RSS

Pequena Paródia

28 Jan

Pedro Paulo Pereira Pinheiro Pinto, pequeno pintor Português Portuense e Portista, pintava pacientemente portas, portais, paredes, prédios Portimonenses. Posteriormente, pensou prudente parar para pintar panfletos pouco políticos. Politicamente ponderado, por pequenos poucos períodos permaneceu pronto, participativo. Porém, pisou políticos poderosos pouco pacientes precisando procurar primitiva profissão.

Partindo para Portalegre, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pombal, passando por Portel, Peniche, Penela. Pernoitando, prosseguiu para Porto, passando por Penacova, Penamacor, Pinhel e Penedono, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.

Porém, pouco praticou, pois Padre Pedroso pediu para pintar panelas. Porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém prazeroso, preferiu partir para Paris para permanecer praticando pinturas. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, preferiu penhascos pedregosos, pintando-os parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Piemonte. Povo pitoresco, pensava Pedro Paulo. Preciso partir para Piemonte porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais palácios. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Piemonte, pediu para pintar pequenos pássaros pretos.

– Paris! Paris! – proferiu Pedro Paulo pesaroso – parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Piemonte, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, próprio pai Pádua partira para Província (Porto). Pedindo provisões, partiu prontamente, pois pensava pedir permissão para Pádua Pinheiro Pinto para prosseguir praticando pinturas poéticas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Pádua Pinheiro Pinto puxando-o pelo pescoço, proferiu perenes palavras:

– Pediste permissão para praticar pintura poética, porém, praticando, pintas pior. Primo Plácido pintou perfeitamente prima Priscila. Porque pintas porcarias pouco prazerosas?

– Pai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer pintor.

Pediu prontamente palavras proféticas proferidas por professor Pascoal, padre Pio, padeiro Porfírio, primo Pôncio. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pescaram pesos pesados.

Parando pela paragem próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Pádua Pinheiro Pinto procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.

Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Permanecerá para posteriores Portugueses permanentemente por Paredes perante poderosas palavras: “Procurem perigos, pelejem por prazerosas parceiras, pecai para pedir perdão, perecendo, partam prazenteiros”.

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 28 de Janeiro de 2012 em Humor

 

Etiquetas: ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

 
%d bloggers like this: