governo de António Guterres e dos ministros Júlio Pedrosa, Augusto Santos Silva e Guilherme d’Oliveira Martins, os professores e a escola pública não deixaram nunca de ser atacados. Para não falar em Cavaco Silva, e Manuela Ferreira Leite, Couto dos Santos, Diamantino Durão, Roberto Carneiro, João de Deus Pinheiro e todos os outros ocupantes da 5 de Outubro, que num gabinete desse edifício matutaram na melhor maneira de destruir o ensino em Portugal.

Desde que há Fenprof que ouço dizer que querem destruir a escola pública.

Mas felizmente, desde que existe Fenprof que eu ouço que há quem a queira defender. E deve ser por isso, pela ação e pela defesa intransigente, através de greves, ações de protestos e manifestações da Fenprof, que a escola pública ainda existe. Caso contrário, só havia escolas privadas e, para mais, religiosas, cheias de padres e freiras, os professores tinham ido todos para o desemprego e vivíamos no obscurantismo mais profundo. Pois não é isso que desejam ardentemente todos os ministros da educação e todos os primeiros-ministros?

Há que fazer-lhes justiça!

No caso de acharem que este post é um bocadinho irónico, têm toda a razão.

Henrique Monteiro no Expresso. Negritos meus.

 
 

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Inês Gonçalves e o Síndrome de Estocolmo

Ora vamos lá a um pequeno exercício de argumentação, com um pouco de humor para estimular a leitura. Original a negrito.

Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública. – Não. O teu futuro vai ser decidido por ti. Dentro de algumas semanas, frente a várias folhas de exame. Isso que estás a tentar fazer chama-se “desresponsabilização” e apesar de provavelmente estares rodeada por uma miríade de pessoas que te incutem esse espírito também é tua responsabilidade aprenderes a assumires que o teu destino está nas tuas mãos. Chama-se a isso “crescimento”. Um dia compreenderás. Espero.

Dizem que sou refém! Dizem que me estão a prejudicar a vida! Todos falam do meu futuro, preocupam-se com ele, dizem que interessa, que mo estão a prejudicar… – Qualquer pessoa que te reduza as tuas opções te está a prejudicar. Mas a questão aqui é que é intencional. Basicamente, tu perdes para eles poderem fazer chantagem com outros num processo em que eles têm muito a ganhar (ou a não perder) e tu és apenas um objecto de arremesso. Vou elaborando mais ao longo do texto.

Ando há 12 anos na escola, na escola pública. – Os processadores de texto modernos permitem apagar repetições. Estou certo que um rapaz que perceba de computadores te pode explicar como o fazer.

Durante estes 12 anos aprendi. – Aprenderias mesmo que não estivesses na escola. Se tiveste filosofia como eu, podes concluir que esta minha chamada de atenção torna o teu argumento logicamente inútil.

Aprendi a ler e a escrever, aprendi as banalidades e necessidades que alguém que não conheci considerou que me seriam úteis no futuro. – Na verdade, teria sido melhor se essas decisões fossem descentralizadas. Para que percebas vou só dar um exemplo: se todos tivessem que ter o mesmo telemóvel ou a mesma roupa não achas que, mesmo que esse alguém fosse o mais sapiente do mundo, nunca acertaria no mais acertado para todos os teus colegas simultaneamente? Decisões centralizadas nunca serão as óptimas para todos.

Já naquela altura se preocupavam com o meu futuro. – Quem te disse isso? As pessoas movem-se por outros motivos. Repara: o que as pessoas querem é ter as suas necessidades satisfeitas. De amor, de sexo, de saúde, de serviços dos mais diversos. Algumas dessas coisas obtém-se por interacção livre e espontânea com outras pessoas. Outras delas exigem dinheiro. As pessoas que se “preocupam” (na verdade, os teus pais é que se preocupam) contigo fazem-no por 2 motivos: brio profissional e salário. Portanto cuidado com esse sentimento de que podes confiar em estranhos: só no dia em que realmente precisares de ajuda vais descobrir quem realmente se preocupa contigo. Espero que nunca venhas a estar nessa situação, pois garanto-te que não é uma sensação agradável.

Essas directivas eram-me passadas por pessoas, pessoas que escolheram como profissão o ensino, que gostavam do que faziam. – Da minha experiência, os professores gostam de ensinar. Mas com alunos atentos e que aprendem o que eles ensinam. E de preferência que se mostrem interessados e cooperantes. Como não conheço o teu caso, vou-te dar o meu. Em matemática eu tirava sempre excelente nos testes, do ciclo ao 12º. Mas com a idade desenvolvi um gosto – de reguila confesso – de corrigir os erros que os professores de matemática davam de modo um pouco gozão. Quando me apercebia do erro, não o dizia logo. Constatava a minha surpresa com o resultado final e obrigava o professor a fazer muitas contas antes de corrigir o erro. No teu ano – 12º – como eu sabia que tinha a entrada na faculdade mais ou menos garantida pelo lado das notas da secundária (claro que faltavam os exames, que era outra história), era um bocado sarcástico e fiquei só com 17 a matemática. Acho que a professora questionou um pouco a sua vocação com a nossa turma… Mas sim, genericamente concordo que o professores gostam do que fazem.

As pessoas que me ensinaram isso foram também aquelas que me ensinaram a importância do que está para além desses domínios e me alertaram para a outra dimensão que uma escola “a sério” deve ter: a dimensão cívica. – Tiveste mais sorte que eu quanto aos professores. No meu caso foram os meus pais.

Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros, fui ensinada por professores! – Uma das inúmeras vantagens do século em que vives.

Esses professores ensinaram-me a mim e a milhares de outros alunos a sermos também nós pessoas, seres pensantes e activos, não apenas bonecos recitadores! – Que bom. Não é sempre assim.

Talvez resida ai a minha incapacidade para perceber aqueles que se dizem tão preocupados com o meu futuro. – Outra vez: quem se preocupa com o teu futuro és tu e muito poucos mais. Olha eu por exemplo: eu não estou preocupado contigo. O que me motiva a mim é o bem-estar de mim e dos que me estão próximos. Claro que o nosso bem-estar – como dizia Mises, e eu sou um Misesiano – depende do bem-estar da sociedade como um todo e é daí que surge esta resposta. Com o objectivo de que pelo menos te leve a pensar que talvez os professores que fazem greve – e falo desses e não dos outros – tenham outros interesses em mente que não uma “preocupação”… “cívica” contigo e com os teus colegas.

Talvez resida no facto de não perceber como é que alguém pode pôr em causa a legitimidade da resistência de outrem à destruição do futuro e presente de um país inteiro! – Se fosse isso que estivesse em causa…

Onde mora a preocupação com o futuro dos meus filhos? Dos meus netos? Quem a tem? – Tu.

Onde morava essa preocupação quando cortaram os horários lectivos para metade e mantiveram os programas? – ‘Tás a ver as más decisões tomadas por decisores centrais?

Onde morava essa preocupação quando criaram os mega-agrupamentos? – Mais um bom exemplo.

Onde morava essa preocupação quando cortaram a acção social ou o passe escolar? – Ui, os decisores centrais só pensam em ti… mais um exemplo.

Onde mora essa preocupação quando parte dos alunos que vão a exame não podem sequer pensar em usá-lo para prosseguir estudos pois não têm posses para isso? – “Posses” parece um termo marxista… Essas tuas aulas de civismo foram dadas por professores formados onde?

Não somos reféns nessa altura? – Não.

E  a preocupação com o futuro dos meus professores? – A tua crença nos órgãos centrais do estado é comovente.

Onde morava essa preocupação quando milhares de professores foram conduzidos ao desemprego e o número de alunos por turma foi aumentado? – Portugal é dos países com mais professores por números de alunos…

Todas as atrocidades que têm sido cometidas contra nós, alunos, e contra a qualidade do ensino que nos é leccionado não pode ser esquecida nunca mas especialmente em momentos como este! – Sobre como aumentar a qualidade do ensino, já que mudas completamente de assunto, também te posso recomendar algumas boas leituras. Repara que esta pergunta nada tem a ver com o teu pedido para mais condições para os teus professores – qual Síndrome de Estocolmo – ou da tua confiança total nos decisores políticos, que é aceitável na tua idade mas que com algumas leituras poderias trabalhar em ultrapassar.

Os professores não fazem greve apenas por eles, fazem greve também por nós, alunos, e por uma escola pública que hoje pouco mais conserva do que o nome. Fazem greve pela garantia de um futuro! – Já tinhas dado indícios do Síndrome de Estocolmo antes, não precisavas de repisar o conceito.

De facto, Crato tem razão quando diz que somos reféns, engana-se é na escolha do sequestrador! – Quem fala…

E em relação aos reféns: não são só os alunos; são os alunos, os professores, os encarregados de educação, os pais, os avós, os desempregados, os precários, os emigrantes forçados… Os reféns são todos aqueles que, em Portugal, hipotecam presentes e futuros para satisfazer a “porra” de uma entidade que parece não saber que nós não somos números mas sim pessoas! – Uma orgia sem um palavrão não ficaria completa.

Se há momentos para ser solidária, este é um deles! Estou convosco* – Lindo. Sequestrada e sequestradores, lado a lado. Norrmalmstorg não assistiu a melhor demonstração. Bravo! Bravo!

Inês Gonçalves (ligação para o texto oficial)

Bloco de Esquerda - Inconformacao 2011 (com Ines Gonçalves)

E quem é a Inês Gonçalves? De acordo com o Público, apesar dos seus tenros 18 anos, é militante do Bloco de Esquerda. E já o era em 2011, como podem ver no cartaz ao lado – cliquem para alargar, o nome dela está na sessão de encerramento.

Independente não é.

Comparável com o Martim – um rapaz de 16 anos sem experiência política – também não.

É simplesmente uma operacional do Bloco de Esquerda a apoiar uma greve.

Não se pode dizer que seja exactamente algo muito inovador…

 

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A Apple e a Privacidade

Apple’s Commitment to Customer Privacy:

Two weeks ago, when technology companies were accused of indiscriminately sharing customer data with government agencies, Apple issued a clear response: We first heard of the government’s “Prism” program when news organizations asked us about it on June 6. We do not provide any government agency with direct access to our servers, and any government agency requesting customer content must get a court order.

Like several other companies, we have asked the U.S. government for permission to report how many requests we receive related to national security and how we handle them. We have been authorized to share some of that data, and we are providing it here in the interest of transparency.

From December 1, 2012 to May 31, 2013, Apple received between 4,000 and 5,000 requests from U.S. law enforcement for customer data. Between 9,000 and 10,000 accounts or devices were specified in those requests, which came from federal, state and local authorities and included both criminal investigations and national security matters. The most common form of request comes from police investigating robberies and other crimes, searching for missing children, trying to locate a patient with Alzheimer’s disease, or hoping to prevent a suicide.

Regardless of the circumstances, our Legal team conducts an evaluation of each request and, only if appropriate, we retrieve and deliver the narrowest possible set of information to the authorities. In fact, from time to time when we see inconsistencies or inaccuracies in a request, we will refuse to fulfill it.

Apple has always placed a priority on protecting our customers’ personal data, and we don’t collect or maintain a mountain of personal details about our customers in the first place. There are certain categories of information which we do not provide to law enforcement or any other group because we choose not to retain it.

For example, conversations which take place over iMessage and FaceTime are protected by end-to-end encryption so no one but the sender and receiver can see or read them. Apple cannot decrypt that data. Similarly, we do not store data related to customers’ location, Map searches or Siri requests in any identifiable form.

We will continue to work hard to strike the right balance between fulfilling our legal responsibilities and protecting our customers’ privacy as they expect and deserve.

Sistemas como o iMessage e o FaceTime estão entre os mais seguros do sector.

Google e sobretudo Facebook podiam ter os mesmos elevados standard quanto à privacidade dos seus clientes… mas não têm.

Mais uma razão para eu ser um Apple Fanboy :)

 

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A atitude da Apple

 
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Publicado por em 11 de Junho de 2013 in Tecnologia, Videos

 

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Steve Jobs para Empreendedores

Após o seu desaparecimento, por um dos seus melhores “evangelistas”,Guy Kawasaki:

 

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Obama perde a Aureola

Os humoristas da América são ideologicamente de Esquerda.
Talvez por saberem tanto de como funciona a economia como humoristas portugueses como a Raquel Varela ou o Ricardo dos Gato Fedorento, o que é certo é que acreditam no Pai Natal Estado e na omni-potência do Estado – e portanto de Obama – para fazer tudo e mais alguma coisa.
Claro que Obama não cumpriu as expectativas (nem que realmente o quisesse o conseguiria…) e portanto Obama está finalmente a perder o apoio daquele importante grupo de defensores públicos.
Para o demonstrar, e para nos rirmos um bocado neste ano complicado, aqui vão as 25 melhores sátiras do último mês:

  1. Jon Stewart: “I wouldn’t be surprised if President Obama learned Osama bin Laden had been killed when he saw himself announce it on television.”
  2. Jay Leno: “President Obama says he is renewing his efforts to close Guantanamo Bay. How about closing the IRS? Why don’t we do that? How about shipping the IRS to Guantanamo Bay?”
  3. Jimmy Fallon: “During his trip to Brazil on Friday, Joe Biden said he was having such a good time that he didn’t want to go home. And that was just while he was riding on the baggage carousel at the airport.”
  4. Dennis Miller: “Nobody in the press is going to bear in on this. Let’s face facts: the American media is in an abusive relationship with Obama. They don’t quite know what to do. If you take the New York Times, you could refer to it as ‘Fifty Shades of Grey Lady.’”
  5. Conan O’Brien: “During a Senate hearing yesterday, Senator John McCain said it was too hard to always have to update apps on his iPhone. No one has the heart to tell him the device he was holding was a garage door opener.”
  6. Stephen Colbert: “It seems like lately, President Obama cannot swing a dead cat without hitting some sort of scandal. Which reminds me, what’s he doing with all of these dead cats?”
  7. David Letterman: “People always say this to me: ‘Hey, Letterman,’ they say. ‘Why don’t you make jokes about Obama?’ All right, I’ll tell you why. I don’t make jokes about him because I don’t want the FBI tapping my phone, that’s why.”
  8. Jon Stewart: Stewart slammed the IRS director who not only thought an apology was good enough for an IRS-related matter, but admitted she’s not good at math. Stewart snarkily replied, “That’s a good one, lady who works at the place that calculate people’s taxes!”
  9. Jay Leno: “As for how much tax she’s gonna have to pay on that $590 million, the IRS said it’s too soon to tell, ‘cause they don’t know if she’s a Republican or a Democrat. So, it’s going to take a while to figure that out.”
  10. Conan O’Brien: “A new report just came out. It says someone close to the president knew about the IRS scandal and kept his mouth shut. In other words, we can rule out Joe Biden.”
  11. Dennis Miller: “Never has a guy been more out of the loop who I’m told is the center of it all,” the comedian said of the president.
  12. Conan O’Brien: “President Obama is in a lot of hot water lately. Despite the scandals, 53 percent of Americans say they approve of the job he’s doing. The other 47 percent are being audited.”
  13. David Letterman: “I feel bad for Barack Obama. He’s got the Benghazi scandal, the IRS scandal, and the FBI wiretapping phones. The president is in so much trouble politically, he’s thinking about killing bin Laden again.”
  14. Jay Leno: “President Obama gave the commencement address at Morehouse College over the weekend. Great speech, very inspiring. He told the young graduates their future is bright – unless, of course, they want jobs.”
  15. Bill Maher: “Someone again sent the deadly poison Ricin to President Obama through the mail. These dumbasses, do they really think Obama opens his own mail? He doesn’t’ even know what the IRS and the Justice Departments are doing.”
  16. Dennis Miller: “Holder is shakier than a jackhammer operator playing Jenga on his lunch break. And what about Jay Carney over there? He’s got a worse bluff than Marty Feldman holding pocket aces. That cat blows more smoke than a Rastafarian’s death rattle. Couple more weeks like this and Obama’s gonna be claimin’ he’s Kenyan, claimin’ he’s Kenyan.”
  17. Jimmy Fallon: “It was just revealed that the Department of Justice secretly recorded the phone calls of AP journalists for two months. Obama promised reporters that the incident will be immediately investigated – by the Department of Justice.”
  18. Jay Leno: “White House officials insist that President Obama knew nothing about the IRS scandal until we all heard about it in the news last week. They said because there was an investigation under way, it would have been inappropriate to tell him. And besides, he was too busy not knowing anything about Benghazi.”
  19. Conan O’Brien: “Since President Obama took office, the Democratic Party has lost nine governorships, 56 members of Congress, and two Senate seats. In his defense, Obama said, ‘Well, I did promise change.”
  20. Seth Myers: “IRS: No one needs to avoid scandals more than you. You’re less popular with Americans than exercise.”
  21. Jimmy Fallon: “Anthony Weiner is running for mayor of New York City and he had to change his campaign website yesterday because it accidentally showed a picture of the Pittsburgh skyline instead of Manhattan. Or as Weiner calls it, ‘an embarrassing photo I can live with.’”
  22. Jay Leno: “It is not looking good for President Obama. Today, his teleprompter took the fifth. In fact, the White House has changed their slogan from, ‘Yes, we can’ to ‘No, I can’t remember.’”
  23. Jon Stewart: Recently, Stewart expressed mock sympathy for the IRS and indulged in a little schadenfraude, asking “Where’s your receipts, ***holes?” Stewart wryly remarked, “Sucks to get audited, doesn’t it?”
  24. Charles Krauthammer: “I think that Issa should not be making personal attacks or hurling epithets. Leave that to me, and to Steve [Hayes]. Mara [Liasson] I’m afraid won’t participate. But Steve and I will take care of it. And I think he’s wrong about saying that Carney’s a paid liar. I’ve argued here for months that Carney is majorly underpaid, and I think that really is the problem.”
  25. Jay Leno: “This week marks the 40th anniversary of the Watergate hearings. For those of you too young to remember, back then the administration had an enemies list. They were spying on reporters, and they used the IRS to harass groups they didn’t like. Thank God those days are gone forever.”
 

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Bilderberg 2013 – Lista completa

Bilderberg delegates in full

  • Chairman: Henri de Castries, Chairman and CEO, AXA Group
  • Paul M. Achleitner, Chairman of the Supervisory Board, Deutsche Bank AG
  • Josef Ackermann, Chairman of the Board, Zurich Insurance Group Ltd
  • Marcus Agius, Former Chairman, Barclays plc
  • Helen Alexander, Chairman, UBM plc
  • Roger C. Altman, Executive Chairman, Evercore Partners
  • Matti Apunen, Director, Finnish Business and Policy Forum EVA
  • Susan Athey, Professor of Economics, Stanford Graduate School of Business
  • Asli Aydintasbas, Columnist, Milliyet Newspaper
  • Ali Babacan, Turkish Deputy Prime Minister for Economic and Financial Affairs
  • Ed Balls, Shadow Chancellor of the Exchequer
  • Francisco Pinto Balsemão, Chairman and CEO, IMPRESA
  • Nicolas Barré, Managing Editor, Les Echos
  • José Manuel Barroso, President, European Commission
  • Nicolas Baverez, Partner, Gibson, Dunn & Crutcher LLP
  • Olivier de Bavinchove, Commander, Eurocorps
  • John Bell, Regius Professor of Medicine, University of Oxford
  • Franco Bernabè, Chairman and CEO, Telecom Italia S.p.A.
  • Jeff Bezos, Founder and CEO, Amazon.com
  • Carl Bildt, Swedish Minister for Foreign Affairs
  • Anders Borg, Swedish Minister for Finance
  • Jean François van Boxmeer, CEO, Heineken
  • Svein Richard Brandtzæg, President and CEO, Norsk Hydro ASA
  • Oscar Bronner, Publisher, Der Standard Medienwelt
  • Peter Carrington, Former Honorary Chairman, Bilderberg Meetings
  • Juan Luis Cebrián, Executive Chairman, Grupo PRISA
  • Edmund Clark, President and CEO, TD Bank Group
  • Kenneth Clarke, Cabinet Minister
  • Bjarne Corydon, Danish Minister of Finance
  • Sherard Cowper-Coles, Business Development Director, International, BAE Systems plc
  • Enrico Cucchiani, CEO, Intesa Sanpaolo SpA
  • Etienne Davignon, Belgian Minister of State; Former Chairman, Bilderberg Meetings
  • Ian Davis, Senior Partner Emeritus, McKinsey & Company
  • Robbert H. Dijkgraaf, Director and Leon Levy Professor, Institute for Advanced Study
  • Haluk Dinçer, President, Retail and Insurance Group, Sabanci Holding A.S.
  • Robert Dudley, Group Chief Executive, BP plc
  • Nicholas N. Eberstadt, Henry Wendt Chair in Political Economy, American Enterprise Institute
  • Espen Barth Eide, Norwegian Minister of Foreign Affairs
  • Börje Ekholm, President and CEO, Investor AB
  • Thomas Enders, CEO, EADS
  • J. Michael Evans, Vice Chairman, Goldman Sachs & Co.
  • Ulrik Federspiel, Executive Vice President, Haldor Topsøe A/S
  • Martin S.Feldstein, Professor of Economics, Harvard University; President Emeritus, NBER
  • François Fillon, Former French Prime Minister
  • Mark C. Fishman, President, Novartis Institutes for BioMedical Research
  • Douglas J. Flint, Group Chairman, HSBC Holdings plc
  • Paul Gallagher, Senior Counsel
  • Timothy F Geithner, Former Secretary of the Treasury
  • Michael Gfoeller, US Political Consultant
  • Donald E. Graham, Chairman and CEO, The Washington Post Company
  • Ulrich Grillo, CEO, Grillo-Werke AG
  • Lilli Gruber, Journalist – Anchorwoman, La 7 TV
  • Luis de Guindos, Spanish Minister of Economy and Competitiveness
  • Stuart Gulliver, Group Chief Executive, HSBC Holdings plc
  • Felix Gutzwiller, Member of the Swiss Council of States
  • Victor Halberstadt, Professor of Economics, Leiden University; Former Honorary Secretary General of Bilderberg Meetings
  • Olli Heinonen, Senior Fellow, Belfer Center for Science and International Affairs, Harvard Kennedy School of Government
  • Simon Henry, CFO, Royal Dutch Shell plc
  • Paul Hermelin, Chairman and CEO, Capgemini Group
  • Pablo Isla, Chairman and CEO, Inditex Group
  • Kenneth M. Jacobs, Chairman and CEO, Lazard
  • James A. Johnson, Chairman, Johnson Capital Partners
  • Thomas J. Jordan, Chairman of the Governing Board, Swiss National Bank
  • Vernon E. Jordan, Jr., Managing Director, Lazard Freres & Co. LLC
  • Robert D. Kaplan, Chief Geopolitical Analyst, Stratfor
  • Alex Karp, Founder and CEO, Palantir Technologies
  • John Kerr, Independent Member, House of Lords
  • Henry A. Kissinger, Chairman, Kissinger Associates, Inc.
  • Klaus Kleinfeld, Chairman and CEO, Alcoa
  • Klaas H.W. Knot, President, De Nederlandsche Bank
  • Mustafa V Koç,. Chairman, Koç Holding A.S.
  • Roland Koch, CEO, Bilfinger SE
  • Henry R. Kravis, Co-Chairman and Co-CEO, Kohlberg Kravis Roberts & Co.
  • Marie-Josée Kravis, Senior Fellow and Vice Chair, Hudson Institute
  • André Kudelski, Chairman and CEO, Kudelski Group
  • Ulysses Kyriacopoulos, Chairman, S&B Industrial Minerals S.A.
  • Christine Lagarde, Managing Director, International Monetary Fund
  • J. Kurt Lauk, Chairman of the Economic Council to the CDU, Berlin
  • Lawrence Lessig, Roy L. Furman Professor of Law and Leadership, Harvard Law School
  • Thomas Leysen, Chairman of the Board of Directors, KBC Group
  • Christian Lindner, Party Leader, Free Democratic Party (FDP NRW)
  • Stefan Löfven, Party Leader, Social Democratic Party (SAP)
  • Peter Löscher, President and CEO, Siemens AG
  • Peter Mandelson, Chairman, Global Counsel; Chairman, Lazard International
  • Jessica T. Mathews, President, Carnegie Endowment for International Peace
  • Frank McKenna, Chair, Brookfield Asset Management
  • John Micklethwait, Editor-in-Chief, The Economist
  • Thierry de Montbrial, President, French Institute for International Relations
  • Mario Monti, Former Italian Prime Minister
  • Craig J. Mundie, Senior Advisor to the CEO, Microsoft Corporation
  • Alberto Nagel, CEO, Mediobanca
  • H.R.H. Princess Beatrix of The Netherlands
  • Andrew Y.Ng, Co-Founder, Coursera
  • Jorma Ollila, Chairman, Royal Dutch Shell, plc
  • David Omand, Visiting Professor, King’s College London
  • George Osborne, Chancellor of the Exchequer
  • Emanuele Ottolenghi, Senior Fellow, Foundation for Defense of Democracies
  • Soli Özel, Senior Lecturer, Kadir Has University; Columnist, Habertürk Newspaper
  • Alexis Papahelas, Executive Editor, Kathimerini Newspaper
  • Safak Pavey, Turkish MP
  • Valérie Pécresse, French MP
  • Richard N. Perle, Resident Fellow, American Enterprise Institute
  • David H. Petraeus, General, U.S. Army (Retired)
  • Paulo Portas, Portugal Minister of State and Foreign Affairs
  • J. Robert S Prichard, Chair, Torys LLP
  • Viviane Reding, Vice President and Commissioner for Justice, Fundamental Rights and Citizenship, European Commission
  • Heather M. Reisman, CEO, Indigo Books & Music Inc.
  • Hélène Rey, Professor of Economics, London Business School
  • Simon Robertson, Partner, Robertson Robey Associates LLP; Deputy Chairman, HSBC Holdings
  • Gianfelice Rocca, Chairman,Techint Group
  • Jacek Rostowski, Minister of Finance and Deputy Prime Minister
  • Robert E. Rubin, Co-Chairman, Council on Foreign Relations; Former Secretary of the Treasury
  • Mark Rutte, Dutch Prime Minister
  • Andreas Schieder, Austrian State Secretary of Finance
  • Eric E. Schmidt, Executive Chairman, Google Inc.
  • Rudolf Scholten, Member of the Board of Executive Directors, Oesterreichische Kontrollbank AG
  • António José Seguro, Secretary General, Portuguese Socialist Party
  • Jean-Dominique Senard, CEO, Michelin Group
  • Kristin Skogen Lund, Director General, Confederation of Norwegian Enterprise
  • Anne-Marie Slaughter, Bert G. Kerstetter ’66 University Professor of Politics and International Affairs, Princeton University
  • Peter D. Sutherland, Chairman, Goldman Sachs International
  • Martin Taylor, Former Chairman, Syngenta AG
  • Tidjane Thiam, Group CEO, Prudential plc
  • Peter A. Thiel, President, Thiel Capital
  • Craig B. Thompson, President and CEO, Memorial Sloan-Kettering Cancer Center
  • Jakob Haldor Topsøe, Partner, AMBROX Capital A/S
  • Jutta Urpilainen, Finnish Minister of Finance
  • Daniel L. Vasella, Honorary Chairman, Novartis AG
  • Peter R. Voser, CEO, Royal Dutch Shell plc
  • Brad Wall, Premier of Saskatchewan Province, Canada
  • Jacob Wallenberg, Chairman, Investor AB
  • Kevin Warsh, Distinguished Visiting Fellow, The Hoover Institution, Stanford University
  • Galen G.Weston, Executive Chairman, Loblaw Companies Limited
  • Baroness Williams of Crosby, Member, House of Lords
  • Martin H. Wolf, Chief Economics Commentator, The Financial Times
  • James D. Wolfensohn, Chairman and CEO, Wolfensohn and Company
  • David Wright, Vice Chairman, Barclays plc
  • Robert B. Zoellick, Distinguished Visiting Fellow, Peterson Institute for International Economics

Fonte: Site oficial, via Telegraph & Zero Hedge, Portugueses destacados por mim.

Portugal mete 4 – nada mau para o país que é. Se bem que um é por ser já um “house name” e outro vai pela quota  da Comissão Europeia. Assim, da direita vai Paulo Portas – um amigo de longa data de Rumsfeld e outros neocon – e da esquerda vai Seguro – pois pode vir a ser primeiro ministro e este grupo costuma gostar de conhecer quem se segue a priori. Passos Coelho, Sócrates e Constâncio ficaram de fora.

Lista por nome de família. Petraeus surpreende um bocado pela presença e Draghi pela ausência (aliás, todo o ECB), mas não vou comentar todos, pois senão não ia dormir dado o volume de comentários a fazer.

 
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Publicado por em 4 de Junho de 2013 in Política

 

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O que têm um Criacionista e um Esquerdista em comum?

Um excelente artigo de Miguel Nunes Silva no PsicoLaranja:

Hipocrisia.

Como seres vivos, conscientes e dotados de espírito crítico, todos nós temos ideias sobre o mundo que nos rodeia. No entanto, a coisa torna-se problemática quando alguns de nós se recusam a aceitar factos. A interpretação desses factos pode ser diferente mas os factos não podem.

Os criacionistas teimam em negar que existem provas para a teoria da evolução e para a selecção natural. Isto é problemático porque isso significa negar não apenas uma teoria, não só um ramo da ciência, mas toda a ciência; porque mais nenhuma teoria satisfaz as exigências de ramos científicos relacionados.

Mas ainda mais problemático para mim pessoalmente é o facto de que as mesmas pessoas que negam o criacionismo, não vêem nenhuma contradição em usufruir do labor das ciências que se apoiam na teoria da evolução.

Igualmente, os esquerdistas recusam-se a reconhecer o simples facto de que não existe dinheiro suficiente para conceder a todos os seres humanos de um estado providencial, todos os direitos adquiridos que a esquerda reivindica.

Não existe nenhum estado no mundo que seja capaz de doar educação gratuita e universal, saúde gratuita e universal, sustento gratuito e universal, etc; porque nenhum estado no mundo tem a proporcional quantidade de dinheiro para o concretizar – excepções notáveis sendo alguns petro-estados.

Longe de tal utopia aliás, muitos dos estados europeus agora em crise, foram levados até a falência pela mesma esquerda que vem defendendo tais ideais.

Mas nem agora, com esses mesmos estados expulsos dos mercados internacionais de financiamento, em severa austeridade, e renegando compromissos sociais assumidos pelos que agora lançam maldições a Angela Merkel…

… nem agora estas pessoas são capazes de reconhecer que estavam erradas. Longe disso, continuam a reclamar que se gaste mais dinheiro no sector social. O facto de que tal no passado não levou ao crescimento económico, ou que não existe quem empreste tal quantidade de dinheiro agora, isso não é pertinente, FACTOS não são relevantes, REALIDADE não interessa. E porquê? Porque aquilo que verdadeiramente está em questão é fé…

Mas o que é mais asqueroso nestas pessoas de fé, é que não têm a coragem de viver como apregoam que os outros o façam. Alguém já viu Mário Soares ou José Sócrates ou Seguro, ou Costa, endividarem-se ultrapassando todos os limites?
Alguém já os viu quererem viver em países que o fazem?

Certamente que os ‘movimentos’ de protesto e as pessoas que os lideram teriam exemplos a dar aos Portugueses… Mas para onde imigram estas pessoas que acreditam que despesa social ilimitada é algo viável? Para a Argentina? Cuba? Coreia do Norte talvez?

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Não, para a Alemanha……………………….

 

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Blue Wallpapers

Sendo eu um adepto de Macs e de imagens visualmente ricas, sempre tive dificuldade em arranjar bons fundos para o meu portátil. Mais ainda imagens que juntassem ao visual um significado que me agradasse. Para preencher esse espaço – e me facilitar a tarefa de ter sempre wallpapers que me agradem, criei este fim-de-semana um blog específico, que será sempre pequeno mas que será o repositório de imagens de qualidade e sempre com uma citação liberal. O endereço é:

Blue Wallpapers

Darei prioridade a ecrãs 1280 (os de 1024 é só fazer redimensionar, os de ecrãs maiores têm de me pedir versões específicas via o meu mail – campelodemagalhaes@gmail.com – limitados aos tamanhos máximos das imagens de base) pois é a minha resolução no portátil e irei acrescentando mais na medida do possível e da necessidade que eu sinto. Tentei já de início ter vários estilos para agradar a diversos tipos de gostos e coloquei tudo em inglês para facilitar a disseminação das mesmas.
Ficam aqui alguns exemplos (clicar para aumentar):

   

 

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A indústria do subsídio em Portugal

Miguel Noronha, n’O Insurgente:

O diretor do Teatro Aberto, João Lourenço, anunciou hoje que a companhia de teatro Novo Grupo – Teatro Aberto vai contestar legalmente o resultado do concurso da Direção-Geral das Artes (DGArtes) no âmbito da atribuição de apoios às estruturas de criação artistica. Segundo o encenador, preveem-se que os cortes de apoios cheguem aos 73%, relativamente ao ano passado, o que pode levar ao encerramento do teatro por falta verba para a produção de novos projetos.

Repito o que aqui tinha escrito a propósito de situação idêntica. Note-se que a razão invocada não e a falta de espectadores ou o aumento de custos de produção. de alugueres ou manutenção de edificios ou equipamentos. É a falta do dinheiro dos contribuintes que põe em causa a continuidade do projecto.

Certamente que não serão apenas as companhias teatrais que sobrevivem à sombra da extorsão fiscal. Antes fossem. É assustadora a quantidade de empresas, sectores e corporações cuja actividade fundamental consiste em convencer os decisores políticos da sua absoluta imprescindibilidade. Não admira que estejamos falidos.

E o melhor comentário, por Zecas Lopes:

No Facebook, Rui Sinel de Cordes, disse:
“A sério? Há uma manifestação no Teatro Aberto porque ficaram sem o subsídio de 300 mil euros do Governo? E estão lá autores e personalidades e Media? Eh pa, que aborrecimento, adorava ter ido.
Para lhes dizer que há 4 anos, pensei fazer o “Black Label” numa sala do Teatro Aberto – a sala 2, óptima para stand-up – que estava sem programação. Uma sala vazia, que ia ser utilizada sem custos para o Teatro, ia trazer público e comissão de bilheteira. Foi-me dito pela direcção que o stand-up comedy não era uma arte suficientemente digna para o Teatro Aberto.
Agora correm o risco de fechar porque não têm mama do Governo para fazerem peças dignas?
Azar do caralho.”

Não quiseram negócio porque são muito elitistas? Então agora jantem elitismo.
Liberdade implica Responsabilidade.

 
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Publicado por em 30 de Maio de 2013 in Cultura, Portugal

 

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Un an après: la «Boîte à outils» de François Hollande détruit l’emploi

Um estudo em Francês sobre a FrançaApresentação:

Etude réalisée par l’IREF en collaboration avec l’association Contribuables Associés
Un an après : la « Boîte à outils » de François Hollande détruit l’emploi

En 2012, l’Etat ponctionnait aux Français près de 44,9 % de la richesse nationale. Les nouvelles taxes créées par le gouvernement devraient accroître ces prélèvements de plus de 50 Milliards d’euros selon le dernier rapport des prélèvements obligatoires. Ces nouveaux prélèvements, loin d’accompagner une éventuelle reprise de la croissance, vont au contraire pénaliser les entreprises, donc la croissance économique et l’emploi.

Ainsi, les 12,2 Milliards d’euros de prélèvements supplémentaires sur les entreprises auront un effet très négatif sur l’emploi. En effet, ces hausses d’impôts, ciblées sur les grandes entreprises, vont avoir un effet négatif mesurable sur leurs investissements directs, mais également sur leurs sous-traitants et leurs fournisseurs que sont les PME. Au total l’étude de l’IREF calcule que ces hausses d’impôts vont, directement et indirectement, détruire 70.000 emplois supplémentaires en France.

• 12,2 Milliards € de nouveaux impôts sur les entreprises,
• Un fardeau fiscal responsable de 0,5 % de croissance en moins,
• 99.500 emplois détruits en 2012 dans le secteur marchand, plus de 160.000 destructions prévues pour 2013,
• 70.000 emplois seront perdus en 2013 à cause de la hausse de la fiscalité,
• 21,5 % dans les grandes entreprises, 78,5 % dans les PME.
 
 

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“Os meus filhos são Socialistas”, por Inês Teotónio Pereira

Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto é deformação educacional – eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos. É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Ele dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum. Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com a origem desses direitos. Como aparecem esses direitos. Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam na parede – são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém…

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e se não dá para repartir ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a “cultura democrática” em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social.

A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os socialistas são crianças a vida inteira.

Um texto da autoria de Inês Teotónio Pereira. Não sou o autor, mas gostaria. Está muito bom. Ou deprimente, dependendo do ponto de vista.

 

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A Informática no Mundo Financeiro

II Jornadas IG

Hoje estive no Instituto Politécnico de Viana do Castelo - Escola Superior de Ciências Empresariais, no polo de Valença, para falar nas II Jornadas de Informática de Gestão (mais detalhe).

Ficam 2 fotos do evento:
(todas ficam maior ao clicar)

IMG_8119

IMG_8123

Fica aqui o PDF da apresentação:

A Informática no Mundo Financeiro.

Agradeço ao Professor Jorge Garcia o convite que simpaticamente me endereçou. Foi um prazer re-visitar os meus tempos de informático e falar para estes jovens. O engraçado foi que a maioria dos estudantes na sala eram de marketing, e por isso acabei a falar na estratégias de Marketing da Microsoft Portugal, na MetLife e na curiosidade de que todas as empresas por onde passei ter azul no seu logotipo.

Color_Emotion_Guide

 
 

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O que dirá Cavaco em privado?

Isto é o que ele diz em público no Público:

Cavaco: Sétima avaliação “foi inspiração da Nossa Sra. de Fátima”

Uranio EnriquecidoMas para mim a verdadeira questão não é essa. É o que dirá ele em privado sobre a situação do país. À Maria, ao staff e aos que privam com ele. Face ao que diz publicamente, gostaria de deixar algumas hipóteses:

  1. A culpa é dos gafanhotos. Devíamos fazer como a ONU!
  2. Se Portugal for atingido por um meteoro estamos safos…
  3. Se Sócrates ainda fosse PM, ele estimularia a economia.
  4. A Nelinha que me salve a pensão!
  5. A culpa não é de Nossa Senhora, é do Jesus.

Para mim, o Palácio de Belém deverá ter Urânio enriquecido. Só assim se explicam os comportamentos dos 3 últimos ocupantes. E que quem tenha resistido melhor e ainda hoje apresente um discurso coerente com as suas ideias seja um general. Ou é isto, ou nada bate certo com nada!

Ligações: 10 Pragas do Egipto, Fonte da foto – diz que podem encomendar!

 
 

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Como se financiam campanhas?

Tiago Azevedo Fernandes n”A Baixa do Porto, referido por Miguel Noronha:

Gaianima

Leio hoje no Público“Em vésperas de extinção Gaianima faz ajustes directos de 130 mil euros.” ”Os contratos foram feitos com as empresas NextPower Comunicação Lda e com a Boston Media Comunicação Imagem SA”.

Conheço relativamente pouco as máquinas partidárias, mesmo a do PSD, mas nesta notícia (além do relato preocupante de um ajuste directo numa empresa municipal) o nome da empresa “NextPower” soou-me familiar e fui investigar. Confirmou-se. Segundo o seu perfil do LinkedInFernando Moreira de Sá (julgo que militante do PSD), um activo apoiante de Luís Filipe Menezes e de Carlos Abreu Amorim, é CEO da NextPower e de outra empresa chamada Comunicatessen. Constatei também que os domínios oficiais na Internet das campanhas para o Porto e para Gaia foram registados em nome da Comunicatessen. Daí que surja naturalmente a pergunta: é afinal a Gaianima (empresa municipal de Gaia presidida por Ricardo Almeida, também presidente da Concelhia do PSD/Porto) que está a pagar as campanhas de Menezes e de Amorim?

Dada a relevância d’O Insurgente, os comentários não faltaram. Ficam os mais relevantes:

Fernando Moreira de Sá:

Boa noite Miguel,

A notícia do Público já foi desmentida através de um direito de resposta (estranhamente ainda não publicado) enviado no próprio dia para o jornal. Desmentida em coisas simples e de fácil verificação se a jornalista se tivesse dado a esse trabalho, nomeadamente no ponto 1. Assim, aqui vai:

1. A Nextpower é a empresa de comunicação das 24 horas de karting de Gaia desde a sua edição de 2011 e do Porto Wine Fest desde a sua primeira edição (em 2012). Sendo completamente falso quando esta afirma que é a primeira vez…

2. A Nextpower não trabalha para a campanha de LFM. Aliás, quem conhece o mercado das agências de comunicação e sabendo quem é a agência de comunicação contratada por LFM certamente que nem teria dúvidas…

3. A Nextpower não trabalha a campanha de Carlos Amorim que, aliás, nem tem nenhuma empresa de comunicação a trabalhar com ele mas sim um assessor de imprensa que nunca trabalhou em agências…

4. A minha empresa, a Comunicatessen, nunca trabalhou em Gaia nem nunca trabalhou com LFM. Nem com a CMPorto, verdade seja dita.

5. Eu sou amigo pessoal do Carlos (como é público e notório), sou militante do PSD (idem) e, a exemplo do TAF, colaborei nas directas e nas legislativas da mesma forma que dei, dou e darei todo o meu apoio e conhecimentos técnicos aos amigos e candidatos do meu partido.

6. O registo web do Porto Forte foi feito por mim e pago (os 75 euros) integralmente pelo PSD Cidade do Porto. Nem sendo a minha empresa nem empresa minha fornecedora quem está a produzir e gerir o respectivo site.

7. Publicitarei nas minhas redes, como sempre o fiz em relação ao meu partido, tudo e mais alguma coisa e desde que concorde. Quanto mais não fosse por, na esmagadora maioria dos casos, serem pessoas das minhas relações pessoais.

8. Nas campanhas onde a minha empresa está presente, tudo é facturado e dentro das verbas da subvenção estatal.

9. Percebo bem as motivações de quem pretendeu, com sucesso, “plantar” esta notícia. Espero, em nome da igualdade de tratamento, que o Público vá verificar e, posteriormente, publicar todos os ajustes directos feitos pelas câmaras, empresas municipais e outros entes públicos a agências de comunicação e, pelo caminho, verificar se coincidem ou não com as que estão a trabalhar inúmeras campanhas autárquicas por esse país.

10. Não sou e penso que isso é público e até conhecido do Insurgente CEO da Nextpower – quem o é e com elevado profissionalismo é um conhecido blogger. E a Nextpower Norte não existe como empresa – até por isso, tudo o que afirmei antes para a Nextpower é válido para a marca Nextpower Norte.

10. Continuarei, com todo o gosto a publicitar e a produzir conteúdos para candidatos do meu partido e a utilizar a minha rede para os publicitar. A minha empresa e as minhas colaborações são públicas, sempre o foram e tenho muito orgulho por tudo o que fiz e tenho feito no mundo da comunicação.

11. Por último, deixo uma pergunta: acham que seria assim tão estúpido para fazer tudo às claras se existisse alguma coisa a esconder? Não acham, no mínimo, estranho?

Cumprimentos a todos.

ACV7368764:

Senhor Fernando Moreira de Sá. A ver se entendemos aqui qualquer coisinha. Quando diz que a Nextpower Norte não existe está a “esquecer-se”, digamos assim, que a NEXTPOWER ACABA DE SE MUDAR PARA GAIA?

Publica-se que em relação à entidade:
Nº de Matrícula/NIPC: 509022227
Firma: NEXTPOWER – COMUNICAÇÃO, LDA
Natureza Jurídica: SOCIEDADE POR QUOTAS
Sede: Edifício Tower Plaza, Via Engº Edgar Cardoso, nº 23, 12º- A
Distrito: Porto Concelho: Vila Nova de Gaia Freguesia: Vila Nova de Gaia (Santa Marinha)
4400 – 676 Vila Nova de Gaia

pela Apresentação AP. 62/20121231, referente à inscrição 3,
foi efectuado o seguinte acto de registo:

Insc. 3 – AP. 62/20121231 16:55:16 UTC – ALTERAÇÕES AO CONTRATO DE SOCIEDADE(ONLINE)

Artigo(s) alterado(s): 1º nº2

SEDE: Edifício Tower Plaza, Via Engº Edgar Cardoso, nº 23, 12º- A
Distrito: Porto Concelho: Vila Nova de Gaia Freguesia: Vila Nova de Gaia (Santa Marinha)
4400 – 676 Vila Nova de Gaia

ACV7368764 (II):

Senhor Moreira de Sá. E se a Nextpower é tudo isso tão limpinho limpinho limpinho, então veja lá que a Boston e a Nexpower são, afinal… a mesma coisa, (Boston é dona da Nexpower e ambas são da LPM) o que torna estes ajustes ILEGAIS, já que se trata de um ajuste que foi divido em dois e, assim, ultrapassando o valor legal. CERTO?

Publica-se que em relação à entidade:
Nº de Matrícula/NIPC: 509022227
Firma: NEXTPOWER – COMUNICAÇÃO, LDA
Natureza Jurídica: SOCIEDADE POR QUOTAS
Sede: Avenida Infante Dom Henrique 333H 4 35 Edifício Lisboa Oriente
Distrito: Lisboa Concelho: Lisboa Freguesia: Santa Maria dos Olivais
1800 LISBOA

Matriculada na: Conservatória do Registo Comercial de Lisboa

pela Apresentação AP. 8/20091030, referente à inscrição 2,
foi efectuado o seguinte acto de registo:

Insc. 2 – AP. 8/20091030 0:57:37 UTC – TRANSFORMAÇÃO DE UNIPESSOAL POR QUOTAS EM SOCIEDADE POR QUOTAS(ONLINE)

FIRMA: NEXTPOWER – COMUNICAÇÃO, LDA

SÓCIOS E QUOTAS:

QUOTA : 4.500,00 Euros

TITULAR: BOSTON MEDIA – COMUNICAÇÃO E IMAGEM, SA
NIPC: 506871711
Sede: Avenida Infante D. Henrique, Edifício Oriente, nº 333H, esc. 37
1800 – 282 Lisboa

QUOTA : 500,00 Euros

TITULAR: RODRIGO MANUEL BOTELHO MONIZ MOITA DE DEUS
NIF: 210512156
Estado civil : Casado(a)
Nome do cônjuge: Maria da Piedade Torres do Vale de Melo Guimarães Moita de Deus
Regime de bens : Separação de bens
Residência: Rua 1º de Dezembro, nº 14
2710 – 497 Sintra

Data da deliberação: 2009-10-29

CONSERVATÓRIA DA SEDE:

Distrito: Lisboa
Concelho: Lisboa
Conservatoria: CRComercial Lisboa

ALTERAÇÃO PARCIAL DO CONTRATO.

TAF:

“A Nextpower não trabalha a campanha de Carlos Amorim”

“Aqui está a time-lapse final da apresentação do candidato Carlos Abreu Amorim (Gaia não pode Parar). Um trabalho que nos orgulha.” – NextPower Norte

https://www.facebook.com/nextpowernorte/posts/517872931583056
.

Luís Castro:

Algumas coisas aqui não batem certo. A campanha de Menezes, foi notícia de jornal nunca desmentida, é feita pela Cunha Vaz e pela F5C e não pela Nextpower. Outra coisa, a Nextpower é aqui em Lisboa, não me parece que se tenham mudado para norte. Se o fizeram então não percebo como andam todos aqui???? E pela notícia do publico, o outro contrato é com o Porto Canal. Parece que ambos falam verdade só estão é a falar de coisas diferentes. Ou estou a ver mal?

e no comentário de ACV verifico que o outro elemento de que se fala, o FMS (é o mesmo dos blogues, não é?) não consta como sócio em nenhuma delas. Já procurei na net e realmente não encontro nos registos nenhuma empresa chamada Nextpower Norte, apenas no facebook e vimeo. E ando à procura da fonte da timelapse pois recordo que na altura a vi noutro site, de uma empresa de vídeos.

ACV7368764:

Luis Castro. Eu explico. Se vir os documentos acima, conclui que a nextpower é uma empresa propriedade da Boston e do senhor Moita de Deus. A Boston é de outra empresa que é de outra empresa que é de outra empresa. Todas são da LPM, ou seja, do senhor Luís Paixão Martins ou do seu filho. A F5 Consulting é a empresa de um conhecido comunicador chamado Tocha (pode ler melhor aqui no Público quem é)

. Por fim, a Cunha Vaz é outra empresa de um senhor chamado Cunha VAZ. São todas de Lisboa e as três maiores agências do país. Todas estão a trabalhar para Menezes. É público e notório. Quem paga é a Câmara de Gaia através das mais diversas empresas. A Nextpower mudou-se recentemente (ver documento acima nos comentários) para Gaia (vá-se lá saber porquê!!!). Se procurarem bem, vão achar inúmeros ajustes directos (qq pessoa o pode fazer, é público) destas empresas nas empresas e câmara de gaia. Não são milhares, são centenas de milhares de euros, no seu conjunto. Além do mais, os ajustes da Nextpower e da Boston são ilegais, uma vez que a Boston é dona da Nextpower (ver acima outra vez), o que a deveria impedir de ser adjudicada pelo mesmo serviço. Outra coisa, eu que não percebo nada de jornalismo, vejam o que foi adjudicado: “A execução do plano de comunicação de 2013 inclui: a) Cobertura de, pelo menos, uma actividade por semana do Município; b) Cobertura de todas as conferências de imprensa do município; c) Cobertura do Porto Wine Fest; d) Cobertura das 24 horas de Karts; e) Colocação de um elemento a indicar pela Gaianima no painel de comentadores do Porto Canal, no mínimo, uma vez por mês; f) Presença do município no programa Porto Alive, de 15 em 15 dias; g) Presença no programa territórios, uma vez por semana; h) Cedência de todas as cópias de todas as transmissões acima referidas.” Ou seja, qual o papel do Portocanal no meio de tudo isto? O Portocanal vende lugares nos seus programas a troco de quê? Jornalistas, INVESTIGUEM! ISTO É UMA VERGONHA!

Portuense:

Uma última nota: sabem quem é o diretor de relações públicas do Porto Canal? O mesmo canal que é “vendido” pela Nexpower? Chama-se Fernando Moreira de Sá. Ele há coincidências…

 
 

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Alemanha Comunista vendeu saúde dos seus cidadãos a quem pagava melhor

Mais de 50 mil pessoas na ex-RDA foram cobaias para grupos farmacêuticos ocidentais:

escudo RDA comunista

Mais de 50 mil pessoas da antiga República Democrática Alemã (RDA) serviram de cobaias para grupos farmacêuticos ocidentais, muitas vezes sem o saberem e algumas perderam a vida. A notícia é avançada pelo semanário alemão Der Spiegel deste domingo.

No total, foram levados a cabo mais de 600 estudos em 50 clínicas, até à queda do muro de Berlim em 1989, especifica a revista, que se baseia em documentos inéditos do Ministério da Saúde da Alemanha de Leste e do instituto alemão dos medicamentos.

Nesses dossiers, aparecem dois mortos em Berlim-Leste na sequência de testes relacionados com o Trental, um produto que melhora a circulação sanguínea, desenvolvido pelo grupo Hoescht (que entretanto se fundiu com a Sanofi), da então República Federal da Alemanha; ou ainda dois mortos perto de Magdebourg durante ensaios de um medicamento para a tensão para o laboratório alemão Sandoz, entretanto comprado pelo grupo suíço Novartis.

(…)

Se o PCP tomasse conta de Portugal (e não digo em coligação, digo se o Jerónimo de Sousa se tornasse o ditador Português), com a sua política de altas despesas e baixos impostos (já agora), o que faria passados 20 anos de crise económica e face a uma fome à norte-coreana (um regime que eles ainda hoje defendem publicamenteapesar das evidências)?

Fica a pergunta e uma ou outra possíveis respostas.

 

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Obrigado pelo Campeonato, Kelvin!

Ainda não está matematicamente decidido, mas este será certamente o golo mais importante do campeonato.

Pergunta: Se o Benfica ganhasse o campeonato no Dragão, o Porto apagaria as luzes, como fez o Benfica?
Resposta: Ninguém sabe – Nunca aconteceu!!! :)

Ligações úteis: golo de Kelvin n’O Jogogolo de Kelvin na Benfica TV.

Adenda: Fernando Euricoaparentemente benfiquista, apesar de não se notarfoi agredido.
A malta devia ser mais tolerante e falar mais com a boca do que com o braço…

 
 

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