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Onde cortar? A resposta da multidão

12 Jan

Bruno Proença, no Diário Económico, sobre os clamores do povo. 1º Parágrafo:

Segunda-feira, o Diário Económico publica um estudo da KPMG que comprova que a carga fiscal em Portugal é mais pesada do que nos países mais ricos da Europa. Clamor geral contra a subida de impostos.

Quarta-feira, o Governo divulga o estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) com um conjunto de medidas para reduzir a despesa pública em Portugal. As mesmas pessoas que reclamam com a subida de impostos protestam aos gritos contra as conclusões do Fundo. É uma reacção louca e pouco compreensível.

Nas últimas décadas, os portugueses só pensam em direitos e esquecem que também têm obrigações. Querem tudo do Estado, independentemente do custo, mas não querem pagar impostos. Isso não é mais possível.

Até agora foi-se levando com défices orçamentais e um endividamento elevado. A crise mostrou que é uma vida insustentável. Não há credor internacional que esteja disposto a pagar, por isso acabámos com a ‘troika’ em Lisboa.

Eu quando tinha esperança no futuro do país estava na Banca de Investimento.
Depois de há uns anos ter-me apercebido da irracionalidade das pessoas e das suas consequências, dediquei-me à Previdência Privada e aos Metais Preciosos.
Enquanto estiver em Portugal estou nas áreas certas. Cada vez mais.

 

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