RSS

Arquivo da Categoria: Religião

Liberalismo e Cristianismo

Uma perspectiva interessante, directamente do Brasil. Excerto:

A ligação entre o Cristianismo e o libertarianismo é muito simples. A filosofia moral cristã inclui os princípios libertários de que é errado iniciar a violência e de que é errado roubar. O Cristianismo é, portanto, uma religião libertária. Como religião, o Cristianismo vai além do libertarianismo, incluindo crenças sobre diversos assuntos, além de justiça e política. No entanto, uma vez que os cristãos aceitem as premissas do libertarianismo, eles devem, logicamente, chegar às mesmas conclusões sobre a moralidade de tributação do governo, legislação e guerra. Se for moralmente errado para um cristão roubar ou iniciar violência, também deve ser moralmente errado para um cristão defender, desculpar, recomendar, aprovar ou autorizar alguém a cometer esses crimes em seu nome. Como Tolstói disse (…)

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 28 de Junho de 2013 in Brasil, Religião

 

Etiquetas: , , , , , , ,

Blue Wallpapers

Sendo eu um adepto de Macs e de imagens visualmente ricas, sempre tive dificuldade em arranjar bons fundos para o meu portátil. Mais ainda imagens que juntassem ao visual um significado que me agradasse. Para preencher esse espaço – e me facilitar a tarefa de ter sempre wallpapers que me agradem, criei este fim-de-semana um blog específico, que será sempre pequeno mas que será o repositório de imagens de qualidade e sempre com uma citação liberal. O endereço é:

Blue Wallpapers

Darei prioridade a ecrãs 1280 (os de 1024 é só fazer redimensionar, os de ecrãs maiores têm de me pedir versões específicas via o meu mail – campelodemagalhaes@gmail.com – limitados aos tamanhos máximos das imagens de base) pois é a minha resolução no portátil e irei acrescentando mais na medida do possível e da necessidade que eu sinto. Tentei já de início ter vários estilos para agradar a diversos tipos de gostos e coloquei tudo em inglês para facilitar a disseminação das mesmas.
Ficam aqui alguns exemplos (clicar para aumentar):

   

 

Etiquetas: ,

Boa Páscoa

Feliz Páscoa para vocês e para os vossos!

Pascoa

E já que este é o meu blog pessoal, ficam aqui 2 imagens do Compasso Pascal na minha casa, uma de 2006 com a cruz a chegar, e outra de 2001 em que fui quem carregou a cruz no ano em que o meu pai foi o mordomo. Como sempre, clicar nas imagens permite-as ver em tamanho grande.

Ricardo cruz
Compasso Pascal

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 31 de Março de 2013 in Cultura, Evento, Portugal, Religião

 

Etiquetas: ,

O Papa Francisco e a Economia

Pope Francis waving VaticanCardeal Argentino Jorge Bergoglio foi eleito Papa em 13 de Março de 2013 e escolheu o nome de Francisco – Wiki.

But what does the new pope think? The BBC and other commentators have noted that the pope is a proponent of “social justice”. To the BBC this would mean that he is a proponent of socialism. However, the fact that Pope Francis cares deeply about the poor does not necessarily mean that he believes in a big state. In fact, he believes that government should create the conditions in which the poor can flourish. This is quite different from the social democrat view that sees the state as having a huge role in redistributing income and controlling the lives of the people.

Retirado deste artigo n’O Insurgente.

 

Etiquetas: , ,

Cidade do Vaticano

A beleza de uma cidade especial… (ver mais imagens aqui)

Vaticano from the sky (air)

vatican-pope-easter-83cd5409fa51d764

Vatican from the air

Rome Catholic Church Vatican HD wide

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 25 de Dezembro de 2012 in Cultura, Europa, Religião

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

França retira as palavras “Pai” e “Mãe” da sua legislação

Notícia da Fox News.

France is set to ban the words “mother” and “father” from all official documents under new plans to legalize gay marriage and give equal adoption rights to homosexual and heterosexual couples.

Under the proposed law, only the word “parents” would be used in marriage ceremonies for all heterosexual and same-sex couples, a move that has sparked widespread outrage, The Telegraph reports.

Changes to the civil code would mean swapping all references to “mothers and fathers,” in legal documents, with the word “parents.”

The proposed law has been met with resistance by members of the Catholic Church.

(…)

Pope Benedict XVI urged French bishops to fight against the law, The Telegraph reports.

French Catholics also have published a ‘Prayer for France,’ which says, “Children should not be subjected to adults’ desires and conflicts, so they can fully benefit from the love of their mother and father,” according to the report.

The law will be presented to France’s President Francois Hollande’s cabinet for approval on October 31. Hollande has pledged to legalize gay marriage.

Eu retirava a palavra Presidente também. Afinal, pode ofender os Monárquicos…

 
2 Comentários

Publicado por em 25 de Setembro de 2012 in Cultura, Europa, Regulação, Religião

 

Etiquetas: , , , , ,

Parábola dos Talentos

A Parábola dos Talentos (wiki) em Mateus 25:14-30,

  • 14 Pois é assim como um homem que, partindo para outro país, chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens:
  • 15 a um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada qual segundo a sua capacidade; e seguiu viagem.
  • 16 O que recebera cinco talentos, foi imediatamente negociar com eles e ganhou outros cinco;
  • 17 do mesmo modo o que recebera dois, ganhou outros dois.
  • 18 Mas o que tinha recebido um só, foi-se e fez uma cova no chão e escondeu o dinheiro do seu senhor.
  • 19 Depois de muito tempo voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.
  • 20 Chegando o que recebera cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; aqui estão outros cinco que ganhei.
  • 21 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel no pouco, confiar-te-ei o muito; entra no gozo do teu senhor.
  • 22 Chegou também o que recebera dois talentos, e disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; aqui estão outros dois que ganhei.
  • 23 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel no pouco, confiar-te-ei o muito, entra no gozo do teu senhor.
  • 24 Chegou por fim o que havia recebido um só talento, dizendo: Senhor, eu soube que és um homem severo, ceifas onde não semeaste, e recolhes onde não joeiraste;
  • 25 e, atemorizado, fui esconder o teu talento na terra; aqui tens o que é teu.
  • 26 Porém o seu senhor respondeu: Servo mau e preguiçoso, sabias que ceifo onde não semeei, e que recolho onde não joeirei?
  • 27 devias, então, ter entregado o meu dinheiro aos banqueiros e, vindo eu, teria recebido o que é meu com juros.
  • 28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem os dez talentos;
  • 29 porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem, ser-lhe-á tirado.
  • 30 Ao servo inútil, porém, lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá o choro e o ranger de dentes.

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 21 de Setembro de 2012 in Religião

 

Etiquetas: , , , , ,

Virtudes Cristãs

Por curiosidade, aqui ficam as Virtudes Cristãs.

Virtudes Cardinais (wiki) (descrição do Tímpano das Virtudes) (Catecismo – 379 e seguintes)

  • Prudência, que “dispõe a razão para discernir em todas as circunstâncias o verdadeiro bem e a escolher os justos meios para o atingir. Ela conduz a outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida“, sendo por isso considerada a virtude-mãe humana;
  • Justiça, que é uma constante e firme vontade de dar aos outros o que lhes é devido;
  • Fortaleza (ou Força) que assegura a firmeza nas dificuldades e a constância na procura do bem;
  • Temperança (ou Moderação) que “modera a atracção dos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados“, sendo por isso descrita como sendo a prudência aplicada aos prazeres.

Virtudes Teologais (wiki) (Catecismo – 384 e seguintes)

  • : por ela, os cristãos crêem em Deus, nas suas verdades reveladas e nos ensinamentos da Igreja, visto que Deus é a própria Verdade. Pela fé, “o homem entrega-se a Deus livremente”;
  • Esperança: por ela, os crentes, por ajuda da graça do Espírito Santo, esperam a vida eterna e o Reino de Deus, colocando a sua confiança perseverante nas promessas de Cristo;
  • Caridade (ou amor): por meio dela, “amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor de DeusJesus faz dela o mandamento novo, a plenitude da lei“. O Amor é também visto como uma “dádiva de si mesmo” e “o oposto de usar“.
 
1 Comentário

Publicado por em 20 de Setembro de 2012 in Religião

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Robert Sirico sobre a Generosidade

Apresentado no site Poverty Cure.

Robert Sirico é o responsável pelo documentário “The Call of the Entrepreneur“.

 

Etiquetas: , ,

Cartazes Nazis

O outro reino de Terror do Século XX também produziu incontáveis cartazes. Neste caso, recomendo diversas fontes (ver abaixo), mas deixo também aqui diversos exemplos para rápida comparação germano-soviética.

Depois de os ver a todos, acho curiosa a tendência a colocar Hitler quando o tema é uma conquista (política ou militar), enquanto que perante uma derrota e um pedido de esforço adicional, geralmente aparece um soldado ou gente comum a participar no esforço colectivo.

Claro que nos cartazes Hitler é Glorioso (só aparece nas vitórias), o Povo Alemão capaz de todos os feitos (ou não), os povos subjugados devem apoiar os “libertadores” (caso não sejam levados para campos de concentração) e os maus são os outros (…). Enfim, aqui fica a recolha…

Poster “List 9″
This vivid poster from the September 1930 Reichstag election summarizes Nazi ideology in a single image. A Nazi sword kills a snake, the blade passing through a red Star of David. The red words coming from the snake are: usury, Versailles, unemployment, war guilt lie, Marxism, Bolshevism, lies and betrayal, inflation, Locarno, Dawes Pact, Young Plan, corruption, Barmat, Kutistker, Sklarek [the last three Jews involved in major financial scandals], prostitution, terror, civil war.

Read the rest of this entry »

 
 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Cartazes Soviéticos

Sempre gostei de Cartazes Soviéticos e o site Soviet Posters permitiu-me rever inúmeros dos cartazes publicados pelos soviéticos até ao seu colapso. Uma colecção com humor (URRS exemplo de desarmamento: Yeah, right…), terror (“Cala-te”) para melhor conhecer a máquina de Propaganda de esquerda. Reparem bem em como Lenine é bom e democrata, Estaline um grande arquitecto, a Religião má e a Natureza boa. No fundo, já está aqui tudo…

A colecção é grande e recomendo a visita ao site.
Desculpem a língua, mas os cartazes são mesmo soviéticos ;)

Poster “Have You Enlisted in the Army?”

Read the rest of this entry »

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Não há Justiça Social sem Liberdade Económica

Os cidadãos de Chicago presenciaram durante vários dias protestos à volta da Cimeira da NATO na sua cidade. Os manifestantes foram para a rua para denunciar um pouco de tudo, desde as alterações climáticas, aos militares, aos “ricos”, até o próprio capitalismo.

Havia um anseio comum subjacente no seu eclético conjunto de queixas: a exigência de “Justiça Social“.

Enquanto esta santificada exigência lhes permitiu reivindicar a superioridade moral, o manifestante na verdade é motivado por algo muito mais básico: materialismo e ganância cobiçosa.

Eis o que eu quero dizer:

Em inúmeros debates e conversas com proponentes modernos de “justiça social”, reparei que o seu interesse não é tanto pela justiça como pela igualdade material. Eles usam a linguagem da justiça e do bem comum, mas rejeitaram – ou esqueceram por completo – os significados clássicos desses termos.

Tradicionalmente, no conceito de justiça (especialmente nos contributos de Aristoteles, São Tomás de Aquino e dos seus descendentes intelectuais) é evidente que a desigualdade material – no sentido de riqueza ou de status – é genericamente compatível com a justiça baseada na ideia de “dar a cada um o que lhe é devido”.

O que é devido a cada um, obviamente, varia de pessoa para pessoa – para além do que é devido a todos: vida, dignidade e liberdade por exemplo.

Quando se fala obre o Bem Comum, é necessário ser aberto sobre o modo como chegar a ele. O Bem Comum é, afinal, um conjunto de condições e não de políticas. Não pode ser alcançado pela colectivização dos bens materiais proposta pelos socialistas, mas antes através de instituições que os socialistas tentam ao máximo desacreditar.

Deixem-me fornecer uma lista possível de algumas das condições que são especialmente importantes para a prosperidade humana:

Estado de Direito, no sentido em que os tribunais actuam de forma não-arbitrária e garantam a propriedade privada dos meios de produção;

Moeda Estável, para servir como reserva de valor e meio de troca credível;

Liberdade de Criação do seu Negócio, que permita a cada um formar a sua empresa e perseguir o seu sonho;

Liberdade de Associação, que permita a todos chegar a contratos por mútuo acordo para empregar ou ser empregue;

Respeito pelos Contratos, para garantir que as pessoas mantenham os seus compromissos razoáveis e que as disputas são arbitrados com justiça;

Comércio Livre e Vibrante entre as nações, que permita maximizar a divisão internacional do trabalho.

Estas instituições deverão ser suportados por uma cultura que considere a pessoa humana como possuindo uma dignidade e um potencial criativo inerentes, e que acredite que uma moralidade transcendente esteja acima de qualquer tentativa de uma autoridade civil de redefinir a moralidade.

Esta é a base do que nós chamamos de liberdade, e encoraja aquilo que nós chamamos de bem comum.

O bem comum é incompatível com a violação do direito à iniciativa privada. E isto não é só uma ideia pessoal minha, ou mesmo algo restrito a alguns economistas e a activistas do “Tea Party” americano.

Eu enfatizo este facto porque muitas pessoas têm a noção, mesmo que apenas vagamente e não conscientemente, de que qualquer líder da igreja verdadeiramente amável e compassivo tem uma perspectiva negativa da economia livre.

Para não vos sobrecarregar com exemplos, deixem-me oferecer apenas um contra-exemplo. O Papa João Paulo II cresceu sob o comunismo soviético, e ele também teve muitas oportunidades para ver pessoalmente o socialismo suave de vários países da Europa Ocidental.

Ele estava profundamente preocupado com os pobres e sofredores do mundo, como foi evidenciado tanto pelos seus múltiplos escritos como pela sua difícil agenda de viagens: ele visitou mais países em desenvolvimento do que qualquer papa antes dele.

Estas são as palavras que João Paulo II escreveu sobre a iniciativa económica:

“É um direito que é importante não só para o indivíduo, mas também para o bem comum. A experiência mostra-nos que a negação deste direito ou a sua limitação, em nome de uma “igualdade” alegada de todos na sociedade, diminui, ou na prática absolutamente destrói o espírito de iniciativa, isto é, a subjetividade criadora do cidadão.”

Infelizmente, muitos defensores contemporâneos de justiça social não percebem a importância da liberdade económica e são rápidos para denunciar a motivação do lucro e do mercantilismo.

Eles, então, acrescentam ao seu erro a incoerência, uma vez que eles parecem pensar que a chave da felicidade é dar às pessoas mais coisas por arregimentar o poder coercivo do governo. O seu foco exclusivo sobre o rendimento e a riqueza como fontes e marcadores de igualdade é, ironicamente, apenas uma outra variedade da ganância e do consumismo que são rápidos para esfolar.

Esta não é a justiça social, é o materialismo. E certamente não é generosidade, uma vez que o foco dessas pessoas é doar em dinheiro de outras pessoas.

A verdadeira justiça e bem comum não necessitam de igualdade no sentido de igualdade económica. Arthur Brooks, pesquisador social que é agora presidente do American Enterprise Institute, mostrou que o que realmente promove a felicidade humana não está a apropriar de rendimento, mas sim um sistema que liberta e encoraja o sucesso no sistema, ou em outras palavras, que não multiplique os desincentivos à realização e não sufoque a ambição.

Se isso não é uma descrição da economia de mercado, eu não sei o que é.

O Padre Robert A. Sirico é presidente e co-fundador do Instituto Acton e o autor de “Defendendo o Mercado Livre: A Fundamentação Moral para uma Economia Livre” (Regnery, 2012)

Podem ler o original aqui. A tradução e os negritos e sublinhados são meus.

Creio que este artigo resume bem a minha posição sobre a Esquerda Portuguesa e Mundial, pelo que me limitei a traduzir este texto escrito por um dos maiores especialistas mundiais na fundamentação da superioridade moral da Economia Livre.

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

There is no ‘social justice’ without economic freedom

The good citizens of Chicago experienced several days of protests this month surrounding the NATO summit. The demonstrators took to the streets to denounce everything from climate change to the military to “the rich” to capitalism itself.

There was a common noble yearning underlying their eclectic set of grievances, however: a demand for “social justice.”

While this hallowed demand allowed them to claim the moral high ground, the demonstrator are really motivated by something far more base: crass materialism and covetous greed.

Here is what I mean:

In countless debates and conversations with modern proponents of social justice, I have noticed that they are less interested in justice than in material equality. They borrow the language of justice and the common good but have either forgotten or rejected the classical meanings of those terms.

In the classical tradition of reflection on justice (especially seen in Aristotle, St. Thomas Aquinas, and their intellectual descendants) it is clear that inequality—in the sense of unequal wealth or social status—is mostly compatible with justice, because justice is “to give to each his due.”

What one is due, of course, differs from person to person—in addition to those things due everyone: life, dignity, and liberty for example.

When we speak of the idea of the common good, we need to be open-minded about the most likely way to bring it about. The common good is, after all, a range of conditions, not a set of policies. It cannot be achieved by way of the “commonality of goods” proposed by socialists, but rather through the institutions that the socialists worked so hard to discredit.

Let me list some of the conditions that are especially important for human flourishing:

Rule of law in the sense of courts acting in a non-arbitrary manner; secure private property in the means of production.

Stable money to serve as a reliable means of exchange

- The freedom of enterprise that allows people to start businesses to pursue their dream

- The freedom of association that permits people to reach mutually unforced agreements for employing or being employed

- The enforcement of contracts to ensure that people keep their reasonable promises and that disputes are arbitrated justly.

- Vibrant trade within and among nations to permit the fullest possible flowering of the division of labor.

These institutions must be supported by a culture that regards the human person as possessing an inherent dignity and creative potential, and believes that transcendent morality trumps the civil authority’s attempt to redefine morality.

This is the basis of what we call freedom, and it encourages what we call the common good.

The common good is incompatible with the violation of the right to economic initiative. And this isn’t just a private idea of mine, or even something restricted to economists and Tea Party activists.

I emphasize this fact because many people carry around the notion—perhaps only vaguely held—that any truly thoughtful and compassionate church leader takes a dim view of the free economy.

For the sake of space, let me offer up just a single prominent counterexample. Pope John Paul II grew up under Soviet communism, and he also had plenty of opportunities to view the softer socialism of various Western European countries.

He was deeply concerned with the poor and suffering of the world, as was evidenced both by his writings and his punishing travel schedule; he visited more developing countries than any pope before him.

This is what John Paul wrote of economic initiative:

“It is a right which is important not only for the individual but also for the common good. Experience shows us that the denial of this right, or its limitation in the name of an alleged ‘equality’ of everyone in society, diminishes, or in practice absolutely destroys the spirit of initiative, that is to say the creative subjectivity of the citizen.”

Unfortunately, many contemporary proponents of social justice miss the importance of economic freedom and are quick to denounce the profit motive and commercialism.

They then compound their error with incoherence, since they seem to think the key to happiness is giving people more stuff—by enlisting the coercive power of government. Their exclusive focus on income and wealth as the sources and markers of equality is, ironically, merely another variety of the greed and consumerism that they are quick to excoriate.

This is not really social justice; it’s materialism. And it certainly isn’t generosity, since these people’s focus is on giving away other people’s money.

True justice and the common good do not require equality in the sense of economic sameness. My friend and colleague Arthur Brooks, a social researcher who is now president of the American Enterprise Institute, has shown that what truly promotes human happiness is not unearned income but rather a system that frees and encourages earned success—a system, in other words, that doesn’t multiply disincentives to achievement, doesn’t suffocate ambition.

If that is not a description of the market economy I do not know what is.

Rev. Robert A. Sirico is the president and co-founder of the Acton Institute and author of “Defending the Free Market: The Moral Case for a Free Economy” (Regnery, 2012)

Excelente artigo que creio que resume muito bem a minha posição sobre a Esquerda Portuguesa e Mundial, escrito por um dos maiores especialistas mundiais na fundamentação da superioridade moral do Capitalismo. Podem ler o original aquiReferido aqui. Sublinhados e negritos meus.

De seguida irei traduzir para que todos tenham acesso ao artigo em Português.

 

Etiquetas: , , ,

12 e 13 de Maio – Procissão de Velas em Fátima

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 13 de Maio de 2012 in Cultura, Portugal, Religião, Videos

 

Etiquetas: ,

Instituto Acton

O Instituto Acton, nas suas próprias palavras:

O Acton Institute para o Estudo da Religião e da Liberdade promove uma sociedade virtuosa e livre, caracterizada pela liberdade individual e sustentada por princípios religiosos; isto é possível, principalmente, graças aos recursos em inglês. Oferecemos este site especial, em várias línguas, para explicar melhor nossa missão e atingir audiências ainda não envolvidas pelos nossos programas.

O Acton Institute educa líderes religiosos e empresários de todos os credos baseando-se no potencial moral dos mercados livres. Nós compartilhamos a crença, amplamente aceita, na qual o homem é criado à imagem de Deus. É por isto que o homem também tem o poder de criar e, se quiser, o poder de servir a Deus. Respeito à atividade econômica, o Instituto acha que o homem deveria ser livre para criar e ajudar a satisfazer as necessidades de outros seres humanos. Aliás, quando o homem é privado de servir desse jeito, gera-se um dano considerável na sua natureza mesma, a essência de sua dignidade. Nosso trabalho concentra-se nesses “potenciais morais”.

Os programas do Acton Institute educam os futuros religiosos nos princípios e nos processos da livre iniciativa, salientando as dimensões morais da liberdade e do sistema de mercado. Ajudamos os seminaristas e os clérigos ativos a apreciar melhor o potencial moral do livre intercâmbio.

Convidamos também os executivos e os empresários a integrar sua fé às suas vidas profissionais, a entregar-se sem interesse nenhum às suas comunidades e a lutar por padrões morais superiores da conduta ética dos seus trabalhos.

Nossos programas se implementam principalmente nos Estados Unidos mas também oferecemos palestras especiais na Europa de Leste e na América Latina. Todos nossos esforços visam promover a compreensão, fundamentada em forma teológica, dos princípios de mercado e visam também salientar a liberdade necessária a fim de oferecer a todos as mesmas oportunidades.

Inspirado nos escritos de Lord Acton, o grande historiador e pensador moral de Cambridge, o Instituto realiza seminários em inglês, dirige pesquisas e publica livros, ensaios e jornais que invocam a religião como defensora da liberdade. Convidamos todos vocês a se unir no avanço das idéias que fortalecem os indivíduos e as comunidades.

Quando o Robert Sirico veio a Portugal, no Ecclesia:

Meios existentes em Português/Brasileiro:

Thomas Woods no Instituto Acton:

Definição pelos próprios em Inglês:
The Acton Institute for the Study of Religion and Liberty is a leading international educational organization located in Grand Rapids, Michigan. Our mission is to promote a free society characterized by individual liberty and sustained by religious principles.

Meios disponibilizados pelo Instituto:
Material em Inglês no Site do Instituto:

Quem quiser compreender o que o Capitalismo é, deverá ler o que dizem os seus defensores e os seus detractores. Os detractores estão em todo o lado a toda a hora. Estes são os defensores. Que explicam porque não só o Capitalismo é moral, como também que quem que que defenda princípios morais tem de defender o Capitalismo, os seus Empreendedores e as regras justas do mercado.
Contra a ditadura do Estado, da banca que o suporta, dos burocratas que se servem dele e dos esquerdas que não percebem as implicações do que defendem.

Como diria Lord Acton:

“Power tends to corrupt, and absolute power corrupts absolutely”

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , ,

The Call of the Entrepreneur

Um dos melhores documentários de sempre para compreender a Economia.

Conta a história de 3 Empreendedores: um agricultor em Evart (Michigan), um financeiro em Nova Iorque e um refugiado Chinês em Hong Kong. Robert Sirico, Jay Richards, Michael Novak, George Gilder e outros membros do Instituto Acton usam aqueles 3 exemplos para demonstrar como os Empreendedores mudam o mundo.

Este vídeo foi um dos dois apresentados no Campo da Liberdade Porto 2010.

Links Recomendados: Site (Trailer – R), no IMDbno Blogtrepreneur Instituto Acton (Princípios) (Brasileiro)

Vídeo completo disponível neste site.

Outras peças sobre o Rev. Robert Sirico:

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Eurabia – A Islamização Europeia

De todos os ataques à sociedade ocidental, o mais grave talvez não seja algo que nós façamos directamente, mas uma das consequências necessárias do que nós fazemos.

O nosso modo de vida é atacado por pessoas de boas intenções que, querendo ajudar os seus compatriotas – com educação, saúde, energia e transportes “tendencialmente gratuitos” – tudo o que fazem é destruir esses mesmos sectores e empobrecer a sociedade.

Este ataque económico tem consequências:
1. A Economia estagna e foca-se em manter o emprego e a produção actual, não gerando crescimento e novos empregos a um ritmo necessário para absorver os jovens que saem das Universidades. Este é um barril de pólvora que em muitos países tem provocado revoluções.
2. A sociedade divide-se em 2 classes: os que são demasiado ricos e que, mercê dos seus meios conseguem evitar pagar muitos impostos e os que são demasiado pobres e que, mercê das suas necessidades, têm “direito” a “exigir” ao Estado. A classe média, contribuinte por excelência, soçobra perante o peso que lhe é imposto.
3. O ambiente desce em escala de importância (quem não tem boas condições de vida é muito mais egoísta) e, independentemente de opiniões políticas sobre o que deve ser feito, o que é certo é que muitas medidas básicas de eficiência e aproveitamento de recursos não são seguidas por falta de recursos e de interesse.
4. Os activos do país são vendidos, geralmente aos credores que momentos antes nos estavam a permitir manter um nível de vida antes possível, mas que entretanto com o peso das políticas sociais “gratuitas”…
5. A Demografia altera-se profundamente, com os casais jovens (os tais que têm altas taxas de desemprego e que têm de manter os privilégios “gratuitos” da geração dos “direitos adquiridos”) a decidirem adiar ou a simplesmente não ter filhos. Pensem nos vossos amigos que têm 30 a 40 anos: Têm filhos? Pensam ter?

Várias consequências daqui irão advir: domínio económico Chinês, ascensão Indiana e…

Este vídeo tem algumas previsões alarmistas, mas pensem por vocês e confirmem os dados:

Essencialmente, algumas noções parecem-me exageradas. Afinal, é sempre possível qualquer número de fertilidade, não é necessário 80 a 100 anos para inverter, e os 8.1 Árabes não têm a mesma Esperança Média de Vida, só para citar alguns. Mas a questão mantém-se, a Europa duplicará o número de Árabes em 20 anos e o número de não-muçulmanos diminuirá. Ao fim de 3 gerações (3×20 = 60 anos) assim, seremos vizinhos de vários estados muçulmanos.

E Portugal? Portugal vai sofrer mais com as outras variáveis. Nesta em particular, os Descobrimentos vão ajudar-nos: a nossa população já hoje se está a suster com Brasileiros e PALOPs e assim se deve manter. Mas a nossa vizinhança deverá mudar substancialmente e ainda antes de eu deixar este mundo.

And so what? Ok, vamos her muitos mais muçulmanos do que hoje temos. E depois? Que consequência terá esse facto matemático? Ao tornarem-se super-abundantes, não se irá a sua cultura esbater e tornar-se mais uma opção, sem grandes impactos políticos e sociais? Não se irá perder o fervor religioso numa vida dominada por problemas comuns como arranjar emprego, cozinhar, tratar a roupa e poupar para casa e carro? Pela minha parte, tendo a minha última namorada sido uma Turca que viveu toda a sua vida em Berlim, vi de perto como a religião se esbate e se acaba a: comer carne de porco (embora ela não admitisse a certas pessoas da comunidade), beber álcool e vestir roupas reveladoras. E nunca a vi rezar.O facto de eles se tornarem abundantes não significa muito se se tornarem moderados e integrados na cultura (sim, ela também não passava passadeiras no vermelho).

Pela minha parte, limito-me a dar referências. Sei da tendência da comunicação social e da blogosfera para os alarmismos e portanto olho para este como para todos os assuntos com desconfiança. O que é certo é que a demografia não ajuda. E eu olhando para os meus amigos e as taxas de natalidade dos que me são próximas fico um pouco preocupado. Mas no fim de tudo: “And so what?”

Referências:
Sarkozy referido pela Jihad Watch,
Eurabia no NY Times,
Washington Times,
Roterdão como Capital,
YnetNews (Israel) sobre a Eurabia,
Barcelona Declaration (comentário negativo) (processo)
Eurabia na Wikipedia (& SIOE na Wikipedia),
História com uma luz diferente, no Gates of Vienna,
Exagero no Islam Watch (Alá na Europa),
As 3 opções: Eurabia, guerra, integração
Eurabia como tema de campanha na Holanda,
O fim da Eurabia, no Finantial Times,
Crítica ao argumento (2025 é muito cedo… que tal 2060?)

Exemplo:
‘I feel like a stranger where I live’ 
de Jane Kelly (Daily Telegraph)

“When you go swimming, it’s much healthier to keep your whole body completely covered, you know.” The Muslim lady behind the counter in my local pharmacy has recently started giving me advice like this. It’s kindly meant and I’m always glad to hear her views because she is one of the few people in west London where I live who talks to me

 

Etiquetas: , , , , , ,

I Samuel, 8

Ron Paul participou numa Convenção de Evangélicos nos EUA chamada de Faith and Freedom Conference. Podem ver o vídeo aqui e a entrevista aqui.

Ao contrário dos restantes candidatos à nomeação Republicana, ele usou diversas referências bíblicas e referiu o Livro de Samuel, capítulo 8, que podem ler aqui e ter uma análise aqui ou aqui, por exemplo.

Nesta que é a minha 2ª passagem preferida na Bíblia (a 1ª é claro a Parábola dos Talentos), Samuel avisou (em Português, já agora):

 11 Ele disse: – O rei os tratará assim: tomará os filhos de vocês para serem soldados; porá alguns para servirem nos seus carros de guerra, outros na cavalaria e outros para correrem adiante dos carros.
 12 Colocará alguns deles como oficiais encarregados de mil soldados, e outros encarregados de cinquenta. Os seus filhos terão de cultivar as terras dele, fazer as suas colheitas e fabricar as suas armas e equipamentos para os seus carros de guerra.
 13 As filhas de vocês terão de preparar os perfumes do rei e trabalhar como suas cozinheiras e padeiras.
 14 Ele tomará de vocês os melhores campos, plantações de uvas, bosques de oliveiras e dará tudo aos seus funcionários.
 15 Ficará com a décima parte dos cereais e das uvas, para dar aos funcionários da corte e aos outros funcionários.
 16 Tomará também os empregados de vocês, o melhor gado e os melhores jumentos, para trabalharem para ele.
 17 E ficará com a décima parte dos rebanhos de vocês. E vocês serão seus escravos.
 18 Quando isso acontecer, vocês chorarão amargamente por causa do rei que escolheram, porém o SENHOR Deus não ouvirá as suas queixas.

Mal ele sabia que o Estado viria a cobrar não a dízima, mas METADE da riqueza do país. O que vale é que com a lavagem cerebral que vai por aí, as pessoas pagam felizes e sentem-se a contribuir para o “Bem Maior” da “Sociedade” e não reflectem em passagens como esta, senão a coisa corria mal para os reais beneficiários dos dinheiros públicos…

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 11 de Junho de 2011 in História, Religião, Videos

 
 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 1.267 outros seguidores