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Eurabia – A Islamização Europeia

De todos os ataques à sociedade ocidental, o mais grave talvez não seja algo que nós façamos directamente, mas uma das consequências necessárias do que nós fazemos.

O nosso modo de vida é atacado por pessoas de boas intenções que, querendo ajudar os seus compatriotas – com educação, saúde, energia e transportes “tendencialmente gratuitos” – tudo o que fazem é destruir esses mesmos sectores e empobrecer a sociedade.

Este ataque económico tem consequências:
1. A Economia estagna e foca-se em manter o emprego e a produção actual, não gerando crescimento e novos empregos a um ritmo necessário para absorver os jovens que saem das Universidades. Este é um barril de pólvora que em muitos países tem provocado revoluções.
2. A sociedade divide-se em 2 classes: os que são demasiado ricos e que, mercê dos seus meios conseguem evitar pagar muitos impostos e os que são demasiado pobres e que, mercê das suas necessidades, têm “direito” a “exigir” ao Estado. A classe média, contribuinte por excelência, soçobra perante o peso que lhe é imposto.
3. O ambiente desce em escala de importância (quem não tem boas condições de vida é muito mais egoísta) e, independentemente de opiniões políticas sobre o que deve ser feito, o que é certo é que muitas medidas básicas de eficiência e aproveitamento de recursos não são seguidas por falta de recursos e de interesse.
4. Os activos do país são vendidos, geralmente aos credores que momentos antes nos estavam a permitir manter um nível de vida antes possível, mas que entretanto com o peso das políticas sociais “gratuitas”…
5. A Demografia altera-se profundamente, com os casais jovens (os tais que têm altas taxas de desemprego e que têm de manter os privilégios “gratuitos” da geração dos “direitos adquiridos”) a decidirem adiar ou a simplesmente não ter filhos. Pensem nos vossos amigos que têm 30 a 40 anos: Têm filhos? Pensam ter?

Várias consequências daqui irão advir: domínio económico Chinês, ascensão Indiana e…

Este vídeo tem algumas previsões alarmistas, mas pensem por vocês e confirmem os dados:

Essencialmente, algumas noções parecem-me exageradas. Afinal, é sempre possível qualquer número de fertilidade, não é necessário 80 a 100 anos para inverter, e os 8.1 Árabes não têm a mesma Esperança Média de Vida, só para citar alguns. Mas a questão mantém-se, a Europa duplicará o número de Árabes em 20 anos e o número de não-muçulmanos diminuirá. Ao fim de 3 gerações (3×20 = 60 anos) assim, seremos vizinhos de vários estados muçulmanos.

E Portugal? Portugal vai sofrer mais com as outras variáveis. Nesta em particular, os Descobrimentos vão ajudar-nos: a nossa população já hoje se está a suster com Brasileiros e PALOPs e assim se deve manter. Mas a nossa vizinhança deverá mudar substancialmente e ainda antes de eu deixar este mundo.

And so what? Ok, vamos her muitos mais muçulmanos do que hoje temos. E depois? Que consequência terá esse facto matemático? Ao tornarem-se super-abundantes, não se irá a sua cultura esbater e tornar-se mais uma opção, sem grandes impactos políticos e sociais? Não se irá perder o fervor religioso numa vida dominada por problemas comuns como arranjar emprego, cozinhar, tratar a roupa e poupar para casa e carro? Pela minha parte, tendo a minha última namorada sido uma Turca que viveu toda a sua vida em Berlim, vi de perto como a religião se esbate e se acaba a: comer carne de porco (embora ela não admitisse a certas pessoas da comunidade), beber álcool e vestir roupas reveladoras. E nunca a vi rezar.O facto de eles se tornarem abundantes não significa muito se se tornarem moderados e integrados na cultura (sim, ela também não passava passadeiras no vermelho).

Pela minha parte, limito-me a dar referências. Sei da tendência da comunicação social e da blogosfera para os alarmismos e portanto olho para este como para todos os assuntos com desconfiança. O que é certo é que a demografia não ajuda. E eu olhando para os meus amigos e as taxas de natalidade dos que me são próximas fico um pouco preocupado. Mas no fim de tudo: “And so what?”

Referências:
Sarkozy referido pela Jihad Watch,
Eurabia no NY Times,
Washington Times,
Roterdão como Capital,
YnetNews (Israel) sobre a Eurabia,
Barcelona Declaration (comentário negativo) (processo)
Eurabia na Wikipedia (& SIOE na Wikipedia),
História com uma luz diferente, no Gates of Vienna,
Exagero no Islam Watch (Alá na Europa),
As 3 opções: Eurabia, guerra, integração
Eurabia como tema de campanha na Holanda,
O fim da Eurabia, no Finantial Times,
Crítica ao argumento (2025 é muito cedo… que tal 2060?)

Exemplo:
‘I feel like a stranger where I live’ 
de Jane Kelly (Daily Telegraph)

“When you go swimming, it’s much healthier to keep your whole body completely covered, you know.” The Muslim lady behind the counter in my local pharmacy has recently started giving me advice like this. It’s kindly meant and I’m always glad to hear her views because she is one of the few people in west London where I live who talks to me

 

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