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Estado Português = Estado Ineficiente

11 Dez

Portugues

Ricardo Arroja n’O Insurgente:

Na edição 2012-2013 do Global Competitiveness Report Portugal desceu 4 lugares: de 45º para 49º lugar num total de 144 países. O relatório, realizado a partir de inquéritos locais que em Portugal são coordenados pelo Fórum de Administradores de Empresas – em 2012 foram inquiridos 115 gestores, essencialmente, de PME’s-, revela-nos a decomposição (por ordem de prioridade) das “queixas” apresentadas pelos nossos empresários:

  1. Access to financing: 26.3%
  2. Inefficient government bureaucracy: 15.2%
  3. Tax rates: 13.1%
  4. Restrictive labor regulations 11.2%
  5. Policy instability: 9.7%
  6. Tax regulations: 9.1%
  7. Insufficient capacity to innovate: 5.4%
  8. Corruption: 3.2%
  9. Inadequately educated workforce: 2.8%
  10. Poor work ethic in national labor force: 1.3%
  11. Inflation: 1.2%
  12. Government instability/coups: 0.5%
  13. Inadequate supply of infrastructure: 0.5%
  14. Foreign currency regulations: 0.4%
  15. Poor public health: 0.3%
  16. Crime and theft: 0.0%

Donde se deduz que as “queixas” directamente e exclusivamente imputáveis ao Estado português (pontos 2, 3, 5, 6, 8, 12 e 16) representam 50,8% da falta de competitividade do País. Ai se os Governos actuassem apenas sobre aquilo que lhes compete…

 

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