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Cavaco Silva – Citações 2º Mandato

20 Set

O segundo mandato é o mandato em que um Presidente se sente mais à vontade para demonstrar quem realmente é e ao que vem. Aqui ficam as frases essenciais do 1º ano do 2º mandato de Cavaco Silva como Presidente, reunidas pelo jornal Sol:

«Sinto-me provedor dos portugueses e, em particular, aquele que dá voz a quem não tem voz, àqueles que não têm força suficiente para se defenderem das injustiças».
12-01-2011 Cavaco Silva, durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais

«Foram duramente atingidos nesta crise, talvez, nalguns casos, com alguma injustiça, porque outros, com muitos maiores rendimentos, não foram chamados a dar o seu contributo».
14-01-2011 Cavaco Silva, durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais sobre os cortes nos salários dos funcionários públicos.

«Tenho muito pouco apetite para utilizar a bomba atómica [dissolução da Assembleia da República]».
19-01-2011 Cavaco Silva, durante a campanha eleitoral para as eleições presidenciais

«Irei exercer uma magistratura atuante para que, num momento tão difícil como aquele que atravessamos, Portugal encontre um rumo de futuro que permita renovar a esperança do nosso povo».
23-01-2011 Cavaco Silva, discurso de vitória na noite das eleições presidenciais

«Os vencidos são os políticos e seus agentes, que referem o caminho da mentira, das calúnias, dos ataques sem sentido ao debate de ideias sobre o futuro de Portugal».
23-01-2011 Cavaco Silva, discurso de vitória na noite das eleições presidenciais

«Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos».
09-03-2011 Cavaco Silva, discurso da tomada de posse para um segundo mandato em Belém

«É necessário um sobressalto cívico que faça despertar os portugueses para a necessidade de uma sociedade civil forte, dinâmica e, sobretudo, mais autónoma perante os poderes públicos».
09-03-2011 Cavaco Silva, discurso da tomada de posse para um segundo mandato em Belém

«Só através da realização de eleições e da clarificação da situação política poderão ser criadas novas condições de governabilidade para o país».
31-03-2011 Cavaco Silva, declaração ao país sobre a dissolução da Assembleia da República e a marcação de eleições legislativas antecipadas

«Perante os desafios que tem à sua frente, o Governo saído das eleições de 5 de Junho deve dispor de apoio maioritário na Assembleia da República».
25-04-2011 Cavaco Silva, no discurso da sessão comemorativa do 25 de Abril

«Não podemos falhar. Os custos seriam incalculáveis. Assumimos compromissos perante o exterior e honramo-nos de não faltar à palavra dada».
10-06-2011 Cavaco Silva, no discurso da sessão solene do 10 de Junho

«Já tive ocasião de dizer e tem sido muito repetido que têm sido tempos muito difíceis e não tenhamos ilusões, e os portugueses sabem bem disso, e se bem se recordam há talvez mais de dois anos que disse que Portugal se aproximava de uma situação explosiva, lamentavelmente chegámos a essa situação explosiva».
28-06-2011 Cavaco Silva, declarações aos jornalistas no no final da sessão de encerramento do 8º Encontro Nacional Inovação COTEC.

«Ontem eu reparava no sorriso das vacas. Estavam satisfeitíssimas olhando para o pasto que começava a ficar verdejante».
21-09-2011 Cavaco Silva, durante uma visita aos Açores

«O euro não é a causa da crise. As causas radicam, por um lado, nas políticas erradas, nomeadamente orçamentais e macroeconómicas, seguidas pelos Estados membros e, por outro lado, numa deficiente supervisão por parte das instituições europeias. A responsabilidade por esta crise é claramente partilhada pelos Estados membros e pelas instituições europeias».
12-10-2011 Cavaco Silva, intervenção no Instituto Universitário Europeu, em Florença.

«A União Europeia tem os recursos, os instrumentos e os meios institucionais para superar esta crise. O que tem faltado é a vontade política para mobilizar uns e outros e fazê-lo com um método eficaz e de forma célere».
12-10-2011 Cavaco Silva, intervenção no Instituto Universitário Europeu, em Florença.

«A deriva intergovernamental está a contaminar o funcionamento institucional da União Europeia. Em vez de uma mobilização convergente, e de uma responsabilidade solidária por parte de todos os Estados e instituições, vamos constatando a emergência de um diretório, não reconhecido, nem mandatado, que se sobrepõe às instituições comunitárias e limita a sua margem de manobra. Este é um caminho errado e perigoso».
12-10-2011 Cavaco Silva, intervenção no Instituto Universitário Europeu, em Florença.

«O saneamento das finanças públicas terá um resultado socialmente insuportável se não for acompanhado de recuperação económica e de criação de emprego».
12-10-2011 Cavaco Silva, intervenção no Instituto Universitário Europeu, em Florença.

«[A suspensão dos subsídios de férias e de Natal da administração pública e dos pensionistas é] a violação de um princípio básico de equidade fiscal. Mudou o Governo, mas eu não mudei de opinião. Já o disse anteriormente e posso dizê-lo outra vez: é a violação de um princípio básico de equidade fiscal».
19-10-2011 Cavaco Silva, declarações aos jornalistas no final da sessão de abertura do IV Congresso dos Economistas.

«Nunca é uma boa solução a reestruturação [da dívida] e eu espero bem que Portugal nunca, nunca, venha a encontrar-se nessa situação».
22-10-2011 Cavaco Silva, declarações aos jornalistas no final da cerimónia de atribuição do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores

«A resolução dos desafios que Portugal enfrenta exige, além do rigor orçamental, uma agenda orientada para o crescimento da economia e para o emprego. Sem isso, a situação social poderá tornar-se insustentável e não será possível recuperar a confiança e a credibilidade externa do país».
01-01-2012 Cavaco Silva, na tradicional mensagem de Ano Novo

«Tudo somado, o que irei receber do Fundo de Pensões do Banco de Portugal e da Caixa Geral de Aposentações quase de certeza que não vai chegar para pagar as minhas despesas porque como sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República».
20-01-2012 Cavaco Silva, numa visita ao Porto

«Eu surpreende-me como 27 chefes de Estado e do Governo se deixam condicionar politicamente por agências de rating e aceitam mesmo alguma chantagem de natureza política feita por agências de rating. Aí é que está a minha surpresa. Não está na actuação das agências de rating. Em relação a essas, penso que já não vale a pena fazer qualquer comentário».
Cavaco Silva, numa visita ao Porto

Lusa/SOL

 
 

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