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A diminuição das bolsas de doutoramento em Portugal

21 Jan

Resumo da discussão sobre a queda nas bolsas de doutoramento (Carlos GP, n’O Insurgente):

  1. Não se espera que o conhecimento gerado nas universidades seja do interesse das empresas porque não é esse o seu objectivo
  2. Também não se pode pretender avaliar o impacto do investimento em investigação porque o conhecimento desenvolvido é abstracto e os resultados só se vislumbram ao fim de décadas
  3. Os contribuintes devem acreditar cegamente que o conhecimento que está a ser desenvolvido nas universidades gera resultados, apesar de nem os investigadores terem incentivos para tal, nem esses resultados poderem ser medidos
  4. Num ambiente em que o trabalho não pode ser avaliado externamente e o impacto não pode ser medido há, no entanto, a certeza absoluta de que a despesa deve continuar a ser aquela que era realizada até hoje (e não metade ou o triplo) e distribuída pelas áreas em que foi distribuida até hoje. Não só não é possível calcular os benefícios como aparentemente não existe custo de oportunidade.
 

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